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Renda extra: 5 empresas que mais vão distribuir dividendos para os acionistas

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O pagamento de dividendos é uma boa forma de ganhar renda extra, pois ao investir em empresas que pagam bons retornos, o investidor ganha com a possível valorização das ações, assim como na divisão do lucro líquido da instituição.

Como assim? Os dividendos nada mais são que parcelas do lucro adquirido pela empresa e distribuídos na forma de remuneração aos acionistas.

Portanto, esse pagamento é feito em forma de porcentagem, proporcional a quantidade de ações do investidor, podendo ser em dinheiro, ações ou direitos de propriedades. Além disso, essa distribuição pode ser anual, semestral, trimestral ou até mesmo mensal.

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Taesa (TAEE11)

A Taesa (Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A.) se caracteriza como uma das maiores empresas privadas de transmissão de energia elétrica do país em termos de Receita Anual Permitida.

A princípio, a companhia paga 12,43% de Dividend Yield. Só em maio deste ano, a instituição distribuiu R$ 561 milhões em dividendos, cerca de R$ 0,54 por ativo.

Engie (EGIE3)

A maior geradora privada de energia do Brasil paga 9,7% de Dividend Yield. Em suma, a Engie possui participação de cerca de 6,2% no mercado brasileiro de energia.

Confira a reportagem completa aqui

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46 milhões de lares não têm renda do trabalho no Brasil, diz Ipea

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46 milhões de domicílios não tem renda do trabalho no Brasil
Redação 1Bilhão Educação Financeira

46 milhões de domicílios não tem renda do trabalho no Brasil

Um estudo divulgado nesta sexta-feira (17) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) revelou que no Brasil o percentual de lares sem renda do trabalho aumentou durante a pandemia, e a recuperação ainda não está consolidada. No segundo trimestre deste ano, a proporção de casas sem renda do trabalho foi estimada em 28,5%, ou seja, quase três em cada dez. Isso indica que 46 milhões de pessoas sobreviviam em lares sem dinheiro vindo de atividades profissionais, de acordo com o pesquisador do Ipea, Sandro Sacchet, autor do estudo. 

No mesmo período, a proporção de famílias sem renda do trabalho chegou a 31,56%. O percentual caiu em seguida, mas ainda continua alto. “As contratações devem aumentar com a movimentação deste final de ano. A questão é ver em qual patamar o percentual vai se estabilizar depois, ou não”, argumenta Sacchet.

Em comparação, no quarto trimestre de 2019, antes da pandemia, a proporção era de 23,54%, o que equivale a 36,5 milhões de pessoas. Assim, isso indica que durante a crise, o aumento do número de brasileiros nessa situação foi de aproximadamente 9,5 milhões de cidadãos. O sustento, nesses casos, pode vir de programas de assistência como o auxílio emergencial, aposentadorias e pensões. 

O estudo foi realizado com base nos dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), que é feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Em conclusão, segundo o Ipea, o mercado de trabalho “teve um forte impacto inicial da pandemia e uma lenta recuperação, que ainda se encontrava incompleta” até o período de análise.

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Conforme o estudo, o rendimento habitual médio dos trabalhadores ocupados caiu 6,6% no segundo trimestre de 2021, na comparação com o mesmo período de 2020.

As alterações, contudo, são “apenas o inverso” do observado no início da pandemia, “quando os rendimentos habituais apresentaram um crescimento acelerado”, diz o levantamento.

Isso porque, no começo da crise, a perda de ocupações se concentrou em vagas com remuneração menor, setores de construção, comércio, alojamento e alimentação, além de impactar os empregados sem carteira assinada e principalmente aqueles que trabalhavam por conta própria.

Assim, os profissionais que permaneceram ocupados naquele momento foram aqueles com renda relativamente mais alta, segundo a pesquisa. A situação acabou elevando os ganhos médios com o trabalho. Agora, o cenário mudou. Com a volta dos informais e trabalhadores por conta própria ao mercado, o rendimento habitual, em média, passa a cair.

Já a renda efetiva, aquela que de fato o trabalhador recebeu, subiu 0,9% no segundo trimestre de 2021, na comparação com o mesmo intervalo do ano passado, o pior momento da crise no mercado de trabalho.

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