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Remoção de tatuagem: entenda como funciona o procedimento

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Remoção de tatuagem: entenda como funciona o procedimento
Redação EdiCase

Remoção de tatuagem: entenda como funciona o procedimento

Confira as respostas para 5 dúvidas comuns sobre o processo para remover tattoos do corpo

Normalmente, quando fazemos uma tatuagem, a ideia é que ela seja para sempre. Logo, é fundamental encontrar um tatuador que tenha o estilo de desenho que você gosta, para não se arrepender depois. Mas nem sempre é assim que acontece. Por isso, hoje há técnicas para remover a tatuagem. Dessa forma, em caso de arrependimento, você não é obrigado a conviver com ela pelo resto da vida.

Tatuagem não precisa mais ser definitiva

De acordo com Marisa Peraro, sócia-diretora da clínica Pró-corpo Estética, tatuagem não precisa mais ser definitiva, existem técnicas capazes de removê-las completamente. É com essa esperança que Karina Costa aposta na remoção de uma tattoo.

Na época da faculdade e com pouco dinheiro, Karina tatuou um desenho que a sua mãe havia feito para ela na infância. Mas o resultado não foi o esperado. De lá para cá, ela planeja fazer algo com a tatuagem que fica no ombro e está sempre exposta – o que a desagrada bastante.

“Resolvi que a remoção de tatuagem é a melhor opção. Conversei com especialistas que me deram a segurança de que é um procedimento seguro. Finalmente vou poder olhar o espelho sem o complexo de querer esconder a tatuagem mal-feita. Agora sei que me sentirei bem ao usar regatas, até a minha autoestima ficará melhor”, explica Karina Costa.

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Dúvidas sobre o procedimento de remoção da tatuagem

Apesar de não ser um procedimento novo, ainda existem muitas dúvidas sobre o processo de remoção de tatuagem. Por esse motivo, a Pró-corpo – clínica especializada em tratamentos estéticos – explica responde alguns questionamentos sobre o tratamento.

1. Como funciona a remoção da tatuagem?

Por meio da emissão de luz sobre o local da tatuagem, o aparelho de remoção clareia pouco a pouco a área, vaporizando a parte superficial da pele e absorvendo outra parte do pigmento pelo sistema imunológico do paciente. A penetração do laser chega até a derme e, devido ao calor emitido pelo aparelho, pode causar algum incômodo.

Após a aplicação do laser, a pele tende a formar uma crostícula protetora que leva de 7 a 10 dias para se desfazer. Dentro de um período de aproximadamente 30 dias, nota-se que a pele volta a apresentar seu aspecto natural , mas ainda com falhas do pigmento que são os resquícios da tatuagem.

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2. Quanto tempo demora para remover completamente a tatuagem?

A duração do processo varia de acordo com o tamanho da tatuagem. O intervalo entre as sessões pode ser de, no mínimo, um mês. Contudo, geralmente leva cerca de 45 a 60 dias, dependendo da cicatrização completa do local. Quanto maior o intervalo maior será o aproveitamento da sessão.

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3. Quais as cores são mais fáceis de remover?

Pigmento preto e/ou escuro.

4. Quais são os cuidados que se deve ter com a pele antes, durante e depois do procedimento?

É importante seguir as recomendações como não expor a tatuagem ao sol durante todo o tratamento, utilizar pomadas hidratantes e filtro solar para que os resultados da aplicação do laser sejam de uma pele íntegra e sem manchas.

5. Quanto mais antiga a tatuagem, mais difícil de retirar?

Não necessariamente. As tatuagens antigas têm uma qualidade de tinta inferior, o que facilita no processo de quebra do pigmento. Em contrapartida, elas são bem misturadas com outros pigmentos, o que dificulta, em alguns casos, o processo.

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Fonte: IG Mulher

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Novo estudo identifica três tipos de orgasmo feminino

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Os orgasmos receberam o nome de
Ana Melo

Os orgasmos receberam o nome de “onda”, “avalanche” e “vulcão”

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade Charles em Praga, na República Tcheca, e do Centro de Saúde Genital e Educação, identificou três tipos de orgasmo feminino: “onda”, “avalanche” e “vulcão”. A descoberta foi publicada na revista científica Journal of Sexual Medicine.

Os nomes se referem à maneira como os movimentos do assoalho pélvico ocorreram durante a preparação para o orgasmo e a liberação da tensão no orgasmo.

Os cientistas caracterizaram como “onda” quando o assoalho pélvico apresenta ondulações ou contrações sucessivas de tensão e liberação no orgasmo. Já a “avalanche” ocorre quando há uma tensão mais elevada do assoalho pélvico com contrações que diminuem a tensão durante o orgasmo. Já o “vulcão” é caracterizado pelo assoalho pélvico permanecendo em uma tensão mais baixa antes de aumentar drasticamente no clímax.

Para o estudo, 54 mulheres usaram um vibrador conectado por Bluetooth, chamado Lioness, detecta a força das contrações do assoalho pélvico em dois sensores laterais, para que esses padrões possam ser analisados.

As mulheres, que realizavam as tarefas em casa, foram instruídas a se masturbarem até chegarem ao orgasmo e desligar o aparelho dois minutos após alcançarem o clímax. As voluntárias repetiram as ações por vários dias. Elas também foram solicitadas a realizar um teste de controle, no qual inseriam o vibrador, mas não se estimularam.

Os resultados apontaram que quase 50% das mulheres (26) tiveram orgasmos de “onda”, enquanto 17 tiveram “avalanches” e 11 tiveram “vulcões”.

Uma descoberta importante foi que cada mulher experimentou consistentemente apenas um dos três tipos. Alguém que tem um padrão de orgasmo provavelmente não será capaz de experimentar nenhum dos outros, embora não tenha sido estabelecido se isso é ou não possível ter outros movimentos do assoalho pélvico ou se isso é apenas menos comum.

“Estamos fazendo um estudo de longo prazo de mulheres usando o Lioness para ver como esses diferentes padrões de orgamos são experimentados, quais são os níveis de prazer e de onde vem a estimulação que os induz”, disse James Pfaus, professor de neurociência da Universidade Charles e principal autor do estudo, em comunicado.

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Fonte: IG Mulher

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