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Rede feminista lança programa de auxílio jurídico para mães

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 Dados do instituto Locomotiva revelam que o Brasil possui 11,5 milhões de mães solo
Redação João Bidu

Dados do instituto Locomotiva revelam que o Brasil possui 11,5 milhões de mães solo

O projeto chamado  CAUSA, Rede de Cuidados para Maternidade, divulgado no Dia das Mães, domingo dia 08, pela rede internacional feminista ELLA, busca oferecer auxílio jurídico para mães em situação de vulnerabilidade, em especial  as mulheres negras e LGBTQIA+. Conectado essas mães a advogadas voluntárias. 

Segundo a pesquisa divulgada pelo instituto Locomotiva, 11,5 milhões de mães brasileiras são solo, não recebendo nenhum tido de auxílio dos pais de seus filhos. Além disso, os dados também apontam que 35% delas não possuem renda suficiente para a alimentação e 31% nem para higiene básica. Sendo as mais afetadas, de acordo com o IBGE, as mulheres negras, são 7,4 milhões de mães pretas solo. 

As inscrições estão abertas no  site desde o dia 8, tanto para as mulheres que buscarem auxilio e para as advogadas que decidirem se candidatar. O programa não só beneficiara mulheres, ele também estarem aberto para pessoas Não-Binárias, homens e travestis que solicitarem. 

Fonte: IG Mulher

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Startup lança campanha para informar e combater violência obstétrica

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Apoiadores de campanha podem baixar cartazes com frases informativas sobre violência obstétrica
Gestar/Divulgação

Apoiadores de campanha podem baixar cartazes com frases informativas sobre violência obstétrica

Durante o Dia da Gestante, comemorado nesta segunda-feira (15), a startup Gestar, que conecta profissionais materno-infantis a famílias, lança uma campanha para intensificar o combate à violência obstétrica . Chamada #NaLutaPorGestar, a ação busca informar sobre esse tipo de violência e conscientizar pessoas para que saibam identificar.

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No Brasil, 1 em cada 4 mulheres sofreram algum tipo de violência obstétrica. Cerca de 30% delas foram atendidas em hospitais privados e 45% pelo Sistema Único de Saúde (SUS), de acordo com dados da plataforma. No entanto, os dados podem ser ainda maiores, já que muitas pessoas com capacidade de gestar podem não conseguir reconhecer a violência no momento que ela ocorre.

A campanha #NaLutaPorGestar visa a divulgação de informações para auxiliar na redução das incidências de violência obstétrica e na divulgação do assunto. Além de um vídeo informativo, quem aderir à ação pode baixar cartazes digitais e ter acesso a escritos de profissionais parceiras da Gestar.

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Para mais informações e para participar da campanha, acesse o site gestar.com.br/violenciaobstetrica .

Fonte: IG Mulher

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