POLÍTICA NACIONAL

Recurso de loteria poderá ser usado para câmera de vigilância

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Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Audiência Pública - Tema: "Fechamento da Petrobras na Bahia e o desmonte da Petrobras no Nordeste". Dep. Benes Leocádio (REPUBLICANOS - RN)
Benes Leocádio quer dar uma maior cobertura nas áreas de risco das cidades brasileiras

O Projeto de Lei 3578/20 prevê o uso de recursos da loteria para compra de câmeras de vídeo para os 40 municípios com maiores índices de criminalidade do País.

A proposta, do deputado Benes Leocádio (Republicanos-RN), tramita na Câmara dos Deputados.

Os recursos de três sorteios de loteria destinados à Caixa Econômica Federal deverão ser usados para comprar câmeras de vigilância. Só da Mega-Sena, loteria que distribui os maiores prêmios, há dois sorteios semanais, ou 104 por ano.

Após o primeiro ano, os recursos serão destinados aos municípios das posições 41 a 80 em criminalidade. Segundo Leocádio, a proposta pode dar uma maior cobertura nas áreas de risco das cidades brasileiras. “O custo da câmera é infinitamente menor do que recorrermos a compra de viaturas e aumento do quadro de policiais para vigilância dessas áreas”, disse.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Geórgia Moraes

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POLÍTICA NACIONAL

“Vamos corrigir erros do Covas” na Educação durante a pandemia, diz Boulos

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Guilherme Boulos (PSOL) em entrevista ao programa Roda Viva%2C da TV Cultura
Reprodução/Roda Viva/TV Cultura

Guilherme Boulos (PSOL) em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura

O candidato à Prefeitura de São Paulo Guilherme Boulos (PSOL) criticou durante entrevista ao programa Roda Viva , da TV Cultura, nesta segunda-feira (23) as decisões do atual prefeito Bruno Covas (PSDB) na condução da Educação durante a pandemia da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2).

“Nós vamos ter que corrigir os erros do Covas. Vamos dar acesso à internet aos alunos”, afirmou o candidato socialista ao comentar a decisão da gestão municipal de manter os alunos em casa sem considerar se todos tinham condições tecnológicas para continuar estudando.

De acordo com o coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), a decisão que ele vai tomar será com base nas decisões de especialistas.

“Eu não sou médico e não tenho condições de dizer se estamos em uma segunda onda ou não. Hoje tem um monte de gente falando isso sem ter registro no CRM (Conselho Regional de Medicina), coisa que o [João] Doria e o [Jair] Bolsonaro estão fazendo”, disse Boulos.

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