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Reajuste de servidores é decisão de Bolsonaro, diz Esteves Colnago

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Bolsonaro tenta emplacar reajuste para policiais, mas outras categorias também cobram aumento salarial
Alan Santos/PR

Bolsonaro tenta emplacar reajuste para policiais, mas outras categorias também cobram aumento salarial

O secretário especial de Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia, Esteves Colnago, disse nesta terça-feira (22) que o Orçamento deste ano continua prevendo recursos para reajustes de salários de servidores públicos. Ele ressaltou, porém, que a decisão de dar ou não aumentos depende do presidente Jair Bolsonaro.

O Orçamento prevê R$ 1,9 bilhão para reajustar salários, sem indicar quais categorias serão beneficiadas. O governo Bolsonaro já sinalizou várias vezes que pretende aumentar os vencimentos da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e do Departamento Penitenciário Nacional.

“O valor para aumento de pessoal está preservado. A gente não está mexendo nele. Essa é uma decisão que vai ser tomada pelo presidente da República. A reserva está preservada”, disse o auxiliar do ministro Paulo Guedes.

As declarações do secretário foram dadas durante divulgação de relatório em que bloqueou R$ 1,7 bilhão do Orçamento deste ano para não furar o teto de gastos (a regra que trava o crescimento das despesas federais).

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Apesar do bloqueio de R$ 1,7 bilhão, o valor para reajuste está mantido. Para que os salários efetivamente sejam reajustados, é necessário que o governo envie ao Congresso um projeto de lei tratando do assunto. Por conta das eleições, o reajuste precisa ser feito até 180 dias antes das eleições, ou seja, até o dia 2 de abril.

Com isso, para que os reajustes entrem em vigor, o projeto precisa estar sancionado em menos de duas semanas, prazo muito curto considerando que o texto ainda sequer foi enviado ao Congresso.

A indicação do governo de beneficiar apenas policiais desagradou às demais categorias, com o servidores do Banco Central, que também cobram reajustes. 

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Prosus adquire controle total do iFood por cerca de R$ 9,4 bilhões

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Prosus adquire controle total do iFood por cerca de R$ 9,4 bilhões
Sophia Bernardes

Prosus adquire controle total do iFood por cerca de R$ 9,4 bilhões

A gigante holandesa Prosus, controladora da Movile, fechou um acordo para adquirir os 33,3% restantes de sua participação no iFood, que pertencia ao acionista minoritário Just Eat Holding Limited. Com o negócio, a empresa passa a deter controle do total da plataforma de delivery brasileira.

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O acordo prevê o pagamento de € 1,5 bilhão em dinheiro mais uma contraprestação contingente de até € 300 milhões, também em dinheiro. Esse valor adicional pode ser pago a depender dos resultados do iFood nos próximos 12 meses.

A aquisição consiste na venda pela Just Eat de ações representativas de 33,3% do iFood e da IF-JE Holdings BV, que em conjunto detêm o negócio iFood. Como parte da transação, a Just Eat também adquirirá, sem contraprestação adicional, a participação de 49% da IF-JE Holdings BV na empresa espanhola El Cocinero a Cuerda SA.

A transação ainda está sujeita à aprovação de acionistas da Just Eat Takeway.com NV, da qual a Just Eat é subsidiária.

A Prosus investiu pela primeira vez no iFood por meio da Movile em 2013. A holandesa tem forte presença no mercado de delivery, com um portfólio que inclui o iFood na América Latina, Swiggy na Índia e Delivery Hero, que está presente em mais de 50 países.


Fonte: IG ECONOMIA

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