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Ranking dos signos que mais sofrem depois de um término

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João Bidu

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Ana Melo

Ranking dos signos que mais sofrem depois de um término

A vida é feita de ciclos, términos e inícios. Algumas pessoas lidam com essas mudanças de fase de formas diferentes, alguns lidam muito bem e logo estão seguindo a vida e outros ficam remoendo a situação por eras até superar de fato. Pensando nisso, fizemos um ranking dos signos que mais sofrem em um término de relacionamento. 

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Confira o ranking dos signos que mais sofrem depois de um término: 

1) Peixes

O signo que vive na lua e se joga nas próprias ilusões. Peixes sofre demais com suas decepções amorosas e demora anos para superar a situação de fato, isso serve para qualquer situação, seja um relacionamento longo ou uma ficada.

2) Câncer

O signo mais carinhoso não mede esforços para dar amor para quem gosta, e nada é tão doloroso do que ver que não é algo recíproco. Esse signo vai viver a dor em sua essência e só vai superar quando seu coraçãozinho for arrebatado novamente por um novo amor. 

3) Touro

Esse signo quer estabilidade para aproveitar o melhor das coisas e sempre sonha com um relacionamento duradouro. Um término é duplamente sofrido, tanto pela mudança de rotina bruta quanto pela mudança de planos para o futuro que foi construído com o ex-mozão. Ele não vai demonstrar, mas vai recordar os momentos tristes todas as noites.

4) Escorpião

O signo que tem a intensidade como característica marcante não vai passar por esse momento nem um pouco bem. Escorpião terá dificuldades de aceitar o término e irá stalkear a outra pessoa todos os dias se magoando cada vez mais. O sofrimento será intenso, mas dará espaço para a admiração e carinho quando encontrar alguém que mereça o amor de Escorpião.

5) Libra 

A pessoa de Libra vai sofrer demais ao ver que seu relacionamento dos sonhos não deu certo e irá descontar toda a sua tristeza consumindo tudo aquilo que chamar sua atenção. Pode demorar meses até que Libra se sinta confortável para tentar novamente um romance.

6) Virgem

Aqui não terá nenhum sinal de sofrimento, nada além do modo normal de Virgem. A pessoa virginiana não irá demonstrar, mesmo que esteja magoada com a situação. Como um signo prático, Virgem vai arrumar algo para se ocupar com mais trabalho e cursos para fazer.

7) Sagitário

A pessoa de Sagitário vai aproveitar o momento do término para falar tudo que achava da relação sem dó e piedade. Esse signo vai tentar levar tudo na boa e, mesmo que bata uns momentos de tristeza, Sagitário vai ser otimista com a situação.  

8) Leão

Nos primeiros momentos, Leão vai ficar bem arrasado com a situação, mas vai fazer de tudo para manter seu orgulho lá no alto. Esse signo vai guardar tudo lá no fundinho do coração e vai evitar transparecer que a situação mexeu com ele de alguma forma, a não ser que toquem no assunto e ele se sinta confortável para conversar sobre o ocorrido.

9) Aquário

Nada de drama por aqui. A pessoa de Aquário vai sentir um desconforto com a situação, ainda mais se for término de um relacionamento longo, mas nada demais. O aquariano logo vai dar um jeito de investir sua atenção em algo que goste, evitando ao máximo pensar no que passou.

10) Áries 

Piscou, Áries superou. No início, a pessoa desse signo vai ter uma mistura de sentimentos que logo irão sumir. Não dura muito. É só aparecer uma nova oportunidade de chamego ou desafio amoroso que esse signo se joga sem nem olhar para atrás. 

11) Capricórnio

Não se engane, Capricórnio pode até ficar chateado com a situação, mas ele não vai perder tempo sofrendo. O tempo é precioso para este signo e ele tem outras coisas para se preocupar. 

12) Gêmeos

A pessoa de Gêmeos pode até ficar tristinha por alguns dias, mas depois vai voltar a usar aplicativos de relacionamento normalmente e vai curtir com os amigos como se nada tivesse acontecido. 

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Fonte: IG Mulher

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“Elas se protegem”, diz mãe de gêmeas, uma delas com Síndrome de Down

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Renata Pinheiro e as filhas: Marina e Marcela
Reprodução/Instagram

Renata Pinheiro e as filhas: Marina e Marcela

Como muitas  mulheres , a dentista Renata Pinheiro, sonhava em ter filhos. Ela  engravidou aos 34 anos e teve uma bela surpresa: ao invés de um, eram dois bebês. “Nos exames de pré-natal eu e o meu marido descobrimos que seriam bivitelinos, pois elas tinham peso e tamanho diferentes.

Foi uma surpresa, uma alegria, mas também veio o medo de ser difícil financeiramente e de cuidar de duas crianças ao mesmo tempo”, conta. No nascimento, outra descoberta: Marina tinha Síndrome de Down e Marcela não. “No começo foi muito turbulento. Eu, mãe de primeira viagem, de duas meninas e cada uma com características individuais, me assustou”, diz.

Renata conta que ter uma filha com Síndrome de Down a fez descobrir toda uma área de conhecimento. “Aprendi sobre os direitos que estão na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, fiz cursos e participo de palestras. Mas os fatos que vivenciamos na rotina é que nos ensinam e nos fortalecem”, conta.

Além de buscar informação por conta própria, ela conta que também encontra apoio para em grupos de mães e famílias com crianças com a mesma condição. “Faço parte de grupos de mães que vivem realidades parecidas e é muito bom. A sociedade precisa se preparar, tanto no aspecto físico e estrutural quando no pessoal. As pessoas com deficiência estão aí e têm o direito de estarem em todos os lugares”, afirma.

Essa rede de apoio, somada ao acolhimento que recebe de sua família, foram fundamentais para que ela soubesse lidar com situações de preconceito envolvendo a filha. “Já tive matrícula recusada em escola particular e na escola de natação da cidade. Nesse período eu era imatura frente a discriminação, mas hoje sei reinvidicar e lutar pelos direitos dela”, conta Renata, que já venceu um processo contra uma empresa de recreação por discriminação. 

“Infelizmente sei que novos absurdos podem acontecer, porém, eu tenho que prepará-la para a sociedade. A sociedade que não está preparada para ela”, diz. 

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Mesmo com as diferenças, a criação das duas é a mesma. A única diferença é que Marina faz acompanhamento com uma fonoaudióloga e psicopedagoga. “Para as duas, mantemos a mesma rotina, exigimos disciplina e buscamos que sejam educadas dentro dos nossos critérios. As duas fazem as mesmas atividades, só isso que difere mesmo”, conta.

Felizmente, o preconceito não abala as relações familiares e a amizade entre as irmãs Marina e Marcela, hoje com oito anos. “As duas são muito companheiras. Estão na fase de ‘ranhetice’, mas elas se protegem. Uma briga com a outra, mas não venha ninguém falar ou brigar com uma que a outra a defende”, conta. 

Fonte: IG Mulher

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