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Radiocomunicação digital é definida como ferramenta eficaz no combate à criminalidade

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O emprego direcionado das forças policiais no combate aos índices criminais é uma das características da eficiência da radiocomunicação digital. Implantada há pouco mais de três meses em Mato Grosso, os profissionais de segurança pública atribuem ao novo modelo de comunicação uma atuação rápida, precisa e sem interferências de terceiros.

A frente do policiamento ostensivo de quase 100 bairros de Cuiabá, o comandante do 3º Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel PM Fernando Augustinho de Oliveira Galindo, afirma que a comunicação digital proporciona a otimização do tempo com emprego da tropa e identificação dos autores de ocorrências criminais.

A unidade responde pela execução do policiamento nas regiões do CPA, Jardim Vitória, Três Barras, Moinho, Planalto, Pedregal e Bosque da Saúde.

“Atuo em uma extensa região, que contempla vários bairros e a comunicação efetiva é muito importante na atividade operacional. Quando nosso policial na rua recebe a informação de alguma ocorrência, de imediato, as demais unidades nos arredores são comunicadas, o que propicia realizarmos um cerco e identificar as vítimas e os autores. Antes nosso contato tinha um grau maior de dificuldade”, revelou.

No dia 15 de outubro de 2020, o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, lançou a efetivação da radiocomunicação digital em 16 municípios do estado. A nova ferramenta substitui o modal analógico. Para a implementação tecnológica foram investidos mais de R$ 10 milhões em aquisições de instrumentos. O recurso foi resultado de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) viabilizado pelo Ministério Público Estadual (MPE).

Além de Cuiabá e Várzea Grande, as cidades de Rondonópolis, Poconé, Barão de Melgaço, Santo Antônio de Leverger, Nossa Senhora do Livramento, Jangada, Acorizal, Chapada dos Guimarães, Rosário Oeste, Nova Brasilândia, Planalto da Serra e Nobres foram contempladas, além dos distritos Agrovila das Palmeiras e Paraíso do Manso.

“O governador Mauro Mendes tem implementando, desde o início da sua gestão, recursos para otimizar e melhorar a qualidade dos serviços prestados ao cidadão. A radiocomunicação digital é mais uma demonstração deste esforço. Nossa meta é trabalhar para que todos os municípios disponham deste importante suporte técnico”, destacou o secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante.

Como parte do emprego policial na zona rural, o delegado do município de Rosário Oeste (105 km ao Norte de Cuiabá), Gustavo Godoy Alevado, disse que a modernização da ferramenta de comunicação é um aliado do trabalho investigativo.

“A mudança do sinal analógico para o digital é muito importante para as atividades de segurança pública. Nossa cidade tem um território amplo e hoje conseguimos manter a comunicação. Antes, em algumas regiões, havia falhas”, atestou.

Além das Estações Repetidoras (ERB’s), contemplam o suporte de comunicação digital, rádios portáteis, móveis e fixos. A ferramenta garante qualidade na informação, criptografia da comunicação, rapidez no atendimento, integração da comunicação entre as instituições, dentre outas.

Integração

No comando da maior unidade prisional de Mato Grosso, o diretor da Penitenciária Central do Estado (PCE), Agno Ramos, disse que a integração da comunicação com as outras forças de segurança ampliam ainda mais a eficácia do trabalho operacional.

“Dentro da unidade utilizamos o equipamento para a guarda interna e externa. O incremento é muito importante para a comunicação diária e em caso de haver um evento de grande proporção, dentro de um único acionamento podemos inserir outras forças para solicitar apoio”, frisou.

Os demais municípios devem passar a operacionalizar a radiocomunicação digital até final de 2022. O incremento tecnológico de comunicação foi disponibilizado para os efetivos da Polícia Militar (PM), Polícia Judiciária Civil (PJC), Corpo de Bombeiros Militar (CBM), Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e Sistema Penitenciário.

Fonte: GOV MT

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31 municípios de Mato Grosso estão com risco muito alto de contaminação

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A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) divulgou, nesta terça-feira (13.04), o Boletim Informativo n° 401 com o panorama da situação epidemiológica da Covid-19 em Mato Grosso.

O documento mostra, a partir da página 11, que 31 municípios registram classificação de risco muito alta para o coronavírus. São eles: Alto Taquari, Araguaiana, Araguainha, Brasnorte, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Canabrava do Norte, Canarana, Curvelândia, Diamantino, Figueirópolis D’Oeste, Guarantã do Norte, Lucas do Rio Verde, Marcelândia, Mirassol D’Oeste, Novo São Joaquim, Paranaíta, Planalto da Serra, Poconé, Ponte Branca, Porto Estrela, Poxoréu, Querência, Santa Terezinha, Santo Afonso, Santo Antônio do Leste, São José do Povo, São José do Xingu, Sapezal, Tangará da Serra e Torixoréu.

Outras 110 cidades estão classificadas na categoria de risco alto para a contaminação do coronavírus. Nenhum município foi classificado com risco moderado para a Covid-19.

Novo método para classificação

O método para definir a classificação de risco dos municípios foi aprimorado. A mudança foi publicada no Diário Oficial do último dia 25 de março. Desde então, não sé levado em consideração só o número absoluto dos casos dos últimos quatorze dias, mas sim a média móvel dos últimos quatorze dias.

Assim, o município não sofrerá uma mudança brusca de um boletim para o outro; a cidade ficará na mesma categoria por pelo menos duas semanas, conforme sua média móvel de casos.

Também foi aperfeiçoado o cálculo dos casos acumulados. Antes eram considerados os casos acumulados a partir do dia 1º de dezembro de 2020.  Com a nova metodologia, a análise será realizada sempre com base nos casos acumulados dos últimos 90 dias.

Confira as medidas de acordo com a classificação de risco

Nível de Risco ALTO

a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO e MODERADO;

b) proibição de qualquer atividade de lazer ou evento que cause aglomeração;

c) proibição de atendimento presencial em órgãos públicos e concessionárias de serviços públicos, devendo ser disponibilizado canais de atendimento ao público não-presenciais;

d) adoção de medidas preparatórias para a quarentena obrigatória, iniciando com incentivo à quarentena voluntária e outras medidas julgadas adequadas pela autoridade municipal para evitar a circulação e aglomeração de pessoas.

Nível de Risco MUITO ALTO

a) implementação e/ou manutenção de todas as medidas previstas para os Níveis de Risco BAIXO, MODERADO e ALTO;

b) quarentena coletiva obrigatória no território do Município, por períodos de 10 (dez) dias, prorrogáveis, mediante reavaliação da autoridade competente, podendo, inclusive, haver antecipação de feriados para referido período;

c) suspensão de aulas presenciais em creches, escolas e universidades.

d) controle do perímetro da área de contenção, por barreiras sanitárias, para triagem da entrada e saída de pessoas, ficando autorizada apenas a circulação de pessoas com o objetivo de acessar e exercer atividades essenciais;

e) manutenção do funcionamento apenas dos serviços públicos e atividades essenciais;

§1º Atingida determinada classificação de risco, as medidas de restrição correspondentes devem ser aplicadas por, no mínimo, 10 (dez) dias, ainda que, neste período, ocorra o rebaixamento da classificação do Município.

§2º Os municípios contíguos devem adotar as medidas restritivas idênticas, correspondentes às aplicáveis aquele que tiver classificação de risco mais grave.

§3º Os Municípios poderão adotar medidas mais restritivas do que as contidas neste Decreto, desde que justificadas em dados concretos locais que demonstrem a necessidade de maior rigor para o controle da disseminação do novo coronavírus.

Art. 6º O funcionamento de parques públicos estaduais seguirá as restrições estabelecidas pelos Municípios em que se encontrem e, na ausência de normas a este respeito, poderão ser utilizados, desde que observado o distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas, ficando vedado o acesso sem o uso de máscara de proteção facial.

Fonte: GOV MT

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