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Queijos e vinhos são opções para aproveitar o Dia dos Namorados neste final de semana

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O Dia dos Namorados promete ser mais fresco em Cuiabá e região, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), com mínima de 21 graus, neste sábado (12.06). Uma dica para comemorar a noite romântica é organizar uma mesa com queijos e vinhos. A alternativa pode deixar o momento ainda mais especial, além de ser uma grata surpresa ao ser amado.

 Mas, é necessário saber escolher os produtos e fazer as combinações adequadas. Nas lojas do Fort Atacadista, em Cuiabá e Várzea Grande, os consumidores encontram uma seleção de espumantes, vinhos tintos, brancos e rosés, com rótulos de diversas nacionalidades, entre brasileiros, portugueses e chilenos, com preços especiais. Também tem uma variedade de queijos, salames e massas.

 Alguns vinhos são exclusivos e encontrados somente nas lojas da rede, como os chilenos Macool e Paso Grande, e os portugueses Mosaico, Azulejo e Riberia. Já os espumantes são oferecidos nas marcas Aurora, Macool, Chandon, Foucaud e Lunar Moscatel.

 “Os consumidores podem aproveitar o Dia dos Namorados e o tempinho mais fresco para degustar vinhos e espumantes de ótima qualidade, com excelentes preços e ainda parcelar em até quatro vezes, sem juros, no Vuon Card”, ressalta a coordenadora de Marketing regional do Fort Atacadista, Rafaellen Duarte. O Vuon Card, bandeira de cartão de crédito próprio da rede, pode ser feito nas lojas de forma rápida e simples.

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 Para uma tábua de queijos, é essencial buscar variedade de tipos, mas vale iniciar escolhendo algo mais familiar, como o brie ou queijo curado. Conforme indicação da nutricionista do Fort Atacadista, Bruna Janaína da Silva, os queijos gorgonzola e roquefort também são boas escolhas para incrementar o cardápio.

 “Ao servir queijos azuis ao lado de outros tipos em uma tábua de frios, por exemplo, é importante lembrar de acrescentar elementos que ajudem a limpar o paladar entre um produto e outro, como pães, damasco e maçã verde”, destaca. Na taça, uma combinação clássica é servir esse tipo de queijo com bebidas adocicadas, como vinhos do Porto e de colheita tardia. Para queijos mais duros e fortes, a geleia de damasco é a escolha certa.

 Já queijos amarelos, como parmesão e gouda, também harmonizam bem com vinhos, e o ideal é servir com vinho tinto seco, deixando a combinação mais gostosa, conforme diz a nutricionista. Enquanto isso, os queijos brancos, como o brie e camembert, caem muito bem com os espumantes. E para a tábua de queijos ficar mais variada, vale optar pelos queijos maturados (cheddar, suíço), firmes (Gruyere, Provolone, Jarlesberg), e azuis (Stilton, Gorgonzola). As unidades do Fort também oferecem opções de taças de vinho, água e champagne para compor a noite romântica.

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 Até o dia 30 de junho, as lojas do Fort de Cuiabá e Várzea Grande estão com várias promoções de vinhos e espumantes, além de outros produtos como queijos, azeites, massas, molho de tomate, lombo de bacalhau, petiscos de tilápia e camarão. Os vinhos, espumantes e filtrados poderão ser parcelados em até 4 vezes, sem juros, no Vuon Card, até o dia 31 de julho.

 Em Cuiabá, as lojas estão presentes nas avenidas Fernando Corrêa da Costa e Miguel Sutil e, em Várzea Grande, na avenida da FEB. A rede cumpre todas as medidas de prevenção contra o coronavírus e funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h, e aos domingos das 7h às 20h. Mais informações pelo site: www.fortaatacadista.com.br.

 

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Programa que reduziu roubos no campo enfrenta gargalo de comunicação

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Responsável por um dos programas de policiamento rural mais abrangentes do País, o Paraná enfrenta um gargalo tecnológico que ameaça limitar os resultados obtidos nos últimos anos. Apesar da redução de 34,6% nos roubos em propriedades rurais desde 2022, as viaturas da Patrulha Rural da Polícia Militar ainda operam sem conexão via satélite em grande parte das áreas mais remotas do Estado, dificultando a comunicação em regiões sem cobertura de telefonia ou internet.

O problema afeta um programa que reúne 37.362 propriedades cadastradas e mais de 24,6 mil propriedades certificadas. Em 2025, testes realizados pelo próprio governo estadual em Londrina e Tamarana demonstraram a viabilidade do uso de internet via satélite nas viaturas, permitindo comunicação estável mesmo durante os deslocamentos por estradas rurais. Mais de um ano depois, porém, a tecnologia ainda não foi incorporada ao sistema.

A demora levou a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) a cobrar prioridade para a implantação do serviço nas equipes que atuam no campo. A entidade argumenta que a falta de conectividade compromete a capacidade de resposta da polícia justamente nas regiões mais afastadas dos centros urbanos.

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“O trabalho da Patrulha Rural é fundamental para a segurança no campo, mas ainda existe um problema que precisa ser resolvido. Em muitas regiões, o produtor não consegue contato com a polícia em situações de emergência porque não há sinal de telefonia ou internet. A tecnologia é indispensável para reduzir essa distância”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

Segundo a Secretaria de Inovação e Inteligência Artificial do Paraná, os testes realizados em 2025 apresentaram resultados considerados positivos e o relatório técnico foi encaminhado à Secretaria de Segurança Pública (Sesp). Em nota, a pasta informou que a Polícia Militar realiza levantamentos para equipar as viaturas da Patrulha Rural, Polícia Ambiental, Batalhão de Fronteira e Polícia Rodoviária, entre outras unidades.

Para Meneguette, os investimentos em conectividade deveriam priorizar o meio rural, onde as limitações de comunicação são maiores.

“Pela própria dimensão territorial, é impossível manter equipes em todos os locais com rapidez. Por isso, a comunicação é uma ferramenta estratégica. O Paraná construiu um modelo de segurança rural que se tornou referência para outros Estados, mas é preciso avançar em tecnologia para garantir que esse sistema continue eficiente”, diz.

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A discussão ocorre em um momento em que a criminalidade no campo exige respostas cada vez mais rápidas e em que Estados produtores buscam ampliar o uso de tecnologias de monitoramento e comunicação nas áreas rurais. Especialistas em segurança pública avaliam que a conectividade tende a se tornar um dos principais pilares do policiamento rural nos próximos anos.

Fonte: Pensar Agro

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