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Qual é o perfeito milagre pra você?

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Qual é o perfeito milagre pra você?
Michele Sensitiva

Qual é o perfeito milagre pra você?

Se resolver perguntar isso para algumas pessoas você poderá se surpreender com as respostas, que podem ser desde a ver um filho saudável, o negócio prosperando, o TCC entregue dentro do prazo… São mil possibilidades, a noção de grande ou pequeno milagre depende somente da perspectiva.

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A fé é o que alimenta a bendita boa sorte, as palavras que saem da nossa boca, que tipo de energia emana, o amor, a cura, o quanto de ressentimento você guarda, o quanto não conseguiu superar as dores que provocaram em você. Ao se levantar, você ativa a bendita boa sorte, só por estar em pé. Quando decidir dar um passo em frente, você reforça a busca do teu milagre pessoal a partir do quanto acredita merecer e principalmente, o que te move.

A vida é uma experiência em campo aberto, sem caminhos definidos. E é assim que com o teu sim e o teu não,  o seu senso de merecimento e também a quantidade de coragem aplicada, cria-se mil possibilidades. O ontem influencia seu modo de crer que pode, que merece, o amanhã é o reflexo de todo esse processo interno.

Dentro da vida amorosa , da troca com a outra pessoa, com o par romântico, a simples ação de procurar conversar, ter diálogos saudáveis, é uma maneira de contribuir sutilmente para que o milagre do amor correspondido se manifeste, a troca, o crescimento, a benevolência em ver o outro crescer com a sua contribuição sem que isso não mexa nem com suas inseguranças, nem com  o ego. É um sinal de que está pronto para conquistar e retribuir com aquilo de bom que a vida pode ter te proporcionado.

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A paz em ser e estar é uma espécie de oportunidade. Se acreditar que pode, possível passa a ser e o Universo se reorganiza neste propósito e o que era impensável pode se materializar. Se você fizer uma busca em seu histórico de experiências, vai perceber grandes acontecimentos em pequenas situações extraordinárias que até pareciam naquele momento sem grande importância. Estar aberto, entender os sinais, ser devoto da positividade viram chaves internas ainda desconhecidas mas que atraem com força a manifestação daquilo que só podemos entender mais tarde como perfeito milagre. Abrace o sentimento de merecer sua bendita boa sorte e o presente vai se tornar o seu porto seguro.

Texto: Michele Sensitiva, taróloga, trabalha também com a Mesa Radiônica e a Astrologia. Além disso, também lê borra de café, baralho de naipes, Baralho Cigano e Dadomancia. 

Site: www.michelesensitiva.com

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Fonte: IG Mulher

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Pesquisa mapeia impactos na saúde mental e vida profissional de mães

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Pesquisa Mommys e Saúde Mental aponta para esgotamento mental e físico de mães
Reprodução: Alto Astral

Pesquisa Mommys e Saúde Mental aponta para esgotamento mental e físico de mães

As mulheres que são mães estão emocionalmente e fisicamente desgastadas, além de fazerem parte de um forte cenário maior de insegurança profissional. É o que apontam os dados da edição de 2022 da Pesquisa Mommys e Saúde Mental. Os dados indicam ainda um aumento no desgaste derivado do aumento de acúmulo de tarefas domésticas e de cuidados com os filhos, o que diminui o tempo de dedicação a atividades de autocuidado.

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O levantamento foi realizado pela rede de apoio materna Mommys, uma comunidade que conta com mais de 9 mil mulheres de todo Brasil. Os dados foram coletados em julho deste ano como uma maneira de explorar os desafios impostos às mulheres em decorrência da maternidade.

Na pesquisa, 74% das mulheres afirmaram que não têm doenças físicas ou mentais, um número menor do que o registrado em 2021, que era 81%. E 62,7% das mulheres dizem que têm com frequência uma sensação de vazio. Cansaço e sobrecarga estão entre os sentimentos mais citados.

O cansaço está atrelado à realização de tarefas domésticas sem contribuição de outra pessoa. Cerca de 34% das mulheres se encarregam do serviço doméstico sozinhas e quase 85% apontam que as tarefas de casa são as mais executadas – perdendo apenas para o acompanhamento dos filhos aos tratamentos médicos (92,4%). Além disso, 80,3% delas fazem as compras.

“Essa pesquisa mostra a normalização do estado de exaustão das mães, que são socialmente cobradas a ‘dar conta de tudo’. A carga, o sentimento de obrigação e o não ter tempo para si mesma foram normalizados, tanto pelas famílias e amigos, quanto pelas próprias mulheres que não percebem que o languishing [a sensação de vazio e definhamento] é um sinal de alerta”, aponta Mariana Bicalho, community builder do Mommys.

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Diante dos sinais de esgotamento, não há tempo para olhar para si própria. Apenas 30,6% das mulheres têm um hobby. Em 2021, o índice era 33,6%. Houve queda também no nível de mães que praticam atividade física regularmente: se em 2021 o número era de 45,7%, em 2022 foi para 35,6%.

O sentimento de solidão é frequente, sendo que 31,6% das mães se sentem sozinhas entre três a cinco vezes por semana e 15%, seis vezes ou mais. Cerca de 90% gostariam de sair regularmente com as amigas, sendo que 60% fazem isso, no máximo, duas vezes ao ano.

Insegurança profissional

A pesquisa aponta para um aumento positivo com relação a remuneração, com apenas 9,3% das mães não possuindo nenhum tipo de remuneração. Por outro lado, houve queda de 15,6% para 13,1% no volume de mães com renda acima de R$ 10 mil. Também houve aumento nos seguintes casos, em comparação a 2021:

Mulheres que recebem 1 salário mínimo: cresceu de 33,8% para 34,6% Mulheres que recebem 2 salários mínimos: cresceu de 11% para 15,3% Mulheres com renda de mais de R$ 5 mil: cresceu de 26,2% para 27,8%

Mesmo assim, há um forte cenário de insegurança profissional, já que apenas 31,8% das mães trabalham com carteira assinada, enquanto 28% têm registro de pessoa jurídica. A informalidade atingiu 22,3% contra 19,2% do ano passado.

“Enquanto se dedicam tanto às suas famílias, muitas mães deixam o mercado de trabalho e perdem a autonomia. Se a escolha foi dela e ela tem apoio emocional e financeiro para seguir, esse não será um problema, no entanto, o que vemos, é uma realidade diferente e, quando elas decidem retomar suas atividades profissionais e sociais, não têm mais as mesmas condições e oportunidades”, complementa Mariana.

Fonte: IG Mulher

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