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Quais são os maiores erros de quem busca procedimentos estéticos faciais

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Quais são os maiores erros de quem busca procedimentos estéticos faciais
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Quais são os maiores erros de quem busca procedimentos estéticos faciais

Buscar alternativas para mudar algo na aparência, quando se está insatisfeito, parece uma boa solução para a baixa autoestima. Além de tratamentos com dermocosméticos e truques de maquiagem, muita gente prefere opções mais definitivas e recorre aos procedimentos estéticos.

Em 2020, o Brasil tornou-se o país que mais realiza cirurgias plásticas no mundo. A Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) divulgou uma pesquisa em dezembro de 2019, a qual mostrava a realização de mais de 1 milhão de cirurgias plásticas pelos brasileiros. Além disso, houve também 969 mil procedimentos estéticos não cirúrgicos. Estando em primeiro no ranking, a população precisa estar cada vez mais informada sobre o assunto.

Dra. Roberta Padovan, médica pós-graduada em dermatologia e medicina estética, conta que a maioria dos pacientes que procura consultórios médicos para tratar sinais de envelhecimento têm uma ideia errada do que os métodos podem fazer por sua pele .

A ideia de que você sairá da clínica com outra aparência por crer que tais métodos farão milagres na aparência é equivocada. “Quando a intenção é alterar diversos aspectos do rosto, é indicado uma conversa com o médico para verificar a possibilidade de combinar mais tratamentos, de modo a alcançar um resultado melhor, mas não milagroso”, explica a especialista. Ela relembra também que os procedimentos bem feitos sempre ficarão com aspecto natural.

A noção de tempo também um fator decisivo nessa escolha. Segundo a dermatologista, demorar demais para procurar alternativas para sinais de envelhecimento da pele exigirá técnicas que, apesar de mais agressivas, talvez não conseguirão chegar a um resultado satisfatório. Ao passo que procurar tratamento preventivo é mais eficaz.

Ainda sobre a importância do tempo, é importante estar consciente que os efeitos alcançados não durarão para sempre. Dra Roberta ressalta que métodos de preenchimento, por exemplo, têm um prazo de validade, sendo necessária uma manutenção da técnica para que o efeito perdure.

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Outro ponto, é compreender que a eficácia depende também do que virá depois. Os cuidados com a face e o corpo tornam-se ainda mais importantes, pois são imprescindíveis para manter os resultados obtidos e garantirem sua duração. Além de limpar, hidratar e proteger a pele com produtos adequados ao seu tipo, a especialista em estética ressalta. “Não esqueça também de ter uma boa alimentação, bem equilibrada , pois isso garante que os nutrientes, minerais e vitaminas abasteçam as células para produzir colágeno e conferir ação antioxidante”, afirma.

Apesar de rugas e flacidez serem as maiores queixas, há outras evidências de envelhecimento menos conhecidas, como a ponta nasal caída. “Para corrigi-lo é preciso submeter-se à rinoplastia, ou seja, fazer alterações estruturais no osso e cartilagem através de pequenas incisões no nariz ou até mesmo ao redor da narina (com anestesia geral)”, conforme indica o Dr. Paolo Rubez, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, especialista em Rinoplastia Estética e Reparadora.

Com base em um estudo publicado pelo periódico Aesthetic Surgery Journal, o médico explica: “É um procedimento que a maioria das pessoas não considera como ferramenta para o rejuvenescimento, mas esse estudo mostrou que a rinoplastia, ou cirurgia plástica do nariz, pode fazer uma mulher parecer até três anos mais jovem”.

Querer buscar sempre aquela que julga ser melhor versão de si mesmo e sentir-se feliz ao olhar-se no espelho não são atitudes erradas. Pelo contrário, o que realmente importa é o bem-estar e a qualidade de vida. No entanto, entender o envelhecimento e seus sinais como um processo natural da vida é essencial.

Consultoria: Dra. Roberta Padovan, médica pós-graduada em dermatologia e especialista em medicina estética e Dr. Paolo Rubez, cirurgião plástico, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e Mestre em cirurgia plástica.

Fonte: IG Mulher

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Introdução alimentar: quando incluir alimentos na dieta do bebê

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Introdução alimentar: quando incluir alimentos na dieta do bebê
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Introdução alimentar: quando incluir alimentos na dieta do bebê

Uma dúvida comum entre pais e mães é a partir de quando os alimentos podem ser introduzidos na vida dos filhos, especialmente porque algumas iguarias são amplamente conhecidas por causarem as temidas reações alérgicas .

Segundo experts no assunto, a questão da introdução alimentar é mais simples do que parece, visto que é de extrama importância os bebês terem contato com os alimentos sólidos o quanto antes. Assim, Patrícia Terrível, pediatra humanizada e neonatologista, explica que a introdução alimentar pode ser feita a partir dos seis meses.

Isso porque, como pontua Gabriela Justamante Händel Schmitz, doutora em Ciência dos Alimentos pela Universidade de São Paulo, “quanto mais cedo o organismo tiver contato com alimentos variados, menor a chance de ser desenvolvida uma alergia alimentar”.

Schmitz ainda complementa dizendo que “a partir dos seis meses, quando se introduz a papinha salgada, o bebê deve começar a comer todos os tipos de alimentos, inclusive aqueles potencialmente alergênicos”. Ela explica que um dos fatores de risco à alergia alimentar é justamente a ausência de contato com algumas comidas nessa fase da vida.

A médica corrobora a fala e afirma que a janela imunológica do bebê ocorre entre o sexto e oitavo mês. Por isso, de acordo com ela, essa é a fase na qual “precisamos oferecer os alimentos de potencial alergênico, como ovo, trigo (glúten), peixes e crustáceos, oleaginosas (amendoim e castanhas), e frutas, como banana e morango”.

introdução alimentar
Ao introduzir alimentos na dieta do bebê, não deixe as frutas de lado. / Shutterstock

Mas pode comer de tudo?

“Devem ser evitados alimentos industrializados, principalmente os que contém muito açúcar ou gordura, que não contribuem para a formação de uma microbiota equilibrada e podem conter substâncias que potencialmente induzem à alergia, como conservantes e corantes químicos”, afirma Schmitz. De acordo com a Sociedade Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI), as reações adversas aos conservantes, corantes e aditivos alimentares são raras, mas não devem ser menosprezadas.

Schmitz ainda acrescenta que “obviamente, para essa fase da vida, existem alimentos proibidos, mas por outras razões”. Alguns exemplos destacados pela especialista são o açúcar (seja branco, mascavo, cristal ou demerara), até 2 anos de idade, e o mel, até 1 ano. Ela explica que a restrição do açúcar é devido aos riscos do desenvolvimento de obesidade e doenças correlacionadas, e também porque a criança pode acabar dando preferência a alimentos doces e deixar de lado os salgados, que fazem parte das principais refeições. Já o mel, pelo risco de conter esporos de Clostridium botulinum – bactéria cuja toxina desencadeia a chamada doença do botulismo infantil. A microbiota intestinal dos bebês, ainda em formação, não é capaz de impedir a germinação dos esporos dessa bactéria.

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A pediatra complementa, afirmando: “tudo que for natural é recomendado e indicado”. Segundo ela, se veio da terra está liberado. Terrível ainda destaca a importância de sempre oferecer os 5 grandes grupos para os bebês: arroz ou tubérculos, hortaliças verdes, hortaliças coloridas, leguminosas e proteínas.

Alergias

A doutora em Ciência dos Alimentos explica que “uma alimentação variada, preferencialmente in natura, tem uma influência importante na formação de uma microbiota intestinal equilibrada”. Essa, por sua vez, tem um papel relevante no mecanismo de tolerância aos alimentos potencialmente alergênicos. “A microbiota intestinal atua como uma barreira, evitando a passagem das proteínas alimentares [as responsáveis pela alergia] para a corrente sanguínea, reduzindo a chance de uma reação alérgica”, explica.

Schmitz destaca que se os pais notarem qualquer reação alérgica no bebê durante a introdução de alimentos novos, além de procurarem ajuda médica imediatamente, devem suspender o alimento o qual eles suspeitam que possa ter causado a alergia. Vale lembrar que a reação alérgica pode ocorrer independentemente da quantidade ingerida do alimento.

Vale salientar que os sintomas de uma reação podem ser locais, como coceira, vômito, dor abdominal e náusea, ou sistêmicos, como urticária, queda da pressão arterial, edema de glote e anafilaxia. “Há casos severos em que o bebê não pode nem tocar ou inalar o cheiro do alimento alergênico, mas esses são mais raros”, afirma Schmitz.

Ainda segundo a doutora da USP, os alimentos que mais causam alergias na população são: leite, ovos, trigo, soja, peixe, crustáceos, amendoim, castanhas e gergelim. Além disso, há cada vez mais casos de crianças alérgicas a frutas. Entretanto, a literatura científica mostra que a alergia alimentar é mais comum em crianças (8%) em relação aos adultos (5%).

Com isso, Terrível ressalta que é muito importante seguir sempre as orientações médicas e estar atento aos sinais de prontidão do bebê – como controle de cabeça e pescoço, sustentação de tronco, sentar-se sem apoio e sem tombar, levar comidas e objetos a boca, movimentos voluntários de língua e lábios e demonstração de interesse quando vê pessoas comendo – antes da introdução alimentar.

Consultoria: Gabriela Justamante Händel Schmitz, doutora em Ciência dos Alimentos pela Universidade de São Paulo e ex-pesquisadora do Centro de Pesquisa em Alimentos (Food Research Center – FoRC), e Patrícia Terrível, pediatria humanizada, neonatologista e idealizadora do projeto Corrente de Amor pelo SUS.

Fonte: IG Mulher

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