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Quais os problemas emocionais que a pandemia pode causar em nossos filhos?

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Ontem, durante uma conversa fui questionada se ao final da pandemia, as pessoas teriam mais ou menos problemas emocionais do que antes do início da quarentena, e essa é sem dúvida uma ótima pergunta.

criança no isolamento social
Unsplash/Kelly Sikkema

O isolamento e toda a tensão com a pandemia pode deixar marcar e trazer problemas emocionais para crianças e adultos

A resposta para essa questão é que sim, as pessoas em geral estarão mais propensas a distúrbios emocionais no final da quarentena .

Durante esse longo período em que estamos total ou parcialmente isolados, desenvolvemos alguns mecanismos de defesa emocional para suportar as mudanças bruscas que ocorreram na rotina diária. Deixamos de encontrar outras pessoas então, nos acostumamos a estar mais sozinhos, a ter auto suficiência para suprir a necessidade de socialização e atenção alheia.

O simples ato de não poder cumprimentar os outros como estávamos acostumados durante toda a nossa vida traz um estranhamento, o qual nos faz sentir constrangidos e levemente indiferentes aos nossos sentimentos e necessidades emocionais.

No caso das crianças, podemos dizer que os “problemas” são exatamente os mesmos que os dos adultos, somando-se ao fato de que crianças dificilmente desenvolvem a doença, mas são grandes transmissores da mesma, o que gera na criança uma ansiedade de poder estar infectando um pai ou um avô.

Estamos falando então principalmente de medo. Medo de pegar a doença, medo de transmitir a doença, medo de algo desconhecido e o que mais importa para a psicanálise, o medo do que não se pode controlar.

Quando ficamos em casa, trancados na quarentena, temos a impressão de que temos um certo controle, já que, estando trancado, desinfectando todos os produtos que chegam e não interagindo com outras pessoas, estamos no controle de nossa vida para não nos infectar.

Entretanto, trata-se de um falso controle, porque está restrito a uma situação que está fora do nosso controle. Ainda assim é um alento.

Com a liberação para a retomada de atividades, o medo torna-se mais ativo e muito mais poderoso. Esse medo é demostrado através da angustia e da depressão, em como enfrentar algo que eu não conheço, que não tenho controle e que pode me matar e matar as pessoas que eu amo?

O enfrentamento se dá através de conhecimento do inimigo e do fortalecimento do ego. Conheça o seu inimigo, que aqui no caso não é o coronavírus, mas, sim, o seu medo de enfrentar situações desconhecidas e fortaleça o seu ego, sendo a cada dia quem você realmente é e não o que os outros gostariam ou esperam de você.

Durante o período de quarentena, as crianças estão sofrendo com restrições com as quais não estão acostumadas e que não entendem. Para algumas é inevitável um certo abalo emocional, o qual não posso aqui diagnosticar como depressão, mas, sim, como  angústia. Se esse sentimento não for bem elaborado juntamente com os pais ou um profissional, pode então vir a tornar-se uma depressão.

Ajudar a criança a entender o que está acontecendo agora e como lidar com isso no final da quarentena é essencial para mantê-la emocionalmente serena.

Converse com o seu filho, faça desenhos, leia histórias, invente músicas, discuta sobre a pandemia, tudo sem alarmismo desnecessário, mas com muita sinceridade. Dedique-se a dar atenção à saúde emocional da criança, que é tão ou mais importante que a saúde física.

Lide com as demandas conforme elas forem ocorrendo. Vencendo cada batalha, no final você vencerá a guerra.

Fonte: IG Mulher

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Prêmio Oxford de Design abre as inscrições

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Prêmio Oxford de Design
Divulgação

“Uma viagem pela sua casa” é o tema da 6ª edição do Prêmio Oxford de Design

“Uma viagem pela sua casa” é o tema da  6ª edição do Prêmio Oxford de Design, lançado pela Oxford Porcelanas. A imaginação ajuda a tornar o dia a dia mais prático, versátil e divertido, especialmente neste momento em que as famílias restringem o convívio social e ampliam seu tempo de permanência em casa. Para a Oxford, acrescentar uma pitada de criatividade nas atividades cotidianas pode transformar a rotina em momentos especiais.

“Imaginar é o primeiro passo para começar a usar a criatividade, uma ferramenta poderosa rumo a um mundo melhor. Criatividade sempre foi um grande pilar da empresa, tanto no desenvolvimento de produtos, como na forma de se relacionar com as pessoas.”, diz a gerente de produto da marca, Zaira da Silva. 

Na edição de 2020 do prêmio, as inscrições poderão ser realizadas entre os dias 04 a 23 de novembro através da plataforma WWW.premiooxforddedesign.com.br. Os interessados precisam escolher um modelo de prato raso Unni em três unidades (redondo) ou prato raso Quartier em três unidades (quadrado), diretamente da plataforma, e aplicar sua arte.

O concurso será realizado pela internet. O vencedor (a) será conhecido (a) no dia 03 de dezembro de 2020 e ganhará um prêmio de R$ 7 mil, um aparelho de jantar Oxford (modelo Coup), além da uma coleção de pratos com sua estampa.

No ano passado, o concurso teve mais de 600 inscrições e foram submetidos a votação popular cerca de 450 projetos. “A cada ano o prêmio se torna mais relevante para o mercado brasileiro de design. Fomentar novos talentos e dar oportunidades a designers de todo o Brasil é gratificante e está em nosso DNA. Ficamos muito felizes em continuar investindo neste projeto tão importante para nossa empresa.”, afirma Irineu Weihermann, diretor superintendente da Oxford.

Nesta edição do prêmio, o júri técnico será composto por Stephanie Ribeiro, arquiteta e nova apresentadora do programa Decora no GNT, Matheus Ilt, apresentador de programa de TV, e Bruno Faucz, designer de móveis com renome internacional.

Fonte: IG Mulher

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