turismo

Quais comidas e bebidas nunca consumir em uma viagem de avião e por quê

Publicado


source

Muitos viajantes aproveitam os voos mais longos como um momento de relaxamento antes de chegar o destino desejado. Para ajudar nessa experiência, as companhias aéreas oferecem diversos tipos de serviço a bordo, incluindo o de comidas e bebidas, mas tome cuidado: existem alguns tipos de alimentos que devem ser evitados em viagens de avião e o site Express.co.uk revelou quais são eles.

comida no avião
Freepik/reprodução

Comidas que você nem imagina devem ser evitadas no avião


Dois grupos de alimentos que podem ser perigosos durante os voos são os lacticínios e as frutas. Isso acontece porque os laticínios podem estar armazenados em uma temperatura que não seja ideal, o que pode resultar em dores no estômago. Já as frutas, muitas vezes, são armazenadas com quantidades elevadas de conservantes para que não apodreçam.

A ciência também aponta que comer muita gordura e açúcar durante o voo pode causar mal estar nos passageiros. O ideal é apenas se manter bastante hidratado durante a viagem e fazer as refeições quando estiver em terra.

Mas cuidado também com as bebidas que vai tomar — refrigerantes e bebidas gasosas não são indicados. Em altas altitudes, essas bebidas se tornam ainda mais gasosas porque o CO2 é liberado mais facilmente por conta da baixa pressão de ar das cabines.

Também não consuma nenhum tipo de água que não seja engarrafada, isso inclui chás e cafés que podem ter sido feitos de água da torneira. Estudos recentes apontaram que água da torneira em aeroportos são muito pouco higiênicas e com grande proliferação de bactérias.

Lembrando que altas altitudes também podem desacelerar seu sistema digestivo, facilitando o mal estar e os problemas de digestão no voo. 

Fonte: IG Turismo

Comentários Facebook
publicidade

turismo

Meu perrengue de viagem: Perdi meu RG e fiquei preso no destino sem meus amigos

Publicado


source

Perder um documento durante uma viagem pode causar diversos problemas para o viajante e o estudante universitário Gustavo Motax sentiu isso na pele. Ele foi viajar com um grupo de amigos de carro, mas o automóvel quebrou e a única opção era voltar de ônibus. O problema é que ele não conseguia embarcar porque não encontrava seu RG. Gustavo conta que foi deixado no destino pelos amigos, que precisavam voltar para trabalhar, e precisou resolver o problema sozinho.

Gustavo com os amigos
Arquivo pessoal

Gustavo com os amigos


A história de Gustavo faz parte da série especial do iG Turismo “Me Perregue de Viagem”, que já contou a história de Camila, que  planejou uma viagem para o Caribe e acabou hospedada em uma oca com os índios, e de Thaís, que acabou  casando com um “cafetão” holandês que conheceu durante uma viagem para a Europa. Agora, confira os perrengues do estudante que perdeu seu documento:

“Um belo dia fui viajar de São Paulo para São José do Rio Preto de carro com meus amigos. No caminho, o carro quebrou e passamos algumas horas torrando no sol, sem água e nem comida, até que conseguimos chegar na tal chácara. Ficaríamos três dias por lá, mas no segundo dia o carro quebrou de vez. Chegou o dia de virmos embora, tivemos que acionar o seguro, ou seja, teríamos que voltar de ônibus para casa, mas cadê meu RG?

Lascou tudo mesmo! Fiz um Boletim de Ocorrência, porém não era permitido embarcar só com a versão digital do BO. Meus amigos tinham que ir embora, pois iriam trabalhar no dia seguinte e eu tive que ficar lá sozinho para resolver isso.

Anoiteceu e, depois de muita, mais muita insistência, consegui embarcar em um ônibus. Estava vestindo uma bermuda e uma regata e esfriou muito. Voltei passando frio a viagem toda, meu joelho virou pedra, juro que me senti o Jack congelando no ‘Titanic’, saía até fumacinha da minha boca. Tinha uma mulher sentada do meu lado com dois cobertores e, claro, ela não ofereceu um.

Chegando em São Paulo, eu fui tentar levantar da poltrona do ônibus e cai de bunda no chão, estava sem forças nas pernas por causa do frio. Fui até o metrô mancando, cheio de dores e roxos pelo corpo. O detalhe que eu descobri depois é que o RG sempre esteve dentro de uma jaqueta. Eu não o perdi, só que coloquei o documento dentro da roupa e dentro da minha mala e ele acabou voltando com o carro quebrado no guincho”.

Fonte: IG Turismo

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Agronegocio

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana