POLÍTICA NACIONAL

Psol lança o nome de Erundina para disputar a presidência da Câmara

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Cleia Viana/Câmara dos Deputados
Ordem do dia para discussão e votação de diversos projetos. Dep. Luiza Erundina (PSOL - SP)
A deputada Luiz Erundina, candidata do Psol, está em seu sexto mandato na Câmara

A deputada Luiza Erundina (SP) foi anunciada nessa sexta-feira (15) como candidata do Psol à presidência da Câmara dos Deputados. Com essa anúncio, já são oito os nomes lançados para a disputa do cargo.

A Executiva Nacional do Psol defendeu em nota a construção de uma candidatura de esquerda no primeiro turno que apoie ” as bandeiras da ampliação de direitos, da democracia, da soberania nacional, da defesa da saúde pública, de mudanças antiausteridade na política econômica, da vacinação de todos e todas e do combate a todas as formas de discriminação e opressão, bandeiras estas que serão reforçadas por uma presidência da Câmara dos Deputados que dê início ao processo de impeachment de Bolsonaro”.

Diálogo com outros partidos
O Psol também afirma que, caso a candidatura de esquerda não esteja no segundo turno, que o voto da bancada do partido seja no candidato que representar uma alternativa àquele apoiado pelo governo Jair Bolsonaro. O partido pediu o diálogo com deputados e deputadas de outras legendas que defendam uma candidatura de esquerda.

Erundina tem 86 anos e está em seu sexto mandato de deputada federal. Natural de Uiraúna (PB), foi prefeita de São Paulo (1989-1992) e, nas últimas eleições municipais, disputou novamente o cargo, na condição de vice na chapa com Guilherme Boulos.

Candidatos
A eleição para definir o comando da Câmara no biênio 2021/2022 ocorrerá no começo de fevereiro. Na ocasião, também serão escolhidos os demais ocupantes da Mesa Diretora: dois vice-presidentes, quatro secretários e os respectivos suplentes.

Até o momento, além de Erundina, anunciaram candidatura à presidência os deputados Arthur Lira (PP-AL); Baleia Rossi (MDB-SP); Capitão Augusto (PL-SP); Fábio Ramalho (MDB-MG); André Janones (Avante-MG); Marcel van Hattem (Novo-RS); e Alexandre Frota (PSDB-SP).

Redação – RS

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POLÍTICA NACIONAL

Contrariando decisão de Fachin, ministros do STF querem julgar suspeição de Moro

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Recurso da PGR contra decisão que favoreceu Lula vai ao STF
Nelson Jr./SCO/STF

Recurso da PGR contra decisão que favoreceu Lula vai ao STF

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) querem julgar a suspeição do ex-juiz Sergio Moro nos casos envolvendo o ex-presidente Lula mesmo após  decisão do ministro Edson Fachin ter anulado as condenações do petista ter classificado a 13ª Vara Federal de Curitiba “incompetente”.

Na avaliação dos ministros, a decisão de Fachin não prejudica o julgamento de Moro. Integrantes da 2ª Turma do STF, onde a ação contra Moro tramita, pretendem manter a análise da suposta parcialidade do ex-juiz nos processos que envolvem Lula.

Com a anulação desta segunda (8), Lula deixou de ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa e ganhou novamente todos os seus direitos políticos, podendo inclusive se candidatar para cargos públicos.

Em seu despacho, Fachin considerou que todos os habeas corpus apresentados pela defesa do ex-presidente questionando a conduta da Justiça ficaram prejudicados. Isso quer dizer que todos perdem a razão de ser e devem ser arquivados. Entre eles está a ação que levanta a suspeição de Sergio Moro

A previsão é que ela seja pautada ainda no primeiro semestre. Os ministros da 2ª Turma vão ter a palavra final sobre a pertinência de que ela ainda seja analisada.

Lula foi condenado em 2017 e preso em 2018 por causa do tríplex. A defesa dele sempre questionou a conduta de Moro, afirmando que ele se conduziu de forma parcial nos processos que envolvem o ex-presidente.

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