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PSDB se irrita com omissão do PP na campanha; partido deve ficar fora da gestão

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João Doria e Bruno Covas em comemoração da vitória no segundo turno das eleições em São Paulo
Divulgação/Governo do Estado de São Paulo

João Doria e Bruno Covas em comemoração da vitória no segundo turno das eleições em São Paulo

O PSDB se irritou com o PP durante a campanha de Bruno Covas para a reeleição para a Prefeitura de São Paulo e deve deixar o partido de fora da composição da gestão que começa em janeiro de 2021. A avaliação de aliados do tucano é de que o PP não se esforçou para que Covas fosse reconduzido ao cargo. As informações são da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo .

O PP foi responsável pela nomeação de dois atuais secretários municipais no mandato de Covas que determina neste mês de dezembro: Maurício Bezerra Landim, no Esporte, e Carlos Roberto Queiroz Tomé, na Habitação.

Os aliados de Covas dizem não ter visto empenho dos candidatos do PP em reeleger o prefeito e analisam que ele pouco apareceu nos materiais de campanha do partido.

Com isso, deverão se abrir espaços para acomodar outras siglas da coligação. Os demais partidos são MDB, Podemos, PSC, PL, Cidadania, DEM, PTC, PV e PROS.

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POLÍTICA NACIONAL

Senado: partidos indicam membros para CPI da Covid-19

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Os blocos partidários do Senado definiram os nomes dos indicados para compor a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da covid-19. A CPI, destinada a apurar eventuais omissões do governo federal no combate à pandemia, terá 11 membros titulares. A CPI também vai apurar como os estados administraram as verbas federais repassadas para enfrentar a covid-19.

Os membros titulares da comissão são: Eduardo Braga (MDB-AM), Renan Calheiros (MDB-AL), Ciro Nogueira (PP-PI), Otto Alencar (PSD-BA), Omar Aziz (PSD-AM), Tasso Jereissati (PSDB-CE), Eduardo Girão (Pode-CE), Humberto Costa (PT-PE), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Marcos Rogério (DEM-RO) e Jorginho Mello (PL-SC).

Os suplentes serão Jader Barbalho (MDB-PA), Luis Carlos Heinze (PP-RS), Angelo Coronel (PSD-BA), Marcos do Val (Pode-ES), Rogério Carvalho (PT-SE), Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Zequinha Marinho (PSC-PA). Os nomes foram apurados pela reportagem da EBC junto às assessorias dos senadores e partidos.

Agora, cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, decidir se as reuniões do colegiado serão presenciais, semipresenciais ou remotas. Ele, no entanto, já indicou que os encontros, a princípio, ocorrerão nas dependências da Casa.

“Uma CPI impõe atos como interrogatórios, inquirição de testemunhas incomunicáveis, reunião e exame de documentos sigilosos, perícias. Tudo isso recomenda que, por ser um trabalho investigativo, seja feito presencialmente”, disse. Pacheco frisou, porém, que a própria comissão terá a liberdade de decidir o formato do seu trabalho, e inclusive de conduzir atividades não presenciais.

Os membros da comissão deverão eleger seu presidente e o vice. A relatoria será definida em seguida. A CPI terá poderes de investigação equivalentes aos de autoridades judiciais. Primeiramente, o colegiado deverá aprovar um plano de trabalho, proposto pelo relator. Trata-se das ações da comissão para cumprir o seu objetivo. Entre elas, podem estar a requisição de informações oficiais, a solicitação de auditorias e perícias, a intimação e oitiva de testemunhas, a convocação de ministros de Estado e a realização de diligências variadas.

* Com informações da Agência Senado

Edição: Fábio Massalli

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