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PS5 fica ainda mais difícil de comprar após novo corte na fabricação

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Novo corte na fabricação pode prejudicar vendas do PlayStation 5 (PS5)
Felipe Vinha

Novo corte na fabricação pode prejudicar vendas do PlayStation 5 (PS5)

Não anda fácil para a Sony manter em alta a fabricação de PlayStation 5 ( PS5 )  pelo mundo, ao que parece. De acordo com o Bloomberg , a empresa teria reduzido novamente sua previsão interna de fabricação de novas unidades. Anteriormente o objetivo era ter mais de 16 milhões de consoles fabricados até o final de março de 2022, mas a nova previsão é não passar de 15 milhões.

O suposto corte de previsão parece pequeno, mas pode impactar bastante a venda e a expectativa de sucesso que a Sony buscaria alcançar com seu console. A empresa chegou a mencionar que gostaria de comercializar 14,8 milhões até o final de março de 2022, algo que, segundo o Eurogamer , vai ser difícil de atingir, após esta previsão revisada.

A dificuldade de fabricação do PS5, claro, se dá pelos mesmos motivos anteriores: o impacto da pandemia da COVID-19 na linha de produção e falta de peças para construir os consoles, seus processadores e chips.

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A fabricação até continua a acontecer, especialmente agora depois da “retomada” de várias forças de trabalho, com o avanço da vacinação no mundo todo. Ainda assim, as peças supostamente estão chegando à fabricação do PS5 com um certo atraso, o que está impactando nos cronogramas da própria Sony.

PS5 completa um ano

A má notícia vem acompanhada do aniversário de um ano do PS5. O console da Sony foi lançado no final de 2020, em novembro, aproveitando ainda as vendas da Black Friday. O aparelho veio com diversas promessas, especialmente em relação à velocidade de carregamento dos jogos, o que de fato cumpriu. Tudo isso graças ao armazenamento SSD de alta performance.

Outra novidade foi o controle DualSense, com sensores de feedback nos gatilhos, tornando a experiência de jogar ainda mais diferenciada.

Com informações: The Verge .

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Claro tem melhor internet móvel, enquanto Vivo lidera fixa, diz estudo

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Pessoas com celulares em mãos
Bruno Ignacio

Pessoas com celulares em mãos

Um levantamento feito pela consultoria norte-americana Ookla mostra que a Claro tem a maior velocidade de internet móvel no Brasil. A empresa mantém a liderança em relação ao ano anterior, com 71,16 Mbps de velocidade em celulares.

O valor é muito superior à segunda colocação, ocupada pela Vivo (31,9 Mbps). TIM (28,2 Mbps) e Oi (21,64 Mbps) completam o ranking entre as maiores operadores de internet móvel do país.

Considerando a entrada do 5G no Brasil, o ranking se altera, mas a Claro ainda mantém a liderança. A operadora tem performance de 71,1 Mbps, enquanto a TIM tem 56,2 Mbps e a Vivo registrou 55,9 Mbps.

A pesquisa ainda colocou a Vivo na liderança em internet fixa. Segundo a Ookla, a empresa oferece 105,4 Mbps de velocidade, o melhor índice no Brasil.

A Oi está segundo e a Claro na terceira colocação. Ambas possuem 99,62 Mbps e 98,44 Mbps registrados, respectivamente.

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Considerando a latência, a TIM ocupa o menor índice em telefonia móvel, com 27 milissegundos. Claro (28 ms), Vivo (30 ms) e Oi (32 ms) aparecem nas colocações abaixo. Já em internet fixa, a Oi registou o melhor índice, com 4 ms. Vivo (5 ms) e Claro (12 ms) completam o ranking.

Queda de posição

Com os resultados apurados pela consultoria, o Brasil caiu duas posições no ranking de melhor rede de internet móvel do mundo. O país ocupava a 76ª em 2020 e, agora, ocupa a 78ª. O levantamento considera a rede de 138 países.

No quesito rede fixa, o Brasil está melhor posicionado. A média do país, segundo o levantamento, foi de 85 Mbps, o que nos coloca na 35ª posição no ranking mundial.

Brasília tem a melhor internet

A Ookla divulgou ainda um levantamento sobre a rede de internet nas capitais brasileiras. Brasília obteve melhor resultado tanto em internet fixa (105 Mbps) quanto em móvel (35 Mbps).

Já São Paulo, considerada a cidade mais tecnológica do país, ocupa a quarta posição em internet móvel (26,12 Mbps) e a sexta em internet fixa (93 Mbps). O Rio de Janeiro se colocou na terceira posição em rede móvel (26,23 Mbps) e na oitava colocação em fixa (89 Mbps).

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