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Próximo do PSL, Geraldo Alckmin lidera corrida para o governo do estado de SP

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 Próximo do PSL, Geraldo Alckmin lidera corrida para o governo do estado de SP
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Próximo do PSL, Geraldo Alckmin lidera corrida para o governo do estado de SP

Em um levantamento realizado pelo instituto Paraná Pesquisas mostra que Geraldo Alckmin (PSDB), ex-governador de São Paulo tucano que negocia ida ao PSL , lidera a corrida ao Palácio dos Bandeirantes para as eleições de 2022. Seu ex-vice, Márcio França (PSB), ocupa a segunda posição.

No primeiro cenário divulgado, Geraldo Alckmin apresenta 19,9% das intenções de voto do eleitor paulista. França apresenta-se em seguida com 15,4% e Fernando Haddad (PT) ocupa a terceira posição, com 13,4% dos votos. Guilherme Boulos (PSOL) e Paulo Skaf (MDB) completam a lista de candidatos com dois dígitos e possuem 11,4% e 10,2%, respectivamente.

O deputado estadual Arthur do Val (PATRIOTAS) obteve 6,4% e o vice-governador de São Paulo , Rodrigo Garcia (DEM), 3,1%. O último candidato a pontuar foi Vinícius Poit (Novo) que somou 0,5% das intenções de voto.

Em um cenário sem a candidatura do ex-governador Geraldo Alckmin, Márcio França assume a liderança da disputa com 18,6% dos votos. O petista Fernando Haddad foi a 16,2% e Skaf assume a terceira colocação com 13,2% dos votos. Guilherme Boulos sobe um ponto percentual e alcança 12,2% das intenções e Arthur do Val, 7,1%. Rodrigo Garcia e Vinicius Poit completam a lista com 6,2% e 0,7%, respectivamente.


O instituto Paraná Pesquisas realizou a pesquisa com a participação de 1.602 eleitores em 92 municípios do estado de São Paulo, entre os dias 28 de abril e 1º de maio.

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Covid-19: Índia registra menos de 300 mil casos pela 1ª vez em 25 dias

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A Índia registou 281.386 casos de covid-19 nas últimas 24 horas, ficando abaixo dos 300 mil diários pela primeira vez em 25 dias, mas contabilizou novamente mais de 4 mil mortes em um dia.

O segundo país mais afetado no mundo em número de casos, depois dos Estados Unidos, já acumulou quase 25 milhões de infecções desde o início da pandemia (24.965.463), de acordo com dados do Ministério da Saúde indiano.

A Índia registou um declínio gradual dos casos, depois de ter atingido números de mais de 400 mil contágios, há duas semanas, no âmbito de uma segunda onda da pandemia, com impacto sem precedentes no sistema de saúde, com falta de oxigênio e de camas.

Nas últimas 24 horas, o país registou 4.106 mortos, com o total de óbitos desde o início da pandemia chegando a 274.390.

Especialistas alertaram que os números oficiais poderão estar subavaliados, devido à falta de testes e à crescente propagação do novo coronavírus nas zonas rurais, onde a cobertura sanitária é menor.

Nova Delhi, uma das cidades mais duramente atingidas pela crise, que sobrecarregou hospitais e crematórios, prolongou por uma semana o confinamento de quase 20 milhões de habitantes, enquanto o estado oriental de Bengala impôs, no domingo (16), uma série de restrições devido ao aumento de casos na região.

A campanha de vacinação se desenvolve de forma lenta, com vários estados a criticarem as limitações no fornecimento das vacinas, apesar de o governo ter aberto, em 1º de maio, o programa a todos os cidadãos com mais de 18 anos.

A Índia só conseguiu completar a vacinação de pouco mais de 3% da população (cerca de 40 milhões de pessoas), apesar da intenção anunciada de vacinar 300 milhões de pessoas até julho.

O total de vacinas administradas se aproxima dos 182,9 milhões, de acordo com dados atualizados diariamente pelo Ministério da Saúde do país.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.371.695 mortes no mundo, resultantes de mais de 162,4 milhões de casos de infecção, segundo balanço da agência de notícias France-Presse (AFP).

Em Portugal, morreram 17.007 pessoas, dos 842.182 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida pelo novo coronavírus, detectado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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