POLÍTICA NACIONAL

Projeto prevê uso de recursos de pesquisa em saúde para compra de medicamentos para doenças raras

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O Projeto de Lei 4352/20 prevê que recursos do Programa de Fomento à Pesquisa em Saúde sejam destinados para a compra de medicamentos para o tratamento de doenças raras ou negligenciadas, para serem distribuídos pelas farmácias de alto custo. O autor é o deputado Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF).

Cleia Viana/Câmara dos Deputados
Audiência pública para debater o PL 2.937/2019, que redistribui os recursos das loterias. Dep. Julio Cesar Ribeiro (PRB-DF)
Julio Cesar Ribeiro, autor do projeto

O texto altera a Lei 13.930/19, que o hoje estabelece que no mínimo 30% dos recursos do programa sejam aplicados em atividades voltadas para o desenvolvimento de medicamentos, imunobiológicos e outros produtos destinados ao tratamento dessas doenças.

A proposta em análise na Câmara dos Deputados acrescenta a esta lista a compra de medicamentos para o tratamento de doenças raras ou negligenciadas, em vez de prever o repasse de recursos apenas para o desenvolvimento tecnológico desses produtos.

“O projeto tem por objetivo redistribuir os valores do fomento à pesquisa em saúde para a aquisição desses medicamentos, já que o seu custo é bastante elevado e não há distribuição por parte do poder público por falta de recursos”, afirma o autor da proposta.

O parlamentar cita como exemplo o medicamento Zolgensma, usado no tratamento de crianças com atrofia muscular espinhal. “O alto custo do remédio é o grande obstáculo para os pacientes que necessitam dele”, disse.

Reportagem – Lara Haje
Edição – Ana Chalub

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POLÍTICA NACIONAL

“Não é mais barato investir na cura do que na vacina?” diz Bolsonaro

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Jair Bolsonaro
Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro (sem partido)

presidente Jair Bolsonaro (sem partido) questionou nesta segunda-feira (26) se não é mais interessante apostar na cura da Covid-19 e não na vacina contra a doença. Na visão do chefe do Executivo, a produção de imunizações pode levar cerca de quatro anos para ficar pronta.

“Agora, pelo que tudo indica, né, todo mundo diz que a vacina que menos demorou foram quatro anos. Eu não sei porque correr em cima dessa. Eu dou minha opinião pessoal. Não é mais barato ou mais fácil investir na cura do que até na vacina? Ou jogar nas duas, mas também não esquecer da cura”, disse aos apoiadores que estavam no Palácio da Alvorada.

Bolsonaro voltou a defender o uso da hidroxicloroquina para o tratamento do novo coronavírus. O medicamento não tem eficácia comprovada e não é recomendando pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

“A cura, eu, por exemplo, sou testemunha. Eu tomei a hidroxicloroquina , outros tomaram ivermectina, outros tomaram Annita e deu certo. Pelo que tudo indica, todo mundo que tratou precocemente com uma dessas três opções foi curado”, afirmou o presidente.

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