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Projeção no prédio do Congresso Nacional chama atenção para garimpo em terra Yanomami

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Adriano Machado/ISA
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Projeção na fachada do Congresso representou os xapiri Yanomami – os espíritos da floresta

A fachada do prédio do Congresso Nacional recebeu nesta noite uma projeção com frases para marcar a entrega a autoridades federais de uma petição com mais de 400 mil assinaturas, que pede a retirada de garimpeiros ilegais da Terra Indígena Yanomami.

A campanha #ForaGarimpoForaCovid é uma iniciativa do Fórum de Lideranças Yanomami e Ye’kwana, que estima a presença de mais de 20 mil garimpeiros no território. A Terra Indígena fica nos estados de Roraima e do Amazonas.

A petição virtual recebeu mais de 439 mil assinaturas e foi entregue durante reunião com a Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Direitos dos Povos Indígenas.

Da Redação – CL
Com informações da Assessoria de Imprensa

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POLÍTICA NACIONAL

Nos bastidores, Wajngarten trabalha para tirar Pazuello do Ministério da Saúde

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Ministro é alvo de críticas de mais um integrante do governo Bolsonaro
Agência Brasil

Ministro é alvo de críticas de mais um integrante do governo Bolsonaro

O processo de “fritura” do  general Eduardo Pazuello no comando do Ministério da Saúde segue acontecendo dentro do governo. Após a PGR abrir inquérito contra ele, o ministro agora é alvo de Fabio Wajngarten, secretário especial de comunicação do governo Jair Bolsonaro.

Segundo informações do blog da jornalista Bela Megale,  Wajngarten já teria iniciado conversas nos bastidores, inclusive com o próprio presidente, para tirar Pazuello do comando da pasta da Saúde.

Ainda de acordo com a publicação, a morte de um amigo por Covid-19 e o fato de ter participado intensamente das negociações com a Pfizer para a compra de vacinas da empresa, que acabaram não dando certo, seriam as principais motivações do secretário. Ele, inclusive, culpa Pazuello pelo fracasso nas tratativas.

No último sábado, o ministério divulgou nota a respeito do tema, afirmando que  recusou a oferta da Pfizer porque considerou que o acordo “causaria frustração em todos os brasileiros” por se tratar de lote pequeno: “teríamos que escolher, num país continental com mais de 212 milhões de habitantes, quem seriam os eleitos a receberem a vacina “.

Assim, o país segue com apenas duas opções de vacinas até o momento: a CoronaVac, que teve mais um lote aprovado pela Anvisa , mas que agora enfrenta o problema da falta de insumos para dar prosseguimento ao processo, e a AstraZeneca/Oxford , importada da Índia e que começou a ser distribuída no último final de semana.

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