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Programa de apoio “Brasil Mais” supera meta e atende mais de 9 mil empresas

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Agência Brasil

Programa Brasil Mais
Divulgação/Ministério da Economia

Programa Brasil Mais atende mais de 9 mil empresas

Interrompido por causa da pandemia de covid-19 e retomado em outubro, o Programa Brasil Mais chegará ao fim do ano superando a meta de atendimento. Até o momento, o programa está atendendo 9.334 empresas, enquanto a meta inicial previa alcançar 7 mil empresas até o fim de 2020.

Coordenado pela Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia , o Brasil Mais oferece consultoria, apoio técnico e capacitação em dois eixos: melhoria de gestão e adoção de tecnologias digitais. O primeiro eixo está disponível para micro e pequenas empresas. O segundo está disponível para indústrias.

Os cursos são oferecidos em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

O cadastro no programa pode ser feito no site www.gov.br/brasilmais. Ao inscrever-se, a empresa escolhe em qual dos eixos quer se inscrever, responde a um questionário de autodiagnóstico e é encaminhada para o atendimento, com assistência do Sebrae ou do Senai.

No ramo de micro, pequenas e médias empresas , o programa atende negócios nos seguintes estados: São Paulo (5.986), Sergipe (168), Mato Grosso do Sul (950), Santa Catarina (1.878) e Tocantins (240). Esses estabelecimentos recebem acompanhamento técnico contínuo do Sebrae .

O próximo ciclo do programa será lançado em março de 2021 , aberto aos empreendedores de todo o país. O Sebrae oferecerá 22 mil vagas com 100% dos custos subsidiados. Após a capacitação, um agente do órgão visitará a empresa para uma nova avaliação e mensuração de resultados.

No ramo da indústria , o Senai registra 112 empresas em atendimento, nos estados de Alagoas (6), Amazonas (5), Goiás (7), Minas Gerais (4), Mato Grosso (2), Pernambuco (2), Paraná (32), Rio Grande do Norte (3), Santa Catarina (47) e Pará (4).O Programa Brasil Mais pretende chegar ao fim de 2021 atendendo 70 mil empresas. Para 2022, o plano prevê a prestação de consultoria técnica a 120 mil companhias.

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Você sabe a diferença entre o leite de vaca, cabra e ovelha? Entenda.

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Não é apenas no sabor que o leite de cabras, vacas e ovelhas são diferentes. Produtos têm características diferentes e podem impactar na sua saúde.
Brasil Econômico

Não é apenas no sabor que o leite de cabras, vacas e ovelhas são diferentes. Produtos têm características diferentes e podem impactar na sua saúde.

É na digestão que já aparece a primeira diferença entre o leite de cabra e o leite de vaca . Nesse quesito, o insumo produzido pelos caprinos leva ligeira vantagem, pois estudos indicam que o leite de cabra é mais facilmente absorvido pelo organismo, deixando menos resíduos indigestos no cólon para fermentar e causar sintomas desconfortáveis, ​​como os da intolerância à lactose.

Outra diferença está na principal proteína encontrada no leite de vaca, a Alfa S1 caseína. Estimativas mostram que 1 em cada 10 pessoas são alérgicas a essa proteína, cujos sintomas são quase idênticos aos da intolerância à lactose. Tanto no leite de cabra quanto no leite humano, essa proteína ofensiva se encontra numa quantidade menor.

A fácil digestão do leite caprino pode ser atribuída à sua coalhada de caseína, que é mais suave e menor do que a produzida pelo leite bovino . Quanto menor e mais suave é a coalhada, mais facilmente ela é aceita pelo sistema digestivo humano.

Cabras e vacas diferem também quando o assunto é a estrutura de gordura do leite. O tamanho médio dos glóbulos de gordura encontrados no leite de cabra, por exemplo, é relativamente menor que a do leite de vaca, o que proporciona melhor dispersão e uma mistura mais homogênea de gordura. Este é outro fator que faz com que o material caprino seja mais fácil de digerir.

Pesquisas indicam ainda que o leite de cabra tem mais dos ácidos graxos essenciais (ácidos linoleico e araquidônico), e uma porcentagem mais elevada de ácidos graxos de cadeia curta e de cadeia média. Também não contêm aglutinina. Resultado: os glóbulos de gordura no leite de cabra não aglomeram, o que ajuda a facilitar a digestão e absorção.

O leite de ovelha e suas características

Você viu?

Ainda pouco conhecido do grande público consumidor, o leite de ovelha tem uma composição que o difere de outras espécies. Primeiro, porque se caracteriza pela riqueza em gordura e albumina, pois contém o dobro destes em relação ao leite de vaca. Segundo, porque apresenta maior viscosidade, acidez e alto teor de caseína e sólidos totais, o que resulta em um alto rendimento na fabricação de queijos.

A proteína da ovelha é particularmente resistente ao crescimento de microrganismos durante as primeiras horas depois de ordenhado, isso porque sua atividade imunológica é maior que a do leite de vaca.

Entre as principais características estão: sabor suave e ligeiramente adocicado; valor superior de sólidos totais na comparação com o leite de cabra e de vaca; o dobro de gordura em relação ao leite de vaca; maior presença de ácidos graxos de cadeia curta e média, que proporcionam um menor efeito sobre o colesterol e reflete diretamente sobre a saúde; maior concentração de ácido linoleico conjugado (efetivo no combate ao câncer e importante na redução de gordura corporal).

Além disso, possui até três vezes mais proteínas que permanecem em solução a pH de 4,6, denominadas de proteínas do soro lácteo e formadas por um grupo variado que incluem: alfa-lactoalbumina, beta-lactoglobulina, albumina do soro sanguíneo, imunoglobulinas e peptídeos de baixo peso molecular.

Estas proteínas estão em solução na parte aquosa do leite, sendo perdidas em sua grande totalidade no soro durante o processo de fabricação de queijos.

O leite é um importante veículo de vitaminas do complexo B (principalmente B12, que participa como coenzima em diversas reações, sendo necessário para formação do sangue e função neurológica) assim como as vitaminas lipossolúveis A, D e E, que compõem o glóbulo de gordura.

No leite de ovelha estas vitaminas estão contidas em maior peso, como por exemplo, na vitamina D, que apresenta em torno de 0,18g contra 0,04g do leite de vaca em 100 gramas.

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