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Produtores de borracha natural podem aderir ao sistema de produção integrada

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As normas técnicas para a produção integrada da borracha natural foram publicadas na Instrução Normativa nº 6. O normativo entra em vigor no dia 1º de junho.

A produção integrada tem como estrutura básica boas práticas agrícolas para a adequação dos processos produtivos e obtenção de produtos vegetais e de origem vegetal de qualidade. Esse sistema favorece o uso de recursos naturais e a substituição de insumos poluentes, garantindo uma produção agrícola sustentável, economicamente viável e socialmente justa, além de permitir a rastreabilidade do produto.

Para o presidente da Câmara Setorial da Borracha, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Antônio Carlos Gerin, em mercados cada vez mais exigentes, esses critérios são diferenciais e permitem ao produtor de borracha natural maior competitividade internacionalmente.

“A borracha brasileira compete com produtos importados e, muitas vezes, os produtores não conseguem comprovar que vieram de uma cadeia sustentável baseada em boas práticas. Ao aderir ao sistema de produção integrada, o produtor nacional agrega ainda mais valor ao seu produto, garantindo um espaço diferenciado de mercado”, afirmou Gerin.

A adesão à produção integrada é voluntária e o produtor que seguir as normas técnicas passa por avaliação para obter o selo “Brasil Certificado”, concedido por uma entidade credenciada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

Produção Integrada

A Produção Integrada começou no Brasil com o Marco Legal da Produção Integrada de Frutas (PIF), em 2001. Atualmente, a Produção Integrada é válida para todas as cadeias do agronegócio, ficando a cargo dos colegiados específicos a apresentação de propostas de normas para cada cultura.

Com informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Fonte: Brasil.gov

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Família de novo ministro teria tentado expulsar indígenas de terra em SP

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O novo ministro do Meio Ambiente e o presidente Jair Bolsonaro
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O novo ministro do Meio Ambiente e o presidente Jair Bolsonaro

O novo ministro do Meio Ambiente, Joaquim Álvaro Pereira Leite , integra uma tradicional família de fazendeiros de café que disputa uma porção da Terra Indígena Jaraguá, em São Paulo. As informações são da BBC Brasil.

Um documento da Funai (Fundação Nacional do Índio) diz que capatazes da família do ministro chegaram a destruir a casa de uma família indígena ao tentar expulsá-la do território.

A terra tem 532 hectares e fica nos municípios de São Paulo e Osasco. Nela moram indígenas dos povos Guarani Mbya e Ñandeva, segundo a Comissão Pró-Índio de São Paulo.

Segundo relatório de identificação da terra indígena, o pai do novo ministro, Joaquim Álvaro Pereira Leite Neto, teria, em 1986 exigido a Funai “retirasse os marcos físicos do processo demarcatório da área indígena Jaraguá, alegando ser o proprietário da área, acusando agressivamente a Funai de estar praticando um crime”.

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“Tal agressividade, no entanto, extrapolou para além das missivas, e passaram então esses cidadãos a fazer ameaças aos índios, a intimidá-los com capatazes, e mesmo destruindo uma de suas casas”, segue o relatório.

Como a Funai não paralisou a demarcação, os indígenas teriam passado a sofrer ameaças da família.

No entanto, o Ministério Público Federal teria acionado a Polícia Federal, que interveio e evitou a expulsão.

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