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Procon-SP notifica Carrefour sobre erro em oferta de produto

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Empresa afirmou que cancelou as compras e informou os consumidores sobre o erro
DANIEL DE CERQUEIRA

Empresa afirmou que cancelou as compras e informou os consumidores sobre o erro

O Procon-SP notificou a rede de hipermercados Carrefour por falta de transparência ao anunciar o erro de uma oferta divulgada no site da empresa. De acordo com a fundação, houve um erro no valor anunciado de um relógio divulgado no site da rede.

A empresa francesa teria anunciado o produto com 60% de desconto, mas os compradores reclamaram que não receberam o benefício. O Procon-SP pediu ao Carrefour explicação sobre os termos da promoção, a quantidade de consumidores afetados e os produtos em oferta, mas não obteve as respostas necessárias.

Em comunicado, a fundação informou que a rede de supermercados se limitou a dizer que cancelou as compras do produto em questão e informou os compradores sobre o erro. O diretor-executivo do Procon-SP, Fernando Capez, no entanto, questiona a forma como foi feita a comunicação aos clientes e ressalta a importância de uma “errata” para aumentar a transparência aos consumidores.

“Apesar do Carrefour informar que irá honrar com compromisso firmado apenas com os produtos anunciados com desconto de até 60%, o consumidor que tiver comprado uma mercadoria com desconto acima dessa porcentagem poderá registrar reclamação junto ao Procon-SP para que cada caso seja avaliado individualmente. Somente caso a caso será possível avaliar se houve erro grosseiro ou não”, afirma Capez.

A fundação ressalta que, em caso de negativa de respostas, a empresa poderá ser multada conforme prevê o Código de Defesa do Consumidor (CDC) .

O iG entrou em contato com o Carrefour para questionar as ações que a rede deve tomar após a notificação, mas ainda não obteve retorno.

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G7 apoia taxa mínima global para multinacionais e buscará acordo final em julho

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O presidente americano Joe Biden e o premier britânico Boris Johson entre outros líderes no encontro do G7
Foto: LEON NEAL / AFP

O presidente americano Joe Biden e o premier britânico Boris Johson entre outros líderes no encontro do G7

Em seu comunicado final, os líderes do G7 apoiaram a proposta dos ministros de Finanças do bloco de criar um imposto mínimo global de 15% para as multinacionais, em especial as gigantes de tecnologia americanas como Google, Facebook, Apple e Amazon, e prometeram aprofundar o debate sobre a medida.

“Precisamos de um sistema tributário que seja justo em todo o mundo. Apoiamos o compromisso histórico assumido pelo G7 em 5 de junho”, diz o comunicado.

“Vamos agora continuar a discussão para chegar a um consenso sobre um acordo global visando a uma solução equitativa na atribuição de (…) um ambicioso imposto mínimo de pelo menos 15% em uma base país a país, por meio do quadro de inclusão do G20 e da OCDE. E esperamos chegar a um acordo na reunião de julho do G20”, acrescentou. o bloco.

O próprio presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, demonstrou apoiar a medida.

— Empresas demais têm recorrido a paraísos fiscais — afirmou Biden à Reuters. — Um imposto mínimo vai nivelar a competição. Vou avançar nesse tema nos EUA.

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Para o G7, os ministros de Finanças, na reunião preparatória, deram “um passo significativo para criar um sistema tributário mais justo para o século XXI”.

“Nossa colaboração criará um campo de jogo mais forte e nivelado, que ajudará a aumentar a receita tributária para apoiar os investimentos e acabar com a evasão fiscal”, afirmou a nota.

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