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Procon-RJ compara preços  de presentes para o Dia das Mães; veja como economizar

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No próximo domingo será comemorado o Dia das Mães e para ajudar os consumidores a economizar na compra do presente, o Procon Estadual do Rio de Janeiro realizou um levantamento de preços dos produtos mais procurados para presentear. Os agentes visitaram ao todo 95 lojas e listaram os preços de 22 itens, entre eles flores, celulares e perfumes. A pesquisa foi feita em lojas físicas nas Zonas Norte, Sul, Oeste e Centro do município do Rio de Janeiro, em Niterói, nas Regiões Serrana e dos Lagos, Baixada Fluminense, Macaé e também em lojas virtuais .

Nas lojas do município do Rio de Janeiro, o maior percentual de variação encontrado entre perfumes foi de 43% nas lojas da Zona Oeste. Em relação às flores e celulares, as maiores oscilações foram encontradas na Zona Norte, 200% no buquê e 46% no eletrônico. Os servidores identificaram considerável variação de preço entre as lojas virtuais, 91% nos perfumes, 41% nas flores e 50% nos celulares.

O Procon-RJ destaca que nem todos os itens foram encontrados em todos os estabelecimentos verificados. Este levantamento é um retrato da ocasião em que foi realizada a pesquisa e não há a garantia de que o consumidor irá encontrar os mesmos preços no momento em que o consumidor for realizar a sua compra.

As listas com todos os itens pesquisados e as respectivas variações de preços podem ser encontradas no link: http://bit.ly/pesquisa-diadasmaes-2021 .

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Tom agressivo de Bolsonaro afasta investimento da China

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Comentários agressivos sobre a China têm impactos negativos em negócios dos dois países
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Comentários agressivos sobre a China têm impactos negativos em negócios dos dois países

As falas agressivas de Bolsonaro contra a China têm provocado um afastameto dos investimentos do maior parceiro comercial do país: a China. Um dos impactos mais importantes para o cenário de combate à pandemia é o envio de insumos para a fabricação de vacinas contra a Covid-19. 

Além disso, novos investimentos em setores de energia, transporte e tecnologia também podem ser afetados pelas falas do presidente. Reuniões já foram canceladas em câmaras de comércio, que é a instância de parceria comercial entre os dois países, após acusações de que o país asiático estaria tirando proveito da pandemia para alavancar a própria economia. 

Ao Uol , o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China (CCIBC) , Charles Tang , disse que as transações dependem de órgãos reguladores e de financiamento. Acrescentou que, a cada cometário de Bolsonaro sobre os chineses, surge uma insegurança sobre os negócios. 

“Se tem negócio suspenso por causa das posições do governo sobre a China? Vou responder dando um exemplo. O mundo inteiro está correndo para ajudar a Índia. A China mandou milhões de vacinas para a Índia. A China não está correndo para ajudar o Brasil. Por que ajudou a Índia e não o Brasil?”, indagou, em entrevista ao Uol.

A China é o maior parceiro comercial do Brasil, que, em 2020, fechou com saldo positivo de US$ 35,4 bilhões em exportações para o país da Ásia. Registrou redução nos gastos com importação, sendo 2,7% a menos (US$ 34,6 bilhões), e aumento nas exportações de 7,3% (US$ 70,08) bilhões, saldo maior que as vendas para os EUA.

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