Saúde

Problemas auditivos podem causar isolamento e depressão

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Fonoaudióloga Samia Helena Ribeiro

Por Hernandes Cruz

Problemas do cotidiano como depressão, dificuldade de comunicação, isolamento e falta de auto-estima podem ser associados a dificuldades de audição, diz a fonoaudióloga especialista Samia Helena Ribeiro que atua na Audax Aparelhos Auditivos. Esses sinais devem ser acompanhados de perto pela própria pessoa e seus familiares.

De acordo com a especialista, muitas pessoas não sabem que possuem problemas auditivos e com a dificuldade em entender e se comunicar, buscam se isolar, devido a falta de compreensão de pessoas que estão próximas a seu círculo social.

“Ter a boa audição é sinal de qualidade de vida e quando uma pessoa está ouvindo constantemente zumbidos, fazendo bastante leitura labial e com certa irritação devido a falta de compreensão, pode ser sinal de que ela deve procurar uma ajuda médica para resolver o quanto antes”, explica Samia.

Ribeiro lembra que se a pessoa acredita que possa ter problema auditivo, um médico otorrino deve ser procurado o quanto antes para que ele possa fazer uma avaliação e hoje existem diferentes tratamentos individualizados como o uso de remédios, implantes cocleares e o uso de aparelho auditivo que são pequenos e discretos. 

“O apoio da família também é essencial para o tratamento do paciente que precisa de um cuidado a mais para recuperar aos poucos sua saúde auditiva, a compreensão dos fatos e a melhora gradativa na reinserção social e na qualidade de vida desta pessoa”, pontua a fonoaudióloga, que atua há mais de 10 anos em Cuiabá.

 

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Covid-19: EUA podem chegar a 200 mil casos por dia nas próximas semanas

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EUA podem chegar a 200 mil casos por dia nas próximas semanas
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EUA podem chegar a 200 mil casos por dia nas próximas semanas


Segundo informações dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), os Estados Unidos podem alcançar 200 mil casos de Covid-19 por dia nas próximas seis semanas. O número elevado é quatro vezes a taxa atual de contaminados no país e pode acontecer graças à disseminação da variante Delta.

“Estamos entrando em um momento difícil. É provável, se nossa trajetória for semelhante à do Reino Unido, que possamos ver até 200 mil casos por dia”, disse Tom Frieden, ex-diretor do CDC, à CNN.

Frieden afirma, no entanto, que provavelmente não será visto um “número terrível de mortes” do início da pandemia graças ao número de pessoas que foram vacinadas. Mesmo assim, será visto “um aumento constante nas mortes, e essas são mortes evitáveis”.

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A última vez que mais de 200 mil casos nos Estados Unidos foram registrados em um dia foi em janeiro, de acordo com a Universidade Johns Hopkins.

Vacinação nos Estados Unidos

Com a chegada da variante Delta, autoridades se preocupam ainda mais com a vacinação daqueles que ainda não foram imunizados. Apenas 49,1% da população do país está totalmente vacinada, de acordo com o CDC, que também afirmou que as taxas de vacinação diária estão diminuindo.

“Agora, estamos em um ponto onde há sólidos 25 ou 30 por cento da população dizendo que não quer ser vacinada, que está tudo bem em permitir que este vírus continue a se espalhar, a causar danos e, pior de tudo, possivelmente continuar a criar variantes que serão resistentes à imunidade induzida pela vacina”, disse diretor do Centro de Educação de Vacinas do Hospital Infantil da Filadélfia, Paul Offit, à CNN. 

Quem paga o preço

Segundo a analista médica da CNN, Leana Wen, as pessoas que se vacinaram podem pagar pelas escolhas dos antivacinas. Isso porque, apesar de oferecer forte proteção contra o vírus, uma pessoa vacinada cercada por pessoas não vacinadas pode se contagiar, podendo adoecer ou transmitir a infecção para amigos e familiares.

“Quando as pessoas dizem ‘Não vou ser vacinado’, elas estão, na verdade, escolhendo colocar todo mundo em perigo e estão prolongando a pandemia”, disse Wen.

Fonte: IG SAÚDE

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