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Princípe Harry e Meghan se tornam parceiros de fintech; veja qual

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Príncipe Harry e Meghan Markle
Reprodução CBS

Príncipe Harry e Meghan Markle

Para quem apostava que o príncipe Harry e Meghan Markle cairiam no esquecimento depois de  se desligarem da família real britânica, eles mostram um caminho oposto, construído sobre contratos milionários e muitos holofotes.

Na sua nova empreitada para garantir o futuro dos filhos  Archie e Lilibet , o duque e a duquesa de Sussex acabam de ingressar como parceiros de impacto da fintech Ethic, que tem US$ 1,3 bilhão em ativos sob gestão voltados para investimentos no setor ambiental, social e com foco em governança (ESG).

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A sigla, que significa governança ambiental, social e corporativa, tem ganhado espaço nas empresas e a parceria surge à medida que mais entidades são forçadas a considerar estes aspectos ao investir. O casal já era investidor da Ethic desde o início deste ano e também tem investimentos administrados pela empresa.

Segundo Meghan, a parceria vem de um alinhamento de propósitos entre o que o casal acredita e o que a empresa propõe. A Ethic foi fundada em 2015 com a proposta de ajudar investidores a transferirem seu dinheiro para empresas que “tratam as pessoas e o planeta com respeito”.

Cofrinho cheio

Desde o ano passado, quando oficializaram a saída da família real e se mudaram para Los Angeles, nos Estados Unidos, o casal vem assinando uma enxurrada de negócios. Entre eles, acordos multimilionários para fornecer conteúdo para Netflix e Spotify.

De acordo com o The Guardian, o contrato deles com a Netflix, que supostamente vale até US$ 122 milhões (R$ 675 milhões), era para criar “conteúdo que informa, mas também dá esperança”. Em um deles, a duquesa e atriz está trabalhando em um projeto de animação sobre as aventuras de uma menina de 12 anos, inspirada em mulheres influentes da história.

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Governo quer propor alternativa para reduzir preço de combustíveis

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Frentista abastecendo carro em posto de combustíveis
Reprodução: ACidade ON

Frentista abastecendo carro em posto de combustíveis

O presidente Jair Bolsonaro discute com parlamentares medidas para reduzir o preço de combustíveis e de energie elétrica, dois fatores que se tornaram dor de cabeça para o Palácio do Planalto em ano de eleição e que pressionam a inflação.

A medida que está em discussão seria feita por meio de uma proposta de emenda à Constituição (PEC). Até agora, o que se avalia possível fazer é reduzir ou até mesmo zerar impostos federais sobre a gasolina, o diesel e a energia elétrica em momentos de crise ou de turbulência.

Outra alternativa em debate é a criação de um fundo para aliviar a pressão gerada pela alta de preços.

A questão dos combustíveis virou uma bandeira política do presidente Jair Bolsonaro. Em fevereiro, o produto já deve sofrer o impacto da decisão dos governadores, que decidiram descongelar o valor do ICMS que incide sobre o produto.

Além disso, nesta semana o barril do petróleo alcançou o maior patamar desde 2014 e já há expectativa no mercado financeiro de que alcance os US$ 100.

Auxiliares de Bolsonaro que trabalham no assunto afirmam que o objetivo é que a proposta comece a tramitar a partir do início de fevereiro, na volta do recesso parlamentar.

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