AGRO & NEGÓCIO

Primeiro vídeo sobre morango certificado está disponível

Publicados

em


Vídeo foca na alta qualidade e segurança para o consumidor

Na noite de 29 de abril foi lançado o primeiro vídeo – de uma série de quatro – sobre o morango Brasil Certificado, obtido com a adoção da tecnologia da Produção Integrada. 

Com cerca de 300 participantes de todas as regiões do Brasil, a live de lançamento começou com o bom astral de Fabricio de Martino, moderador do encontro.

O chefe geral da Embrapa Meio Ambiente Marcelo Morandi enfatizou a importância da Produção Integrada do Morango – PIMo. “A Embrapa faz 48 anos essa semana e consegue fazer isso, reunir pessoas do país todo, unindo produtores, técnicos, pesquisadores e consumidores, com ciência e tecnologias beneficiando toda a sociedade”.

Essa é a mesma opinião do vice-prefeito de Atibaia, Fabiano de Lima. “O morango da região de Atibaia e Jarinu é um dos melhores do país, qualidade garantida pela parceria com a Embrapa, pela produção integrada e pelo selo Brasil Certificado”.

Dalto Soranz, representante da prefeita de Jarinu, destacou que o Programa leva os produtores a se empenharem na produção com qualidade e segurança. “A dedicação da pesquisadora Fagoni Calegario foi fundamental para essa conquista”.

Para Fagoni, ciência produz um morango melhor. Além disso, enfatizou o apoio das duas prefeituras, do conhecimento dos produtores e de diversas instituições de ensino, pesquisa e extensão rural. “Precisamos mostrar esse morango para o consumidor, torná-lo conhecido”. 

O produtor Osvaldo Maziero, presidente da Associação dos Produtores de Morango de Atibaia e Jarinu, disse que tem orgulho da sua região ser o berço do morango Brasil Certificado. “Desde 2006 temos a Embrapa como parceira e conseguimos muitas vitórias, inclusive com melhores mudas e treinamentos, semeando essa tecnologia. A agricultura não tem fronteiras”, destacou.

Do Rio Grande do Sul, Mateus Andreazza e Tiago Andreazza, jovens empresários que adotaram a PIMo, agradeceram o trabalho bem feito que a Embrapa vem fazendo junto como o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em prol do morango. O estado produz, por ano, mais de um milhão e oitocentos mil quilos de morangos com o selo Brasil Certificado.

Mateus, da Granja Andreazza, aconselhou os produtores que desejam comprovar a alta qualidade e segurança de seus morangos a fazerem parte da PIMo. “O consumidor irá entender que está levando uma fruta saudável, gostosa e segura para casa. Estamos no ramo do morango há 25 anos e entregamos 1.200 toneladas de fruta segura por ano para todo o país, com rastreabilidade. Fazemos de 10 a 12 análises da fruta por mês, garantindo a procedência e a segurança do produto. Lançamos uma linha nova chamada Eco Berry, que se encaixa nas normas da PIMo e, além do selo Brasil Certificado, leva no rótulo os dizeres “0% resíduo de agrotóxico”. 

Tiago, da South Berry Andreazza, se diz entusiasta com os conceitos de sustentabilidade e rastreabilidade. “A PIMo é uma vitória e uma garantia para nosso cliente. Produzir de forma consciente, sustentável e responsável sempre foi uma preocupação da nossa empresa, desde o campo, as boas práticas de manipulação até o produto chegar ao consumidor final. Inclusive isso já está sendo enxergado e valorizado pelas indústrias que usam a fruta em iogurtes, sucos, geleias. O universo do morango é muito amplo. E a certificação garante esse trabalho sério que estamos fazendo”.

Ingrid de Souza, da Staw Agricultura, a representante da “mulher no Agro” da Produção Integrada de Morangos, destacou o papel das instituições públicas nesse reconhecimento. “A sociedade busca produtos rastreáveis e seguros”. 

Ingrid produz morango em Pinhalão, Paraná. Irá lançar em junho o morango liofilizado, um super alimento que, segundo ela, irá agradar principalmente as crianças. “A Staw surgiu em 2016 e sempre fomos atrás de novas tecnologias que possibilitassem produzir um produto saudável, com rastreabilidade, sustentável e que seja seguro para o consumidor”. Em 2019, recebeu a primeira certificação em PI do morango no Estado do Paraná. “Esse Selo é tão sério e tão importante e precisa ser cada vez mais conhecido pelos consumidores e valorizado pelos produtores, disse Ingrid.

Para Rosilene Souto, coordenadora de produção integrada da cadeia agrícola do Departamento de Cadeias Agrícolas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Fagoni é uma guerreira. “O Selo precisa chegar ao consumidor, para que seja cada vez mais conhecido e essa live vai contribuir para isso”.

“Compartilhem esse vídeo sem moderação, pediu Fagoni. Esse Selo confere aos morangos altíssima qualidade”.  

Ao final, a artista Milena Pagliassi presenteou a Embrapa com uma aquarela produzida em tempo real durante a live.

O segundo vídeo será lançado em 5 de maio, pelo canal do Youtube da Embrapa.
O primeiro vídeo já está disponível no nosso canal do YouTube e já foram mais de 2.500 visualizações.

Fonte: Embrapa

Comentários Facebook
Propaganda

AGRO & NEGÓCIO

Exportação de café em nível mundial totaliza 65,4 milhões de sacas em seis meses

Publicados

em


Cafés da espécie arábica participaram das exportações com 64% e robusta com 36% % no período de outubro de 2020 a março de 2021

O total das exportações de café, em nível mundial, atingiu um volume físico equivalente a 11,94 milhões de sacas de 60kg, no mês de março do corrente ano de 2021, número que representa um aumento de 2,4%, se comparado com as 11,66 milhões de sacas exportadas em março de 2020. De modo semelhante, se for expandido o período de análise das exportações globais para o total acumulado no período de outubro de 2020 a março de 2021, constata-se que as exportações também registraram aumento de 3,5%, ao passarem de 63,2 milhões de sacas para 65,4 milhões de sacas, em comparação com o mesmo período do ano-cafeeiro anterior.

Vale registrar que, no período em análise, de outubro de 2020 a março de 2021, o aumento das exportações globais se deu pela venda de cafés verdes, que tiveram um incremento de 4,3%, ao registrarem 59,32 milhões de sacas. Em contrapartida, as exportações de café solúvel e café torrado registraram queda de 3,4% e 4%, em comparação com o mesmo período anterior, ao totalizarem 5,72 milhões e 336,17 mil sacas, respectivamente.

Neste mesmo contexto, também vale ressaltar que os números e dados estatísticos, ora em análise, da performance das exportações da cafeicultura global, foram obtidos do Relatório sobre o mercado de Café – abril 2021, da Organização Internacional do Café – OIC, instituição representativa da cafeicultura mundial, da qual o Brasil é país-membro. A OIC congrega países produtores e consumidores de café, bem como administra o Acordo Internacional do Café. Tal Relatório também encontra-se disponível na íntegra no Observatório do Café, do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café. Convém esclarecer que o ano-cafeeiro para a OIC compreende o período de outubro a setembro.

Conforme o Relatório da OIC, o desempenho das exportações dos blocos regionais durante os primeiros seis meses do atual ano-cafeeiro (outubro de 2020 a setembro de 2021), comparado com o mesmo período anterior, demonstra que as vendas de café da África caíram 8,9%, ao atingirem 5,96 milhões de sacas, e que o volume das exportações de café da Etiópia, Costa do Marfim e Quênia também caíram, respectivamente, 28,5%, 49% e 9,5%.

No caso da Ásia & Oceania, também importantes regiões produtoras de café em nível mundial, as exportações registraram queda de 6,3%, ao atingirem 19,3 milhões de sacas. E as exportações de café do Vietnã, segundo maior produtor em nível mundial e maior produtor dessa região, caíram 13,2%, com 12,58 milhões de sacas vendidas aos importadores. Quanto às exportações do México & América Central, também houve registro de queda nos números, com uma diminuição de 12,2%, ao somarem 6,06 milhões de sacas. E, em Honduras, maior produtor da região, ocorreu uma queda de 20,9%, com 2,19 milhões de sacas, nos primeiros seis meses do atual ano-cafeeiro da OIC, comparado com o mesmo período do ano-cafeeiro anterior.

Em contrapartida, a América do Sul, único bloco regional a apresentar aumento nas exportações de café nos primeiros seis meses do referido ano-cafeeiro 2020-2021, pois atingiu o volume de 33,74 milhões de sacas, performance 17% maior que o desempenho anterior. E, finalmente, nesse mesmo bloco, as exportações da Colômbia cresceram 3,5%, com 7,09 milhões de sacas, o Equador se manteve estável, com aproximadamente 1,75 milhão de sacas, e os Cafés do Brasil, maior produtor e exportador do mundo, apresentaram aumento de 23,3% ao atingirem 24,66 milhões de sacas, no citado período.

No caso do Brasil, o desempenho positivo das exportações, conforme o Relatório sobre o Mercado de Café – abril 2021, pode ser atribuído principalmente ao fato de o País ter tido sua produção um ano de bienalidade positiva do café arábica, espécie que tem como característica alternar produção maior em um ano-safra, com outra menor na safra seguinte.

Visite o site do Observatório do Café para ler na íntegra o Relatório sobre o mercado de Café – abril de 2021, da OIC, pelo link:

http://consorciopesquisacafe.com.br/arquivos/consorcio/publicacoes_tecnicas/relatorio_oic_abril_2021.pdf

Conheça todo acervo digital das Bibliotecas do Café, pelo link:

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/component/content/article/991-2020-05-21-01-18-39

Confira as ANÁLISES (Análises e notícias da cafeicultura) divulgadas pelo Observatório do Café no link abaixo:

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/imprensa/noticias

Acesse também as publicações sobre café e portfólio de tecnologias do Consórcio Pesquisa Café:

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/publicacoes/637

Fonte: Embrapa

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana