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Presidente do Equador declara estado de exceção devido a protestos

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O presidente do Equador, Guillermo Lasso, declarou estado de exceção em três províncias do país andino, em uma tentativa de acalmar protestos convocados por grupos indígenas contra políticas econômicas do governo.

A medida ficará em vigor por 30 dias nas províncias de Imbabura, Cotopaxi e Pichincha – o que inclui a capital Quito -, que registraram os protestos mais violentos, com ataques a plantações de flores e danos à infraestrutura.

O toque de recolher em Quito será das 22h às 5h (horário local) a partir deste sábado (18), disse Lasso no fim da sexta-feira, e reuniões de pessoas serão proibidas o dia inteiro nas províncias afetadas. Ele não disse por quanto tempo as medidas durarão.

“Pedi diálogo e a resposta foi mais violência, não há intenção de encontrar soluções”, disse Lasso, pela televisão.

Grupos indígenas começaram os protestos na segunda-feira, com manifestantes bloqueando ruas ao redor do país em oposição às políticas econômicas e sociais de Lasso, exigindo o congelamento do preço da gasolina, a interrupção de mais projetos de mineração e petróleo, e mais tempo para pequenos agricultores pagarem seus empréstimos bancários.

Lasso aumentará auxílio aos setores mais vulneráveis e subsidiará o custo de fertilizantes em 50% para fazendeiros pequenos e médios, e o banco publico perdoará empréstimos vencidos até 3 mil dólares.

Não haverá aumento no custo do diesel, gasolina e gás, acrescentou.

Leonidas Iza, presidente da organização indígena equatoriana Conaie, disse que as propostas de Lasso parcialmente resolvem os problemas, mas duvidou que serão implementadas, disse nas redes sociais.

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Bolsonaro não cita atos a favor da democracia durante evento

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Jair Bolsonaro não comentou manifestações a favor da democracia
Isac Nóbrega/PR – 07.06.2022

Jair Bolsonaro não comentou manifestações a favor da democracia

O presidente Jair Bolsonaro participou virtualmente do encerramento do seminário 5G.BR em São Paulo e não comentou as manifestações a favor da democracia realizadas na capital. Já o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, que estava presente no seminário, classificou os atos como “um comício da oposição”.

Na última semana, Bolsonaro cancelou uma viagem programada para São Paulo que aconteceria nesta quinta-feira, data em que o Manifesto pela Democracia elaborado pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco seria lido. 

Bolsonaro havia marcado para o mesmo dia sua participação em evento na Fiesp sobre diretrizes prioritárias para o governo e um jantar com grandes empresários que participam do grupo Esfera Brasil.

“A tecnologia 5G vai promover investimentos de R$ 590 bilhões e deverá render um ganho de R$ 100 bilhões para as empresas, por ano, até 2031”, disse Bolsonaro no encerramento do evento.

Nas redes sociais, entretanto, o presidente e alguns ministros ironizaram as manifestações que aconteceram na capital paulista. Ciro Nogueira, um dos ministros que ironizou os atos, afirmou no encerramento do seminário 5G.BR que o país vive uma fase de boas notícias e destacou a queda de preço no diesel, anunciada nesta quinta pela Petrobras.

“Vivemos um momento bom do país, só com grandes notícias. Hoje foi dia de queda de preço do diesel”, afirmou.

Questionado sobre as manifestações pela democracia em São Paulo, Ciro disse que foi um “belo comício”.

“Um comício pequeno, não foi tão grande, mas foi um belo comício da oposição.”

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Fonte: IG Nacional

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