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Presidente do BC diz a empresários que banco não faz política fiscal

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Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central
Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central


O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto , disse a empresários que a instituição financeira “não faz política fiscal”. Nas palavras dele, o que o BC faz é “pegar os números e trabalhar os seus cenários”.

“A mensagem que a gente tenta passar é a de que não tem mágica. Está bem claro para qualquer um que for governar este país que não tem mágica”, ressaltou em encontro realizado nessa sexta-feira (11), em São Paulo, segundo registros da coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo.

Na ocasião, Campos também frisou que a situação fiscal do Brasil vai continuar a ser um problema para o próximo presidente da República, “seja ele de direita, de esquerda ou de centro”. Para o gestor, o mandatário vai precisar ter uma “visão muito especial” sobre a população mais vulnerável ao mesmo tempo que adota medidas “de uma forma que a sociedade e os agentes econômicos entendam como sustentável”.

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“Porque você não quer entrar na dinâmica, que nós já vimos no passado, de ignorar o que os preços estão dizendo. No final das contas, injetando dinheiro na economia, a demanda vai gerar oferta – e essa história de demanda gerar oferta não funciona muito bem”, acrescentou. 


De acordo com a publicação, essas declarações foram para uma plateia de empresários, que reuniu nomes como André Esteves, do BTG Pactual, Isaac Sidney Ferreira, Tony Volpon e Fábio Ermírio de Moraes.

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Eletrobras reduz lucro em 45% após investimento em Furnas

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Eletrobras
Agência Brasil

Eletrobras

A Eletrobras obteve lucro líquido de R$ 1,401 bilhão no segundo trimestre do ano , queda de 45% na comparação com o mesmo período de 2021. No acumulado do ano até junho, o lucro da companhia caiu 1%, para R$ 4,117 bilhões.

Segundo a estatal, o resultado foi impactado negativamente pela provisão para perdas em investimentos no montante de R$ 890 milhões, em função, principalmente, do  aporte de capital realizado por Furnas na SPE Santo Antônio Energia.

No trimestre também pesou o registro de R$ 694 milhões em Provisão para Crédito de Liquidações Duvidosas (PCLD) relativo à inadimplência da distribuidora Amazonas Energia.

A receita operacional líquida atingiu R$ 8,856 bilhões no período, 19,1% superior à observada no mesmo período do ano passado, influenciada pela melhor performance nos contratos bilaterais e pelo reajuste anual das receitas de transmissão cuja base de ativos foi ampliada no ciclo 2021/2022 pelo reperfilamento da Rede Básica Sistema Existente (RBSE).

De janeiro a junho, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado somou R$ 4,861 bilhões, alta de 6% em comparação com igual intervalo do ano anterior. Considerando os seis primeiros meses de 2022, o Ebitda ajustado aumentou 5% para R$ 9,791 bilhões. A margem Ebitda ajustada do período alcançou 55%, queda de 7,08 pontos percentuais (p.p.) na base anual.

Ao final do trimestre, a dívida líquida recorrente da Eletrobras era de R$ 15,142 bilhões, 11% menor que no mesmo intervalo do ano anterior. A alavancagem, medida pela relação dívida líquida por Ebitda LTM ajustado, alcançou 0,7 vez no trimestre, queda de 24% na base anual.

Os investimentos da Eletrobras no trimestre totalizaram R$ 2,548 bilhões, crescimento de 159% em base anual de comparação. No semestre os investimentos avançaram 103%, para R$ 3,050 bilhões.

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Fonte: IG ECONOMIA

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