Rondonópolis

Prefeitura vai instalar academias populares doadas pelo Rotary clube

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O prefeito de Rondonópolis José Carlos do Pátio recebeu no fim da tarde desta sexta-feira (26) a governadora do Rotary Clube, distrito 4440, Brigida Fisher, juntamente de presidentes e representantes de vários clubes do Rotary no município.

Na ocasião, o prefeito foi agraciado com o pin que confere a ele o título de associado honorário do Rotary Vila Operária. A parceria entre o clube de serviço e o município rendeu para a comunidade local a doação de três academias populares, compostas por 10 aparelhos, banco e lixeira, para serem instaladas em locais que serão definidos em conjunto pela prefeitura e o Rotary.

Os representantes dos clubes de serviço aproveitaram o encontro para fazer alguns pedidos ao chefe do executivo em áreas como da habitação e educação que tiveram alguns encaminhamentos feitos prontamente pelo prefeito.

Também participaram da reunião o secretário de Desenvolvimento Econômico, Alexsandro Silva e os vereadores Adonias Fernandes e Reginaldo Santos que também são rotarianos.

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Rondonópolis

“Não foi por falta de aviso”, diz Marildes sobre situação do Hospital Regional

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“Não foi por falta de aviso”, diz Marildes sobre situação do Hospital Regional. A vereadora Marildes Ferreira (PSB) lembrou que não foi por falta de aviso dela e da Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores que a situação do Hospital Regional de Rondonópolis chegou ao ponto que está. A unidade de saúde tem um fila de 81 pessoas para fazer cirurgia ortopédicas e falta equipamentos, além de médicos estarem há meses sem receber os seus vencimentos.  A parlamentar disse que em agosto deste ano denunciou a situação no Ministério Público do Estado, mas naquele momento a denúncia não prosperou. No entanto, ela acredita que essa nova denúncia que foi protocolizada na segunda-feira (25), deverá prosperar. “Foi preciso uma moradora da cidade vizinha morrer para o MP ouvir, eu venho falando aqui, em todos os momentos que eu tenho voz, sobre o Regional”, disse.  A vereador ainda lembrou que o grande problema que agravou a situação foi o fato da divisão da regulação do Estado com a do município. “Desde o dia em que a central de regulação do estado e do município se dividiram , o caos se instalou”, disse. Marildes explicou que não há transparência, por parte da regulação do estado. “Eles não são transparentes, não sabemos quantos pacientes entram e quantos saem, quantos leitos estão vagos. Não há gestão, eles se acham Deus, para controlar a vida e a morte das pessoas”, completou.  Ela destacou que isso reflete na UPA, que fica abarrotada de pacientes. Marildes destaca que o problema não são somente os pacientes ortopédicos, e sim os demais que esperam por cirurgias.  A vereadora ainda lembrou que os leitos de UTI para tratamento de Covid-19, não estão sendo reaproveitados no Regional, por falta de estrutura. “Nem ar condicionado para esses quartos tem, não há o mínimo de conforto”, completou.  A vereadora ainda reafirmou que quanto tentou contato com a regulação do estado não foi atendida. “Liguei cinco vezes, o povo está morrendo, o povo morre na fila por vaga no Hospital Regional”, disse.  A parlamentar destacou que não vou parar denunciar os problemas do Regional. “Não tenho medo do governador e do secretário de saúde do estado. Pode me processar secretario, pois nas suas costas não serão processos e sim serão almas”, disse.  Requerimento- A vereadora ainda apresentou na sessão da Câmara, um requerimento pedindo para que a Cidade de Pedra retorne as linhas desativadas durante a Pandemia, para atender principalmente a demanda de estudantes que precisam de ônibus para ir à escola. Antes da pandemia eram 50 ônibus que percorriam mais de  257 mil quilômetros mês na cidade e atualmente são  24 ônibus percorrendo  172 mil quilômetros.   Fonte: Assessoria da Vereadora 

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