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Prefeitura poderá flexibilizar medidas contra a Covid-19 a partir de sexta-feira (19.06)

A informação foi repassada durante reunião com representantes de academias, salões de beleza, barbearias, Igrejas, bares, restaurantes e pequenos comércios, realizada no Paço Municipal Prefeito Onescimo Prati.

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O prefeito de Campo Verde, Fábio Schroeter, disse que a partir da próxima sexta-feira (19) as regras restritivas adotadas no Decreto 046/2020 e em vigor até o próximo dia 18.06 para conter o avanço da Covid-19 no município poderão ser flexibilizadas.

A informação foi repassada durante reunião com representantes de academias, salões de beleza, barbearias, Igrejas, bares, restaurantes e pequenos comércios, realizada no Paço Municipal Prefeito Onescimo Prati.

De acordo com o prefeito, o momento atual é favorável à flexibilização e ao retorno das atividades desses segmentos. “Mas eu tenho dito também para essas pessoas que isso não é nada definitivo. De uma hora pra outra muda o cenário e, como eu falei, a prioridade é a vida do cidadão”, ressaltou.

Fábio disse também que se sensibiliza com as categorias que estão com o funcionamento suspenso e com o faturamento prejudicado. “É claro que nós temos preocupação com o cidadão em relação ao bem-estar na questão econômica. É óbvio. Mas a defesa da vida prevalece e tem que prevalecer sempre”, disse. “Mas eu vejo que no cenário de hoje está favorável para que a gente possa retornar essas atividades na sexta-feira (19)”, completou.

O prefeito frisou que a flexibilização das regras será debatida durante reunião do Comitê Municipal de Enfrentamento ao Novo Coronavírus, que será realizada na próxima quinta-feira (18). “O nosso desejo é que a gente possa retornar essas atividades”, disse. “Mas volto a frisar: o direito à vida e à saúde das pessoas vem em primeiro lugar”, completou.

Fábio informou que pretendia autorizar o funcionamento desses segmentos, no entanto isso não foi possível devido ao aumento significativo no número de pessoas contaminadas pelo novo coronavírus na cidade na última semana. “Justamente na hora de fazer o decreto nós vimos um cenário bastante preocupante em relação a vagas em leitos de UTI e então nós recusamos dessa decisão”, destacou.

Na última semana, o secretário estadual de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo, divulgou que o sistema hospitalar público do estado estava preste a entrar em colapso. Em Rondonópolis, que é referência para o recebimento de pacientes de Campo Verde com Covid-19, havia apenas um leito disponível.

Essa situação fez com que a Administração Municipal endurecesse as regras de controle da doença visando proporcionar mais segurança à população. “Para nós o mais importante de tudo é a vida, é a saúde, [é] proteger a vida do cidadão. E a Prefeitura tem responsabilidade nisso”, frisou.

Fonte: AMM

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Comunidade rurais próximas a Campo Verde estão isoladas e pedem socorro

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A reunião aconteceu em frente à Escola Agrícola, prefeito de Campo Verde e o deputado Allan Kardec, participaram

Pelo menos 8 comunidades da região da Serra de São Vicente (90 km da capital), fizeram uma manifestação ontem (22.06) para pedir socorro. Segundo as lideranças comunitárias, eles estão isolados, sem assistência e sem apoio técnico para desenvolverem suas atividades.

O problema, de acordo com o presidente da Associação Córrego do Ouro, Nadir Moreira, é a situação geográfica dos assentamentos, onde moram 2 mil famílias, nunca foi esclarecida. “Ninguém aqui sabe a qual município nós, de fato pertencemos”.

Moreira diz que o problema vem se arrastando há 3 décadas e chegou agora a um estado insustentável, pois essa indefinição não permite a regularização das terras e por consequência trava o sistema de crédito e dificulta o processo de produção, colocando todas as famílias em dificuldades. eles reivindicam que a região seja anexada ao município de Campo Verde.

“Além de estar mais próximo da gente Campo Verde é quem nos atende com assistência à saúde e na manutenção das estradas, além disso, Campo Verde é um município produtor agrícola e possui políticas de apoio ao setor rural”. O representante dos assentados disse que as comunidades estão reivindicando que a Assembleia Legislativa interfira e vote um projeto lei que permita que o território dos assentamentos rurais seja anexado ao município.

O prefeito de Campo Verde, Alexandre Lopes, que participou da manifestação, se mostrou solidário à anexação da região. “São comunidades que têm uma ligação muito forte com a gente e esse remanejamento já tem projetos em andamento junto ao estado, que contempla a região dos assentamentos”, informou.

ENTENDA O CASO

O Assentamento Mata Mata que compõe o grupo dos oito, já foi considerado a “menina dos olhos” do Governo durante a gestão Dante de Oliveira (1987/1990). Naquele período o Governo levou a energia e água tratada, construiu pontes de concreto e forneceu sistema de irrigação. Como resultado desses investimentos só o Mata Mata foi responsável por 15% dos produtos de hortigranjeiros que abasteciam Cuiabá e Várzea Grande.

De lá para cá a região foi perdendo essa assistência por parte da Capital e para complicar ainda mais, a Lei Federal 10.500/2017 definiu um novo reordenamento territorial para os municípios brasileiros e determinou que os assentamentos Mata Mata, Santo Antônio da Fartura, Bigorna, Córrego do Ouro, Serrana, Bom Jardim e São Vicente, alguns deles pertencentes a Santo Antônio de Leverger e Chapada dos Guimarães, fossem todos anexados ao território do município de Campo Verde.

Ocorre que, apesar da Lei ter definido o novo layout a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (SEPLAG) antiga SEPLAN, em seus registros considera aquele território como sendo uma área branca isolada pertencente a Cuiabá. Santo Antônio e Chapada alegando prejuízo iniciaram uma serie de interpelação jurídicas, fato que, por força de uma decisão liminar Campo Verde está hoje impedido de assumir de vez e realizar qualquer tipo de investimento na área dos assentamentos.

 

 

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