Várzea Grande

Prefeito se reúne com governador e concorda com implantação do BRT

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Prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat

O prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, afirmou que a mudança feita pelo Governo do Estado para substituir o VLT pelo BRT (ônibus elétricos) vai trazer economia e também mais acesso e comodidade aos usuários do transporte público coletivo.

Baracat se reuniu com o governador Mauro Mendes, na manhã desta quarta-feira (13.01), para conversar sobre o tema. Também esteve presente o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, e membros da gestão do prefeito.

“Se for pelo bem da sociedade, eu apoio. Se isso vai resolver o problema das cidades de Cuiabá e Várzea Grande, eu apoio. Não tem porque não apoiar”, declarou.

De acordo com o gestor municipal, uma das principais vantagens do BRT em relação ao VLT é a flexibilidade em relação às rotas, uma vez que pode ser expandido de acordo com as necessidades de mobilidade de Cuiabá e Várzea Grande – o que seria muito difícil (e caro) com o VLT.

“O modal pode não só atender a Avenida da FEB, mas estender para outras partes da cidade, o que significa um acesso maior e também uma comodidade maior ao usuário do transporte público”, relatou.

Para Kalil Baracat, o importante é que todos os transtornos causados pelas obras do VLT sejam finalmente resolvidos, com a implantação de um sistema que beneficie os cidadãos da Baixada Cuiabana.

“O modal apresentado vai trazer economia, acho que atende a necessidade dos munícipes e vai resolver o problema. O principal objetivo é esse: resolver o problema. O Governo tem condição total de implantar”, finalizou.

A mudança

A decisão de substituir o VLT pelo BRT foi tomada no final de dezembro de 2020 pelo governador Mauro Mendes, após a conclusão de estudos técnicos do Ministério do Desenvolvimento Regional.

Os estudos concluíram que o VLT seria insustentável, custaria pelo menos mais R$ 700 milhões aos cofres públicos, demoraria até seis anos para ser concluído e contaria com uma tarifa superior a R$ 5, além de todos os problemas jurídicos envolvidos na obra.

Já o BRT, conforme a análise técnica, custará R$ 430 milhões, pode ficar pronto em até dois anos após o início das obras, terá tarifa pouco acima de R$ 3, é não-poluente pelo uso de baterias recarregáveis e oferece maior flexibilidade para expansão de rotas, beneficiando milhares de usuários a mais.

Fonte: GOV MT

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Casa de Artes é ponto de referência e de apoio para artesãos de Várzea Grande

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Um ponto de referência e de apoio para o artesão várzea-grandense divulgar e comercializar seu produto. Esse é o principal objetivo da Casa de Artes de Várzea Grande, que funciona na Avenida Couto Magalhães, no centro da cidade. Atualmente, 182 artesãos estão cadastrados para divulgar e comercializar seus artesanatos no local.

A Casa de Artes também é um ponto para divulgação e preservação da memória e cultura várzea-grandense.  No local, está exposta uma infinidade de produtos artesanais, entre eles artigos em crochê, bordados, barro, cerâmicas, parafina, artigos religiosos, pintura em tela e em madeira, peças em tear, como redes, xales, caminhos de mesa, jogo americano, capas de almofadas, entre outros. No local, também são produzidas e comercializadas as tradicionais redes várzea-grandenses, confeccionadas manualmente em tear. O modo de fazer a rede pode ser observado nas mãos das irmãs redeiras Giva e Juirce, que confeccionam as peças no local.

Além das redeiras, a Casa de Artes conta também com três costureiras, que confeccionam cortinas, panos de prato, toalhas de mesa e banho, jogos americanos, entre outros, para serem comercializados ali mesmo.

O espaço conta ainda com um museu que abriga peças históricas, como a mesa e as cadeiras que foram usadas na primeira reunião da Câmara de Vereadores de Várzea Grande. Tem também fotografias e recortes de jornais com várias personalidades políticas e momentos importantes da cidade. Abriga ainda réplicas das igrejas Nossa Senhora da Guia e Passagem da Conceição.

A Casa de Artes também oferece cursos de violão, pintura em tela e tecido. Por conta da pandemia, o número de cursos foi reduzido. Para quem se interessar em fazer um dos cursos é só procurar a Casa de Artes.

A gerente da Casa de Artes, Neyva Ribeiro de Oliveira Souza, explica que o espaço de cultura está aberto para visitação e comercialização dos produtos. “Estamos de portas abertas para receber toda a sociedade, principalmente os artesãos. Existem muitos artesãos talentosos que dependem desse apoio para divulgar seus trabalhos”.

Neyva Ribeiro destaca ainda que o artesanato exposto na Casa de Artes já foi comercializado e levado para vários estados do Brasil e até mesmo fora do país. “Aqui tem muitas opções para presentear. Muitos turistas se encantam com o nosso artesanato e compram para presentear amigos e parentes”, informa.

O superintendente de Cultura, Joilson Marcos da Silva, ressalta que a cultura e as tradições várzea-grandenses se mantêm vivas na Casa de Artes. “Nós fazemos uma importante parceria com os artesãos e, com apoio total do prefeito Kalil Baracat e o secretário Silvio Fidelis, estamos propagando a nossa cultura, que é muito rica e precisa ser preservada”.

O atendimento na casa de artes da Avenida Couto Magalhães é de segunda à sexta-feira, das 8h às 18h. Além do espaço na Avenida Couto Magalhães, a Casa de Artes tem também mais dois pontos fixos, um no Várzea Grande Shopping e outro na Prefeitura Municipal.

Patrimônio Cultural

O modo de fazer a rede é registrado como Patrimônio Cultural de Mato Grosso pela Lei 9.936/2013 e a profissão de Redeira é registrada como patrimônio cultural e imaterial de Várzea Grande pela Lei 4.391/2018. Também é reconhecida como artesanato de tradição cultural pelo Centro Nacional do Folclore e Cultura Popular do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

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