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Prefeito de Primavera do Leste: “É o maior marco de desenvolvimento que poderia ter acontecido para o Estado de Mato Grosso”

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Com a construção da primeira ferrovia estadual a rota de desenvolvimento econômico e industrial de Mato Grosso ganhará novos rumos e impactará positivamente em todas as regiões. Este é o ponto de vista do prefeito de Primavera de Leste, Leonardo Bortolin, após acompanhar o ato de assinatura para a construção do modal, realizado na última semana em Cuiabá.

A obra prevê a estruturação de 730 quilômetros de linha férrea que vão interligar os municípios de Rondonópolis a Cuiabá, além de Rondonópolis com Nova Mutum e Lucas do Rio Verde, e que vão se conectar à malha ferroviária nacional, em direção ao Porto de Santos (SP).

“É o maior marco de desenvolvimento que poderia ter acontecido para Primavera do Leste e para o Estado de Mato Grosso. A Ferrovia vai mudar a característica de progresso, fazendo com que as riquezas produzidas no nosso Estado cheguem com preços, competitividade e qualidade logística até São Paulo para fazer a exportação”, afirmou o prefeito. 

O gestor também destacou que a obra contribuirá na logística de escoamento de grãos. 

“Primavera vai se consolidar com terminal dessa malha ferroviária para poder fazer, não somente o escoamento da produção agrícola, mas também da indústria da transformação e das grandes âncoras de mercado que estão se instalando na região Sul”.

A assinatura do contrato do Governo do Estado com a empresa Rumo S/A foi realizada em Cuiabá, Nova Mutum e Lucas do Rio Verde. O início da construção do modal está previsto para o segundo semestre de 2022, com investimento de R$ 11,2 bilhões (recursos 100% privados).

O trecho entre Rondonópolis e Cuiabá deve ser concluído e entrar em funcionamento no ano de 2025; enquanto a operação no trecho Cuiabá a Lucas do Rio Verde deverá começar em 2028.

Fonte: GOV MT

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Empaer testa capim kurumi como alternativa para produtores de leite

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Conhecido pelo valor nutritivo, o capim kurumi é a nova aposta da Empresa Mato-grossense de Pesquisa Assistência e Extensão Rural (Empaer) e vem sendo testado junto a produtores de leite da agricultura familiar de Juara, Terra Nova do Norte e Nova Bandeirantes. A equipe técnica segue na produção de mudas e avaliação do potencial nutritivo da cultivar, que pretende junto com o capiaçu ser uma das alternativas de baixo custo e auxiliar os produtores, principalmente durante o longo período de estiagem.

O técnico da Empaer em Terra Nova do Norte, Rodrigo Cezar Ribeiro, explica que quanto maior a produção de leite, maior a demanda energética e proteica. Independente das estações do ano, a alimentação dos animais devem ser uma constante e no caso do período de entressafra, quando a chuva diminui é quando o pasto e o cocho necessitam de uma redobrada atenção.

Ele destaca que as mudas de BRS Kurumi foram fornecidas o ano passado pela Embrapa Agrossilvipastoril de Sinop, multiplicadas e plantadas no sitio Nonoai do senhor João Luis da Rosa, na comunidade Quinta Agrovila.  Na propriedade, em uma área de 1 hectare, a cultivar foi desenvolvida conforme planejado e no dia 20 de novembro será realizado o primeiro pastejo e a avaliação do potencial produtivo do Kurumi com a produção das matrizes leiteiras que irão consumir o pasto.

Rodrigo frisa que insumos para produção da ração como a soja e o milho tiveram um grande aumento nos últimos anos. “Na teoria, o capim produz 20% de proteína bruta e, por este motivo, está sendo plantado na propriedade com a intenção de reduzir custos de produção, principalmente com a alimentação”, destaca.

Ainda em Terra Nova do Norte, 100 produtores já receberam as mudas de kurumi, mas a meta é chegar a 160, o mesmo público atendido nos últimos dois anos com capiaçu.

Trabalho semelhante dos técnicos da Empaer em Nova Bandeirantes, Luma Regina Maldaner e Eder José Barreiros, que vêm atendendo produtores dos Projetos de Assentamento de Japuranã e Japuranomann junto ao Programa REM.

Luma Maldaner destaca que as mudas foram trazidas do escritório regional de Juara através de um produtor. “Em Nova Bandeirantes, nós trabalhamos em parceria com a Secretaria de Agricultura, Meio Ambiente e Saneamento. Elas foram plantadas em uma área de 1 hectare no viveiro municipal e serão doadas posteriormente aos produtores da cidade”.

De acordo com Luma, o objetivo é buscar novas alternativas que sejam de baixo custo. O próximo passo será gradear a área para o plantio. “Temos bons exemplos de produtores dos estados de Goiás e da região sul país que o kurumi é uma boa alternativa por ser de pastejo. Em contrapartida, com o capiaçu de silagem. Duas boas alternativas para o produtor da agricultura familiar”.

Mudas sendo mutiplicadas para serem distribuidas e plantadas                              Foto: Empaer 

Fonte: GOV MT

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