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Prédio desaba, atinge sobrado, casas e mata um homem e uma criança

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Um prédio de quatro andares desabou no início da madrugada de hoje em Belo Horizonte e atingiu um sobrado de três andares e algumas casas vizinhas que ficavam ao lado. Uma criança de 1 ano e oito meses e um homem de 35 anos morreram.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, três vítimas adultas foram resgatadas com vida e encaminhadas as unidades hospitalares. O desabamento aconteceu na rua Gonçalo de Souza Barros, no bairro Jaqueline, pouco depois da meia-noite. A edificação de quatro andares estava em obras e, por isso, vazia. Já o sobrado ao lado era ocupado por três famílias.

“Todas as vítimas foram retiradas”, disse o tenente Filipe Rocha, do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, em entrevista à CNN Brasil. Segundo o tenente, o corpo do homem que foi retirado dos escombros era do padrasto da mãe da criança, que está entre as vítimas socorridas com vida. Ainda não há informações sobre o que motivou a queda do imóvel.

A madrugada foi de chuva na Grande Belo Horizonte. Uma vistoria deve ser feita com auxílio da Defesa Civil para precisar qual era a situação do prédio. “O local não é uma área de encosta, por isso a dificuldade de se estabelecer uma conexão direta relacionada a chuva. Pode sim ser um fato que contribui.

Não foram só as duas residências que colapsaram, outras residências ao lado também foram atingidas e foram interditadas. A situação está parcialmente controlada”, completou o tenente. Ao todo, 13 carros dos bombeiros, incluindo uma equipe com cães, foram deslocadas até o local, além de equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil.

Com informações do UOL

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Morre a menina baleada por engano por agentes da PRF

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Morreu, na manhã deste sábado (16.09), a menina Heloísa dos Santos Silva, de 3 anos, baleada na coluna e na cabeça durante uma ação equivocada da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.

Na última quinta-feira (14.09), Heloísa sofreu uma parada cardiorrespiratória, que foi revertida pela equipe de saúde após seis minutos. Ela estava internada no Hospital Adão Pereira Nunes.

A família da criança fazia uma viagem em um carro de passeio, que começou a ser perseguido por uma equipe da PRF. Dentro do veículo estavam Heloísa, os pais dela, a tia e uma irmã. O carro foi perseguido e alvejado por disparos feitos por policiais.

Os policiais envolvidos na abordagem foram afastados da corporação, que iniciou uma investigação interna. O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça a prisão preventiva dos três agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) envolvidos.

Também é investigada a atuação de um dos policiais que chegou a visitar a vítima no CTI do hospital. O procurador Eduardo Benones representou pela prisão dos agentes Fabiano Menacho Ferreira — que admitiu ter feito os disparos —, Matheus Domicioli Soares Viegas Pinheiro e Wesley Santos da Silva.

Na peça, Benones afirma que 28 agentes da PRF foram até o hospital logo após o incidente “numa tentativa inequívoca de intimidar” a família e lembra que um deles, à paisana, conseguiu chegar até a emergência pediátrica e falar com o pai da menina.

“A presença de 28 inspetores no hospital, no dia do ocorrido, em contato visual e às vezes verbal, com as vítimas demonstra uso indevido da força corporativa”, escreveu Benones na justificativa.

Segundo a polícia, o carro em que a família estava era roubado. O pai de Heloísa disse que tinha adquirido o veículo recentemente e não sabia da situação irregular.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, disse que a PRF terá que acelerar a “revisão da doutrina policial e manuais de procedimentos”.

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