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Preces de São Jorge para afastar todos os males

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Preces de São Jorge para afastar todos os males
Redação João Bidu

Preces de São Jorge para afastar todos os males

São Jorge é conhecido por ser o santo guerreiro, o santo que nos protege, nos conduz para os bons caminhos e nos afasta das energias negativas. Por isso, se você deseja eliminar os males e ter proteção em todos os setores da sua vida, eleve sua fé aos Céus e peça a intercessão de São Jorge. Confie no poder do santo milagroso e seja abençoada. 

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Afaste o mal

“Ó São Jorge, meu santo guerreiro, olhai por mim e protegei-me. Que meus inimigos não me abatam. Ó São Jorge, meu santo guerreiro, olhai por mim e protegei-me. Que os que me destratarem, tendo pés, não me alcancem. Ó São Jorge, meu santo guerreiro, olhai por mim e protegei-me. Que os maldosos, tendo mãos, não me peguem. Ó São Jorge, meu santo guerreiro, olhai por mim e protegei-me. Que os malfeitores, tendo olhos, não me enxerguem. Ó São Jorge, meu santo guerreiro, olhai por mim e protegei-me. Que os pensamentos do mal não me atinjam. Ó São Jorge, meu santo guerreiro, olhai por mim e protegei-me. Que os invejosos não cruzem o meu caminho. Ó São Jorge, meu santo guerreiro, olhai por mim e protegei-me. Que as armas de fogo não passem pelo meu corpo. Ó São Jorge, meu santo guerreiro, olhai por mim e protegei-me. Que as facas e lanças se quebrem sem ao meu corpo chegar.”

Prece para proteção de São Jorge

“São Jorge, meu querido protetor, eu invoco, com a permissão do Todo-Poderoso, a vossa proteção, para que jamais permitais que meus inimigos, seja encarnados ou desencarnados, consigam realizar os seus objetivos de me fazerem mal. Que as vossas sete cruzes sejam traçadas em volta do meu corpo, fechando-o contra todos os males. Que a vossa cavalaria faça um cerco em torno de mim, evitando que os fluidos negativos, as larvas astrais, me atinjam e me prejudiquem. Eu invoco, ó São Jorge, a vossa proteção por sobre minha pessoa e por todos os que me são queridos. Que a vossa proteção, ó guerreiro divino, seja o meu escudo contra o mal, seja ele da forma que se apresentar. Convosco, ó querido mentor, eu vencerei todos os males. Assim Seja!”

Pela defesa

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“Em nome de São Jorge, peço proteção para mim e minha família. Em seu nome, quebro e destruo qualquer maldição. Mentira, sentimentos de vingança, elos cármicos destrutivos e qualquer disfunção na minha saúde ou de alguém da minha família, protege-nos, São Jorge! São Jorge guerreiro, limpa minha casa de qualquer miasma negativo, revela-me, através das palavras ou sonhos, qualquer sinal de que alguém deseja destruir-me. Agradeço, São Jorge, por me revestires com tua armadura e teu poder invencível para destruir o poder do inimigo. Agradeço antecipadamente pela graça alcançada! Salve glorioso São Jorge. Assim seja!”

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    Desabafo: “O dia seguinte foi o pior da minha vida: presa, sozinha, sem chão”

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    Sandra Bullock em cena do filme
    Reprodução/Instagram

    Sandra Bullock em cena do filme “Imperdoável”, onde vive uma mulher que cometeu um crime, cumpriu a pena e agora volta a conviver em sociedade

    Sandra Bullock  está de volta à Netflix, desta vez com o drama “Imperdoável”, onde ela vive Ruth, uma mulher que cumpriu 20 anos de prisão e agora volta a viver em sociedade. Assim como o título indica, nem todo mundo está disposto a perdoar pessoas que, em algum momento da vida, cometeram um crime. Com isso,  o debate acerca a reinserção social volta a pauta e ganha novos tons, especialmente por falar sobre uma perspectiva feminina.

    Como o livro “Presos que menstruam”, de Nana Queiroz (Editora Record), mostra, mulheres sofrem mais com o sistema carcerário em todas as suas etapas e deixa marcas profundas na vida delas, incluindo a vida depois de cumprir sua pena. “Quando um homem é preso, comumente sua família continua em casa, aguardando seu regresso. Quando uma mulher é presa, ela perde o marido e a casa, os filhos são distribuídos entre familiares e abrigos. Enquanto o homem volta para um mundo que já o espera, ela sai e tem que reconstruir seu mundo.”

    O iG Delas conversou, com exclusividade, com Natália Rodriges, 25 anos, presa em 2017 pela receptação de um notebook e três celulares. 

    Voz de prisão

    “Era um sábado lindo de sol, 08 de abril, um dia antes do meu aniversário de 21 anos. Fomos presos na Rua Guaianases, no centro de São Paulo. De primeiro momento não foi dada a voz de prisão, me vi dentro de um pesadelo. Jamais me imaginei naquela situação. Domingo, dia 09 de abril separaram nos dois e o meu desespero dobrou, eu estava com medo e sozinha. Fui transferida do DP (Departamento de Polícia) do Bom Retiro para o trânsito no mar murumbi e, de lá, para o CDP (Centro de Detenção Provisória) de Franco da Rocha.”

    A prisão

    “Fui muito bem recebida. Conheci histórias malucas, de pessoas que estavam ali por necessidade, outras por costume, o que me deixou chocada eram as senhoras, tinham muitas senhoras. Na segunda feira eu recebi um documento onde eu recebi direito de fiança, eu só pedia pra Deus me tirar daquele lugar. Foram quatro longos e intermináveis dias. A comida parecia estar estragada, as noites eram mais longas que os dias, dava medo de dormir e acordar como elas dizem “com a cadeia virando” e toda guarda invadir as celas em busca de droga ou telefone (até onde eu fiquei sabendo, Franco da Rocha não tem nenhum dos dois, a segurança é pesada).”

    Choque de realidade

    “Em diálogo com outras mulheres, descobri que o abandono em CDP feminino é enorme. Mulheres que foram presas e os maridos se separaram, mulheres que foram presas com o marido e não tinha alguém que pudesse dar suporte, mulheres que chegaram lá sem ninguém e estavam a mais de um ano lá, sozinhas, sem poder ver os filhos ou qualquer outro parente, mulheres que foram presas grávidas.”

    “Tive a sorte de Deus me direcionar pra um raio onde não tinha mulheres de alta criminosidade. As celas não estavam super lotadas, tinha uma cama (ou jegue como costumam chamar) pra cada uma. Dentro só tinha a ducha gelada (quente era no pátio) e a partir das 17h não podia sair mais ninguém até as 7h da manhã do dia seguinte.”

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    A saída

    “Fiz amizade com uma mulher que foi meu porto seguro, dormiu do meu lado, secou minhas lágrimas por todos os dias que esteve comigo. Ela tinha sido recapturada e não ia sair tão cedo. Meu alvará de soltura cantou as 17h na quinta feira e ela me disse “Eu sonhei que você ia embora hoje, agora eu posso pedir meu bonde pra um lugar melhor”. Eu saí com a promessa de que mandaria algo pra ela, e nunca mais tive notícias. Entrei em contato no CDP e ela já não estava mais lá.”

    “Acordei na quinta feira atormentada, só queria chorar e dormir, não aguentava mais olhar pro céu e não ter saída, aqueles murros imensos e guardas armados pra todos os lados. Eu dormi e acordei com uma mulher gritando meu nome, porque meu alvará tinha cantado. Eu nem lembro como foi minha ação porque eu só sentia o alívio de estar saindo daquele lugar. Jurei pra Deus que nunca mais me colocaria na posição de perder minha liberdade.”

    “Na saída encontrei minha mãe sozinha e um peso de culpa enorme. Assinei durante dois anos como L.A. (liberdade assistida). Fui grávida, com a minha filha nos braços, mas cumpri a missão de não faltar durante as assinaturas.”

    Reinserção social

    “Para mim não foi difícil voltar ao mercado de trabalho, graças a Deus. Eu fiquei seis ou sete dias presa, não sei ao certo porque pareceu uma eternidade. Eu engravidei um ano depois do que aconteceu. Então eu fui grávida e com a minha filha nos braços, todos os meses, por um ano, ao fórum, para mostrar que eu não tinha sumido e estava cumprindo com as ordens da liberdade assistida. Não podia ficar na rua depois das 22 horas. Tinham algumas regrinhas.”

    “Sinceramente, o egoísmo e a ganância me levaram pra minha ruína. Era meu aniversário e o dia seguinte foi o pior dia da minha vida. Presa, sozinha, sem chão. Eu tive sorte de ter pessoas que me amavam pra me ajudar. Hoje eu sou mãe de uma menina de 2 anos e meio, estou casada com o mesmo homem que foi preso comigo. Mudamos a direção, mudamos de vida. Saímos da loucura e focamos em trabalhar. Temos nossa casa, nosso carro, nossa moto que conquistamos com muito suor e trabalho.”

    “Se passaram 5 anos do que aconteceu e eu nem sei como vou explicar tudo isso pra ela (filha) um dia. Espero, desejo e alerto a todas as pessoas que estão nessa vida, que é um labirinto sem saída. Não desejo que a mãe de ninguém passe pelo que a minha passou.”

    Fonte: IG Mulher

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