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Praia Brava de “No Limite” tem nome fake; conheça a verdadeira no Sul do Brasil

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As águas da Praia Brava são claras e a faixa de areia é fofa e branca
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As águas da Praia Brava são claras e a faixa de areia é fofa e branca



A nova edição do reality show “No Limite”, da TV Globo , estreia no próximo dia 11. Os desafios que serão enfrentados pelos  16 participantes têm como pano de fundo um local que ganhou como nome fictício “Praia Brava”. No entanto, existe uma Praia Brava em Florianópolis e ela é considerada uma das mais belas praias do Sul do País.

A Praia Brava, que fica entre Itajaí e Balneário Camboriú, na região norte da Ilha de Santa Catarina , é conhecida por ser um destino relaxante, sensação proporcionada pela calmaria e belezas naturais. Com 1,5 km de extensão, possui uma faixa de areia clara de 100 metros de largura, que é banhada por um oceano bem azul.


O que fazer em Praia Brava?


O destino é muito buscado por sua paisagem natural de tirar o fôlego, mas também para se desconectar da rotina de estresse. Existem diversos quiosques, bares e  restaurantes para todos os gostos, espalhados em diversos pontos da praia. Também é possível contemplar a extensão do mar e sentir a brisa da praia ao passear de bicicleta pela ciclofaixa.

A praia também é procurada para praticar atividades físicas e esportes radicais. Na fachada da areia é muito comum ver grupos jogando frescobol ou fazendo caminhadas, mas o  destino é perfeito para surfistas ousados que gostam de pegar ondas desafiadoras, já que o mar é bem agitado.

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É preciso que banhistas e surfistas tomem cuidado, já que o mar puxa muito forte. Por isso, é importante ter cautela na hora de ir para o mar. Pela praia, existem sinalizações vermelhas espalhadas para que o turista identifique os pontos mais perigosos e evitá-los.

Há ainda opções de voo duplo de parapente , que custam entre R$ 250 e R$ 350, que sai de uma plataforma que fica no morro que leva à Praia Brava. Nesses voos, é possível ter uma visão privilegiada da praia e contemplar outras regiões paradisíacas que estão próximas, como a Ilha do Arvoredo e a Praia dos Ingleses.

Turistas também podem conhecer a área ao redor e desbravar as trilhas que ficam na região, como a Trilha da Feiticeira, feita entre as árvores do morro que dá acesso à praia, e a Trilha do Churrão, feita com caminho de pedras na ilha e incríveis paisagens rochosas para apreciar no caminho.


O Mirante da Praia Brava é um dos pontos turísticos da região de tirar o fôlego, já que proporciona uma vista panorâmica da praia sem qualquer incômodo e não existem estruturas que atrapalham a visão. O mirante está no ponto mais alto da Av. Epitácio Bittencourt, que pode ser acessada somente pela praia. Há possibilidade de subir de carro e existe um restaurante próximo.

Como chegar em Praia Brava?

É possível acessar a Praia Brava por meio da rodovia SC-401. Ela leva às praias de Canasvieiras e para a Praia de Ponta das Canas. Dali, basta seguir pela Av. Epitácio Bittencourt, que dá acesso ao morro que leva à Praia Brava. Também é no topo deste morro em que está localizado o Mirante da Praia Brava.

Para os turistas que vão ao destino de avião, basta pegar o ônibus que sai do terminal do  aeroporto em direção à Rodoviária. Lá, deve-se ir ao Terminal Central de Ônibus Urbano, de onde sai o ônibus 266 Praia Brava, que vai em direção ao trecho. Essa linha funciona todos os dias, das 5h43 às 19h47.

Acomodações perto da Praia Brava

É possível conseguir acomodações com diária acessível que sejam bem próximas da Praia Brava. Na região, os hotéis principais e mais próximos são o Praia Brava Hotel, com diárias a partir de R$ 162 com café da manhã incluído, e os apartamentos da Entremares Residence, a partir de R$ 380. Também existem acomodações na beira da praia disponíveis para locação no Airbnb , cujos preços das diárias variam entre R$ 110 e até R$ 2 mil.

Fonte: IG Turismo

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Guia do acampamento: o que é preciso saber para viver esta experiência

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Acampar fora das áreas reservadas para isso é proibido no Brasil
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Acampar se tornou uma das formas mais procuradas de turismo nesta pandemia pela Covid-19. Os viajantes mais aventureiros têm investido em  barracas e itens de acampamento para sair um pouco de casa e curtir uma experiência barata, naturalmente ao ar livre, geralmente com pouca concentração de pessoas e/ou em lugares isolados. 

Entretanto, não é todo mundo que escolhe um camping para passar a noite ou alguns dias, mas sim um local aberto sem a infraestrutura de banheiro, cozinha, pontos de iluminação e wi-fi. Apesar de ilegal, a modalidade de acampamento selvagem também vem ganhando adeptos .


Para além da ilegalidade em diversos estados do Brasil, o  acampamento selvagem requer alguns cuidados especiais por parte de quem o pratica, já que não é somente a estrutura de camping que é deixada de lado, mas também o conhecimento de um guia local.

Por isso, a primeira recomendação é que a pessoa estude bem o lugar. É importante conseguir o máximo possível de informações sobre como é a vegetação, o clima, quais animais habitam o lugar e como é a trilha de acesso. Assim é possível decidir quais itens são essenciais para sua estadia.

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Acampamento ao ar livre
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Acampamento ao ar livre


Cuidado!

Um dos cuidados que muitos guias e mochileiros experientes ressaltam é o de evitar montar acampamento em leitos de rio seco ou em cachoeiras que aparentemente estão com fluxo reduzido. Isso porque o viajante pode ser surpreendido por uma tromba d’água, que é quando chove muito na nascente do rio e o fluxo demora para atingir a parte que está aparentemente seca. Quando a água chega é tudo muito rápido e o acamper corre sérios riscos de morte.

“Muitas vezes o acampamento selvagem acontece de um jeito desordenado, em locais que não são adequados, como reservas ambientais, gerando diversas infrações (fogueiras em local inadequado, resíduos de alimentos e lixos, pesca indevida, entre outros)”, aponta Adriana Gradim Perdiza, presidente do Sindicato Estadual dos Guias de Turismo de São Paulo (SINDEGTUR SP).

Ela ressalta que existe um trabalho conjunto dos guias de turismo com a polícia ambiental, pois como o acampamento selvagem cresceu bastante e as áreas escolhidas geralmente são grandes, é difícil cobrir tudo. “Um dos nossos objetivos é ajudar na preservação, seja urbana ou ambiental. Nós ajudamos na fiscalização denunciando casos de acampamento selvagens e/ou irregularidades”, conclui.

A fogueira de acampamentos ilegais podem causar incêndios em áreas protegidas
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Fonte: IG Turismo

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