Saúde

Posso confiar no exame? entenda quando o teste para Covid-19 deve ser refeito

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Você já deve ter ouvido falar em falso negativo. Em se tratando de teste de Covid-19, é muito comum que o exame precise algumas vezes ser refeito, uma vez que o novo coronavírus (Sars-Cov-2) tem um período de incubação e, nesse estágio, o exame não encontra o vírus na superfície da mucosa.

O mesmo vale para testes que utilizam coleta de sangue, como explica Dráuzio Varella em sua coluna na UOL.

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“O exame vai procurar os anticorpos contra o vírus. E o organismo demora um pouco pra produzir esses anticorpos”, explica.

Sendo assim, é muito comum que o exame tenha que ser realizado mais de uma vez para que seja tirada a contraprova. Já quando o resultado é posivito, a contraprova é feita automaticamente pela instituição responsável.

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É bom lembrar que o teste para Covid-19 demanda insumos e reativos; como não dispomos de kits de testes suficientes no Brasil para uma política abrangente de examinação, o recomendável é que a ida a um hospital ou laboratório só ocorra caso o indivíduo apresente sintomas graves.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Não há pedido de pesquisa no Brasil sobre vacina russa, diz Anvisa

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa) afirmou hoje (30) que não recebeu, até o momento, nenhum pedido de registro referente à vacina russa, batizada de Sputnik V. Ainda segundo a autarquia, também não há nenhum pedido formal que trate da autorização de pesquisa clínica no Brasil para a vacina em questão.

A Anvisa informou que nesta quinta-feira (29) chegou à agência apenas um e-mail do laboratório União Química, comunicando sobre a apresentação de documentos prévios. Os documentos foram enviados com um pedido para que a agência faça uma análise prévia, antes da apresentação formal do pedido de pesquisa.

Em seu comunicado, o laboratório esclareceu que os detalhes para a pesquisa clínica de fase 3 da Sputnik V ainda serão apresentados em data que depende da União Química. “As informações enviadas não são um pedido formal de autorização para a pesquisa e não são suficientes para a autorização da Anvisa. Na prática, a pesquisa não está autorizada e esse pedido ainda não foi feito pelo laboratório”, explicou a Anvisa, por meio de nota.

A agência acrescentou que a documentação para solicitar a autorização de pesquisa clínica chama-se Dossiê de Desenvolvimento Clínico de Medicamento, que  ainda não foi apresentado para a vacina. O laboratório também manifestou interesse em realizar uma reunião de caráter técnico com a Anvisa antes de pedir formalmente a autorização da pesquisa clínica para a Sputnik V.

“A Anvisa tem mantido canal aberto com todas as instituições envolvidas no desenvolvimento de vacinas e medicamentos contra a covid-19. A documentação recebida nesta quinta é parte desta estratégia, mas ainda são documentos prévios e não se trata de pedido de autorização para realizar os estudos em fase 3 (com testes em humanos) ou o pedido de registro”, ressaltou a agência.

Estudos clínicos

A Anvisa lembrou que estudos clínicos são realizados com seres humanos depois de obtidos dados e informações significativos nas etapas anteriores. O protocolo dessa fase precisa ser avaliado e aprovado pela Agência de Vigilância Sanitária antes da sua execução.

Registro

A fase seguinte à de estudos clínicos, é a de registro. Para essa análise, profissionais especializados da Anvisa revisam todos os documentos técnicos e regulatórios e verificam os dados de segurança e eficácia, bem como a qualidade da vacina. O registro, concedido pela Anvisa, é o sinal verde para que a vacina seja comercializada e disponibilizada no país.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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