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Ponte Aérea Rio-São Paulo testa reconhecimento facial em passageiros

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Ponte Aérea Rio-São Paulo testa reconhecimento facial em passageiros
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Ponte Aérea Rio-São Paulo testa reconhecimento facial em passageiros

Os passageiros da Ponte Aérea Rio-São Paulo participam, simultaneamente, no Aeroporto de Congonhas, na capital paulista, e no Aeroporto Santos Dumont, na capital fluminense, de um teste para o embarque com o uso de reconhecimento facial , sem a necessidade de apresentar cartão de embarque e documento de identificação. A ligação aérea entre essas duas capitais é a quinta de maior movimento no mundo.

O projeto Embarque + Seguro 100% Digital, desenvolvido do Ministério da Infraestrutura, em parceria com o Serpro e a Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, já foi testado nos aeroportos de Florianópolis, Salvador, Rio de Janeiro (Santos Dumont) e Belo Horizonte (Confins). É a primeira vez em que os passageiros desse trecho testam, ao mesmo tempo, o sistema de tecnologia de ponta a ponta.

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Reconhecimento Facial

Ao longo do dia, passageiros da Azul Linhas Aéreas que se deslocarem entre os aeroportos de Congonhas e Santos Dumont serão convidados, no momento do check-in, a experimentarem a tecnologia de reconhecimento biométrico facial para acessar as áreas de embarque e as aeronaves nos dois terminais. Quem concordar, recebe uma mensagem no celular solicitando autorização para obtenção de seus dados, incluindo o CPF e uma foto.

Depois que o passageiro consentir, o atendente da companhia aérea realiza a validação biométrica do passageiro utilizando o aplicativo do Serpro, que compara os dados e a foto tirada na hora com as informações armazenadas nas bases do governo.

Confira a reportagem completa aqui

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Decreto oficializa desbloqueio do Orçamento de 2021

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Um decreto assinado hoje (30) pelo presidente Jair Bolsonaro oficializou o desbloqueio de todo o Orçamento de 2021. A liberação dos recursos havia sido divulgada há uma semana, quando o governo enviou ao Congresso o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas.

Ao todo, foram liberados os R$ 4,522 bilhões que estavam contingenciados desde a sanção do Orçamento, em abril. A pasta mais beneficiada foi o Ministério da Educação, com R$ 1,558 bilhão liberados. Em seguida, vêm os ministérios da Economia (R$ 830,5 milhões), da Defesa (R$ 671,7 milhões) e do Desenvolvimento Regional (R$ 382,7 bilhões).

Em seguida, vêm os Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovações (R$255,4 milhões); da Cidadania (R$ 204,7 milhões); das Comunicações (R$ 145,4 milhões); das Relações Exteriores (R$ 143,2 milhões); de Minas e Energia (R$ 89,7 milhões); da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (R$ 80 milhões); do Turismo (R$ 56 milhões); da Infraestrutura (R$ 40,3 milhões); a Presidência da República (R$ 35,6 milhões); o Ministério da Saúde (R$ 25,8 milhões) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (R$ 3,2 milhões).

Da verba que estava bloqueada, R$ 2,8 bilhões poderão ser liberados para gastos discricionários (não obrigatórios), como investimentos (obras e compras de equipamentos). O relatório também aumentou em R$ 25,44 bilhões, de R$ 99,495 bilhões para R$ 124,935 bilhões, a previsão de créditos extraordinários.

Fora do teto de gastos, os créditos extraordinários estão relacionados aos gastos com o enfrentamento da pandemia de covid-19. A ampliação de R$ 25,44 bilhões está relacionada à prorrogação do auxílio emergencial por três meses. O benefício, que acabaria neste mês, foi estendido até outubro.

Histórico

Sancionado no fim de abril, o Orçamento de 2021 enfrentou uma negociação tensa. A lei orçamentária foi sancionada com R$ 19,8 bilhões vetados e R$ 9,3 bilhões contingenciados (bloqueados). Em maio, o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas permitiu a liberação de R$ 4,8 bilhões.

Com o relatório divulgado hoje, os cerca de R$ 4,5 bilhões que ainda estavam bloqueados foram definitivamente liberados, e todos os ministérios e órgão públicos tiveram a verba recomposta. Aprovado com cerca de R$ 30 bilhões remanejados de gastos obrigatórios para emendas parlamentares, o Orçamento de 2021 foi sancionado com vetos parciais, após um acordo político, para evitar o descumprimento de regras fiscais por parte do governo.

Edição: Aline Leal

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