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Polônia é um dos países mais seguros da Europa, mas esconde algumas ciladas

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A youtuber Carol Capel em Auschwitz
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A youtuber Carol Capel em Auschwitz




Longe dos  destinos tradicionais da Europa, a Polônia é conhecida por seus castelos medievais, por ser o país do Papa João Paulo II, pela cultura judaica e pelas cicatrizes deixadas pela 2° Guerra Mundial, como o campo de concentração de Auschwitz.

A Polônia está entre os países europeus mais econômicos para os brasileiros. Apesar de fazer parte da União Europeia, possui a sua própria moeda, o Zloty.

Desde 2018, a youtuber Carol Capel, com mais de dois milhões de inscritos em seu canal, fixou residência em Cracóvia, na Polônia, lugar que se apaixonou após uma viagem e vive até hoje. A influencer dá dicas de como se dar bem no país como turista:




Cuidado com as ciladas!

A Polônia é um país muito seguro e não é comum turistas caírem em golpes ou assaltos, mas é preciso tomar cuidado com o ticket do transporte público, por exemplo. Como os ônibus e trens não possuem catraca, o turista entende que o transporte é gratuito — e não é. “Se você for pego sem o bilhete, pode pagar multa de até R$ 170, aproximadamente 120 zloty polonês”, explica Carol.  

Certifique-se de comprar os bilhetes nas máquinas e de validar ao entrar no transporte. “Os fiscais entram ‘disfarçados’ nos ônibus e, quando está em movimento, começam a pedir os bilhetes. Nem adianta explicar que é turista, que a multa vem do mesmo jeito”, diz. 

Outra dica é evitar atravessar fora da faixa de pedestres, mesmo quando não estiver vindo de carro, pois o turista pode ser multado. Cuidado também com bilhetes falsos para atrações e museus, certifique-se de comprar em sites oficiais.

Nem todos falam inglês

Cidade segura: Carol Capel mora desde 2018 em Cracóvia
Divulgação

Cidade segura: Carol Capel mora desde 2018 em Cracóvia


“O polonês é muito direto e não tende a ser muito amigável com turistas”, detalha Carol. Busque sempre abordar jovens na hora de perguntar algo. Geralmente, conhecem mais o idioma inglês e são mais solícitos, mas não se preocupe, pois nos centros turísticos e nas cidades grandes as pessoas falam inglês.

“Se você for para algum lugar mais afastado do centro, boa sorte com o choque de tentar entender qualquer coisa e falhar. O polonês é uma das línguas mais difíceis do mundo. Para nós, brasileiros, é extremamente difícil de entender”, conta. 

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Saiba o que dizer (e não dizer) em polonês

Toda vez que você entrar em algum local, seja de dia ou de noite, alguém vai te saudar com um “Dzień Dobry”, que se pronuncia “dindobrê”. Isso quer dizer “bom dia”. Responda de volta. 

Além disso, Carol explica que a palavra “kurva” [que significa put*] para os poloneses soa extremamente rude. O som, igual ao português, é um palavrão pesado na Polônia. Então, evite dizer em voz alta. “Todos os poloneses falam esse palavrão o dia inteiro. Se alguém falar isso para você, já sabe que a pessoa está brava”, explica. 

Delícias gastronômicas

Quando for à Polônia, o viajante deve experimentar o famoso Pierogi, que é uma espécie de pastelzinho de massa cozida com diversos recheios dentro, como queijo, carne, frango e repolho.

Em relação aos doces, a fruta tradicional é a “malina”, que é o nome em polonês para framboesa. A grande maioria dos bolos e doces são feitos dessa fruta. Carol aconselha também a experimentar os donuts poloneses. “Eles não são iguais àqueles donuts que comemos nos Estados Unidos, mas são bem macios e com recheios bem diferentes, como de geleia de laranja”, conta. 

Centro de Cracóvia onde acontece uma grande feira gastronômica
Divulgação

Centro de Cracóvia onde acontece uma grande feira gastronômica


Campos de concentração 

Não se deve fazer comentários desrespeitosos sobre nazismo e Holocausto. “Não diga em voz alta que os campos de concentração são poloneses porque é extremamente grosseiro para eles. O ideal é dizer ‘campos de concentração alemães’”, explica.  

A entrada em Auschwitz é grátis, caso o turista decida visitar de forma independente, mas deve ser agendada no site oficial. Se desejar a companhia de um guia, o preço ronda os 12€ por pessoa (50 zloty).

A melhor forma de chegar a Auschwitz é pegar um voo ou ônibus para a cidade de Krakow ou Katowice e, então, pegar um ônibus a Oświęcim. A distância entre Cracóvia e Oświęcim é de cerca de 70 km e demora por volta de duas horas para percorrer o trajeto. Na Cracóvia, os ônibus partem da estação central Kraków Main Railway Station (Kraków Główny).

Cracóvia: a cidade mais visitada da Polônia

Cracóvia iluminada no inverno
Divulgação

Cracóvia iluminada no inverno


Apesar da capital do país ser Varsóvia, Cracóvia é o local preferido dos turistas e é maior cidade polonesa depois da capital.

“As atrações estão todas próximas uma da outra no centro antigo. Consegue-se ir de uma à outra muito fácil, num roteiro prático e prazeroso de ser feito. Ela é conhecida como a cidade universitária da Polônia, é limpa e muito segura. Pode-se andar à noite pelas ruas, sem maiores problemas, o que é ótimo, pois tem muitas atrações noturnas para quem curte e principalmente, para os turistas”, conta.

Carol diz que a Polônia é o país do mundo que mais possui igrejas e, na cidade da Cracóvia, é possível encontrar muitas delas, cada uma mais detalhada e decorada que a outra. Algumas sobreviveram a gerações de instabilidade e guerras. Um dos templos mais notáveis para visitar é a Basílica de Santa Maria, localizada no centro da cidade antiga.

No centro antigo da Cracóvia, existe a maior praça da Europa. “O local fica bem cheio de turistas e moradores, principalmente na época que antecede o Natal, pois existe uma feira gastronômica bem famosa, que funciona todos os anos ali na praça. Nessa feira, você pode experimentar as comidas tradicionais da Polônia e o grzaniec, uma espécie de vinho quente”, detalha Carol.

 Castelo de Wawel
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Castelo de Wawel


Além disso, Cracóvia é a cidade do Dragão, “smok”, em polonês. Essa é uma das lendas polonesas mais conhecidas e mais antigas. No Castelo de Wawel, existe a caverna do dragão, onde supostamente ficava o animal místico que se alimentava dos habitantes da cidade e é possível visitá-la. 

Fonte: IG Turismo

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América do Norte: ciclovia vai de Manhattan até o Canadá

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Ciclovia vai de Manhattan até o Canadá
Divulgação/Empire State Trail

Ciclovia vai de Manhattan até o Canadá


A Empire State Trail, que vai de Nova York até a fronteira com o Canadá através de um percurso de mais de 1200 quilômetros, foi inaugurada no comeco de 2021. A ciclovia conecta 20 trilhas em uma única rota — grande parte dela longe das rodovias movimentadas.

A trilha é dividida em três trechos. O primeiro, o Hudson River Valley Greenway, parte de Manhattan, em Nova York, até Albany, capital do estado através de 267 quilômetros. À esta altura, a trilha se divide e um trecho leva ao norte e, o outro, a oeste.

Ao norte está o trecho Champlain Valley, até Roses Point, na fronteira com o Canadá, que pode também ser feito por carro. Já o Erie Canalway Trail, o mais indicado para ciclistas, parte de Albany no sentido de Buffalo, também fronteira com o Canadá, mas a oeste.

A Empire State Trail atualmente é a trilha multiuso mais longa dos Estados Unidos. O projeto foi anunciado em 2017 pelo governador de Nova York, Andrew Cuomoe, e concluído em dezembro de 2020. 

São várias as opções de lazer ao longo da trilha, de acampamentos e piqueniques à visitas a cervejarias. Há também a disponibilidade de acomodações ao longo do caminho.

Fonte: IG Turismo

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