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Policial que disparou contra Daunte Wright é acusada de homicídio

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A policial que baleou e matou um jovem negro durante uma briga, ocorrida após uma abordagem de trânsito de rotina no estado norte-americano de Minnesota, foi presa e formalmente acusada de homicídio culposo nessa quarta-feira (14).

Kim Potter, veterana com 26 anos de serviço que se demitiu da força policial de Brooklyn Center na última terça-feira, foi posta sob custódia e fichada na prisão do condado de Hennepin por matar a tiro o jovem Daunte Wright, de 20 anos, na tarde de domingo, disse o Órgão de Apreensão Criminal de Minnesota em comunicado.

Potter, de 48 anos, estava detida sem direito a fiança, segundo registros da prisão.

Wright foi parado no domingo devido ao registro vencido de um veículo. Policiais descobriram que existia um mandado de prisão contra ele, e Potter sacou a arma de fogo, ao invés da arma de choque, acidentalmente durante uma luta com Wright, que voltou para o carro, disse o chefe policial de Brooklyn Center, Tim Gannon, que também pediu demissão.

No vídeo da polícia, ouve-se Potter gritando um palavrão e, em seguida, “acabei de atirar nele”.

Para que ela seja condenada pela lei de Minnesota por homicídio culposo, os procuradores precisam mostrar que Potter foi “culposamente negligente” e que correu um “risco insensato” em suas ações contra Wright. A acusação implica pena máxima de dez anos de prisão e multa de US$ 20 mil. 

* Com reportagens adicionais de Nathan Layne, Brendan O’Brien e Joseph Ax  

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CPI vota quebras de sigilo, pedidos de informações e convocações nesta quarta

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 CPI da Covid vota 58 requerimentos nesta quarta-feira (23)
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CPI da Covid vota 58 requerimentos nesta quarta-feira (23)

A CPI da Covid não terá depoente nesta quarta-feira (23). Inicialmente, aconteceria a oitiva de Francisco Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos –  empresa que intermediou a contratação bilionária das vacinas indianas Covaxin – porém, o rapaz alegou estar cumprindo quarentena obrigatória após ter viajado à Índia. Com isso, senadores se reunirão para votar 58 requerimentos – entre quebras de sigilo, pedidos de informação, convites e convocações.

Em pauta estará a votação para que depoimentos dos envolvidos na compra das doses indianas do imunizante contra Covid da Covaxin:

  • Alex Lial Marinho: trabalhou no Ministério da Saúde como coordenador-geral de Aquisições de Insumos Estratégicos para Saúde;
  • Thais Amaral Moura, assessora especial da Secretaria de Governo;

Senadores membros da comissão analisam se houve o envolvimento direto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na decisão de agilizar a compra da vacina – que não havia publicado todos os resultado de eficácia e não havia autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que suas doses fossem importadas.

Outros requerimentos serão votados, como a convocação de representantes do Facebook, do Twitter e da Google Brasil, empresa de transporte Viação Redentor (no Rio de Janeiro), e o comparecimento de Alexandre Chieppe, secretário de Saúde do Rio.


A realização de uma “diligência” com o ex-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel , para ouvi-lo secretamente em condição de testemunha também estará em votação pela comissão parlamentar de inquérito.

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