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Policiais praticam atos extraordinários para salvar vidas em Mato Grosso

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Dois sargentos destemidos da Polícia Militar praticaram atos extraordinários de coragem para salvar e proteger vidas, nas cidades de Várzea Grande e Tangará da Serra, no último mês de abril. O sargento PM Valdiney Pacheco encarou o Rio Cuiabá para resgatar uma mulher que havia se jogado da ponte Mário Andreazza. No interior, o sargento Welinton Fabiano Da Silva, praticante de jiu-jitsu, conseguiu utilizar as artes marciais para imobilizar e desarmar  com segurança um homem em surto psicológico.

O sargento PM Valdiney Pacheco é policial militar e atua no Centro Integrado de Operações Áreas (Ciopaer). Ele conta que naquele dia, 28 de abril, o resgate da mulher era algo desafiador. Mesmo preparado, o militar relata que se atirar do helicóptero Águia 03 e enfrentar a correnteza do Rio Cuiabá não é algo corriqueiro em sua rotina.

Sargento PM Valdiney Pacheco

Para salvar a mulher, Pacheco utilizou um equipamento chamado lifebelt – de resgate de afogamento, se preparou e, após uma manobra da aeronave para chegar mais próximo da vítima, se jogou na água e alcançou a mulher. O militar conta que a vítima não reagiu e colaborou com o resgate imbuído pela coragem do sargento e de toda a equipe da aeronave.

Dois dias após o resgate em Várzea Grande, no  dia 30 de abril, o  policial militar do 19 º Batalhão, sargento Welinton Fabiano Da Silva, surpreendeu a todos com seu preparo e coragem, ao imobilizar um homem em  surto psicológico, no bairro Vila Esmeralda, em Tangará da Serra.

Pessoas que acompanhavam o  atendimento de rotina da equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência ( Samu) registraram por meio de fotos e vídeos o golpe de jiu- jitsu, aplicado pelo militar para desarmar e conter o paciente que colocava a vida dele e dos atendentes do Samu em risco.

O vídeo da ação do sargento viralizou nas redes sociais após mostrar o preparo técnico do  policial para deter sem utilização de meios não letais e até letais, o paciente que precisava de ajuda médica.

O relato dos policiais militares  e análises de especialistas sobre as duas ocorrências atendidas pelos dois heróis de farda estão disponíveis no 12º episódio do PMCAST, o podcast oficial da Polícia Militar de Mato Grosso.

Quer saber mais ?

Acesse o link deste episódio inédito e exclusivo  do PMCAST nas plataformas de áudio:

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Fonte: PM MT

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Autor de feminicídio diz que levou notebook de vítima para ver mensagens

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(Imagem meramente ilustrativa)

Por Raquel Teixeira

Em depoimento nesta quinta-feira (17.06) à equipe da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá, o autor do feminicídio que vitimou Dennilla Cris Dantas Barbosa, 19 anos, ocorrido em Araputanga no dia 16 de junho, deu detalhes de como cometeu o crime e admitiu que matou a garota por ciúmes.

O estudante de odontologia de 24 anos, natural de Fortaleza (CE), foi preso por uma equipe da DHPP, que realizou diligências em apoio à Delegacia da Polícia Civil em Araputanga. Ele foi localizado nas dependências de um centro de comércio popular, no bairro do Porto, em Cuiabá, na manhã desta quinta-feira, onde fazia compras logo depois de ter cortado o cabelo.

No local, ele também comercializou em uma das bancas do centro comercial, o notebook que havia dado de presente à vítima na ocasião do relacionamento entre ambos e que levou dela após cometer o crime.

Durante depoimento na sede da DHPP, na Capital, ao delegado Caio Fernando Albuquerque, o estudante confessou o crime e disse que em razão do término do relacionamento com a vítima e querendo entender o motivo e conversar com Dennila, ele resolveu vir a Mato Grosso. Ele estava em Araputanga desde a segunda-feira, mas disse que somente na quarta-feira é que ‘tomou coragem’ de procurá-la. Antes porém, foi até um supermercado da cidade, onde fez compras, inclusive de uma faca, a que usou para cometer o crime. Ele alegou que tinha o “costume” de andar com uma faca à noite, para sua defesa.

Ainda em depoimento, o autor do crime relatou que a vítima não o esperava e após ambos conversarem “normalmente”, ele aproveitou-se do instante em que ela foi ao banheiro e olhou o computador da vítima, onde afirma ter visto conversas de Dennila com outra pessoa. Nesse momento, ele afirmou ao delegado que ficou ‘cego’ e atacou a vítima. Em seguida, se lavou, mas deixou a residência com sangue nas vestes e no próprio corpo. Ele alega que levou o computador para que continuasse a leitura das mensagens.

Após o procedimento na DHPP, o estudante foi autuado em flagrante por homicídio qualificado por motivo fútil, emprego de meio cruel, recurso que impossibilitou a defesa e por ser praticado contra mulher em situação de violência doméstica, caraterizando feminicídio. O delegado representou à Justiça pela conversão do flagrante em prisão preventiva.

Ele será recambiado para Araputanga e ouvido no inquérito instaurado pela Polícia Civil no município.

Crime

Dennila foi encontrada pela mãe no chão do quarto de sua residência, no centro de Araputanga, na quarta-feira. O corpo apresentava golpes causados por objeto cortante na região do pescoço e no braço direito. Uma faca foi encontrada na mão direita da vítima, além de uma carta que teria sido escrita no computador dela, indicando que a garota teria cometido um possível suicídio.

De acordo com o delegado de Araputanga, Herbert Yuri Figueiredo Rezende, o estudante de odontologia cometeu o crime por não aceitar o término do relacionamento.

A Polícia Civil em Araputanga apurou que depois de cometer o crime, o estudante cearense percorreu a cidade à procura de uma corrida de mototáxi para a cidade vizinha, São José dos Quatro Marcos. No hotel em que se hospedou em Araputanga, ele apresentou um nome falso. Depois de pegar uma mototáxi até a cidade vizinha, ele fez um saque em uma agência bancária, pagou a corrida e depois foi para a rodoviária, onde pegou um ônibus para Cuiabá. A investigação da Delegacia de Araputanga iniciada ainda na tarde em que o corpo da vítima foi encontrado por sua mãe apontou que objetos pessoais da vítima haviam desaparecido da casa, como o notebook e uma mesa digital de desenho. A mãe de Dennila também reconheceu o ex-namorado da filha como o homem que havia se hospedado com nome falso no hotel da cidade.

Prisão de receptadores

Na manhã desta sexta-feira (18), policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Cuiabá, em apoio às investigações sobre o feminicídio, prenderam duas pessoas que compraram do autor do feminicídio o notebook que ele roubou da vítima.

A equipe da DERF realizou diligências no centro de comércio popular, no bairro do Porto, para localizar a banca onde o notebook foi vendido. Os investigadores encontraram o aparelho já exposto para venda e ao questionar o proprietário do local, o homem de 52 anos informou que o aparelho foi comprado no dia anterior e reconheceu o estudante de odontologia como a pessoa que levou o notebook.

O dono da banca disse ainda que foi pago R$ 1.300,00 pelo notebook, porém, quem fez a negociação foi seu funcionário, que confirmou as informações. Os dois foram conduzidos à delegacia especializada, onde foram autuados por receptação.

Fonte: PJC MT

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