POLÍCIA FEDERAL

Polícia Federal realiza abertura oficial do LVIII Curso de Formação Profissional no cargo de Agente de Polícia Federal

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A Polícia Federal realizou hoje, 15/10, a abertura oficial do LVIII Curso de Formação Profissional no cargo de Agente de Polícia Federal. O evento aconteceu na Academia Nacional de Polícia, em Brasília/DF.

Ao todo, foram matriculados 657 alunos regulares. O treinamento tem previsão de encerramento para o dia 22 de dezembro de 2021.

O Curso de Formação Profissional consolida a última etapa do concurso público para ingresso nos quadros da PF. No intuito de alcançar os objetivos propostos para a formação, serão realizados exercícios práticos simulando as dinâmicas de trabalho dos candidatos a policiais federais. Prática de tiro, defesa pessoal, investigação policial e técnicas operacionais são algumas das disciplinas curriculares.

A cerimônia de abertura contou com a presença do Diretor de Inteligência Policial, Rodrigo Carneiro; do Diretor de Gestão de Pessoal, Oswaldo Gomide; e do Diretor da Academia Nacional de Polícia, Umberto Ramos Rodrigues. Além da participação de servidores da ANP, convidados e outras autoridades.

Na ocasião foram ministradas palestras sobre inteligência policial e o uso das redes sociais.

Medidas de segurança sanitária

Devido ao estado de emergência de saúde pública decorrente da pandemia da COVID-19, a Academia Nacional de Polícia tomou uma série de medidas para aumentar a segurança sanitária de candidatos, professores e demais envolvidos na realização dos cursos de formação.

Todos os alunos fizeram o teste da COVID-19. O uso de máscaras será obrigatório, além do controle nos deslocamentos, entre outros procedimentos.

Coordenação Geral de Comunicação Social da Polícia Federal
Contato: 61 2024-8142

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POLÍCIA FEDERAL

PF apura possível desvio de cota parlamentar no Amapá

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Macapá/AP – A Polícia Federal deflagrou na manhã deste sábado (26/11) a Operação En Passant*, para cumprimento de 15 mandados de busca e apreensão, em investigação que apura desvio de cota parlamentar de deputado da Assembleia Legislativa do Amapá – ALAP.

Cerca de 40 policiais federais cumpriram as medidas cautelares expedidas pelo Tribunal de Justiça do Amapá – TJAP, e resultaram na ação que ocorre no município de Macapá, em residências e empresas dos investigados.

A Investigação é um desdobramento da Operação Terça Parte, deflagrada em 14/05/2021, que apurava suposto esquema criminoso comandado por um deputado estadual, envolvido em indícios de prática de crimes de corrupção eleitoral, peculato, falsidade ideológica, lavagem de capitais e organização criminosa, por meio da nomeação de funcionários fantasmas e retenção de parte da remuneração de assessores (rachadinha).

Com a avanço das investigações, a PF identificou indícios de um esquema de desvio de valores, que ocorrem pelo menos desde 2019, por parte do deputado, que deveriam custear despesas típicas do exercício do mandado parlamentar (CEAP).

No esquema criminoso, o parlamentar solicitava o ressarcimento desta verba, em proveito próprio, de gastos inexistentes e contava com a participação de diversas pessoas físicas e empresas que emitiam notas fiscais frias em troca de parte do valor.

Apurou-se ainda, que um dos principais articuladores para funcionamento do esquema, seria uma funcionária do gabinete do parlamentar, que já havia sido afastada judicialmente pelo TRE/AP, na deflagração da Operação Terça Parte, por indícios de participação na rachadinha. Uma das empresas que emitiam as notas fiscais ideologicamente falsas, em troca de comissão, era do marido dela.

Os investigados utilizavam empresas de locação de veículo e embarcação, escritório de contabilidade e advocacia e serviço de comunicação social (mídia), com a emissão das notas frias, para justificar os gastos inexistentes.

A PF estima que pelo menos R$ 360 mil por ano foram desviados com as ações (R$ 30 mil por mês), totalizando o valor aproximado de R$ 1 milhão, tendo em vista os indícios de que a fraude ocorre desde o ano de 2019.

O TJAP impôs ainda, o afastamento do deputado do mandato. Inicialmente, os envolvidos podem responder pelos crimes de associação criminosa, peculato, falsidade ideológica e duplicata simulada. As penas somadas podem chegar a 22 anos de reclusão e pagamento de multa.

En Passant*: En Passant é uma jogada do xadrez na qual uma peça tira proveito de um avanço inesperado do fluxo da peça adversária, enganando o movimento natural dela e capturando-a. No caso da investigação, o principal investigado engana o fluxo financeiro da cota parlamentar, mediante emissão de notas fiscais frias, desviando os recursos em proveito próprio e alheio.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá
[email protected]
(96) 3213.7500

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