POLÍCIA FEDERAL

Polícia Federal prende servidor da Receita Federal por suspeita de corrupção Macapá/AP

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Macapá/AP – A PF deflagrou nesta quinta, 18/11, a segunda fase da Operação Contrapartida*, com o objetivo de verificar a participação de outras pessoas, em investigação que apura a conduta de um servidor da Receita Federal do Brasil, por cobrar vantagens indevidas de empresários, em troca de informações privilegiadas do Órgão.

Cerca de 15 policiais federais deram cumprimento a três mandados de busca e apreensão na residência dos investigados, todos em Macapá, sendo um empresário, um contador e um servidor da Receita Federal. Este último foi preso preventivamente.

A primeira fase, deflagrada em 27/5/2021, ocorreu quando a PF identificou um arranjo criminoso entre um contador e um servidor da Receita Federal, que possibilitava o acesso privilegiado às informações restritas do órgão. A suposta influência dentro da instituição era utilizada pelo contador para beneficiar seus clientes. O agente público, por sua vez, recebia vantagens indevidas a cada novo “negócio” angariado pelo contador. Na primeira fase da operação, a Justiça Federal decretou o afastamento cautelar do servidor das funções.

Após análise do material apreendido, a Polícia Federal identificou indícios de que, de fato, a atuação do servidor ocorria de forma habitual, em uma factível ramificação de acertos, abarcando outros empresários.

A PF identificou que o contador, que já havia sido preso pela PF em 2009, em episódio de saques fraudulentos de FGTS com utilização de documento falso, continuava perpetrando possíveis atos criminosos e, em especial, por estar usando do contato que tem dentro da Receita Federal para obter de seus clientes vantagem a pretexto de influir em atos praticados por funcionários públicos.

A investigação identificou ainda que um dia antes da deflagração da primeira fase da operação, o servidor da Receita Federal, que foi alvo de busca e apreensão, teria recebido valores indevidos. Ele ainda teria oferecido, informalmente, uma proposta para negociação relativa a tributos de empresa de segurança privada junto à Receita Federal.

Os crimes investigados são os de corrupção ativa e passiva, com penas que podem chegar a 12 anos de reclusão.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá

Instagram: @policiafederalamapa

[email protected] / www.pf.gov.br

Contato: (96) 3213-7500

*Contrapartida ocorre quando se oferece uma coisa em troca de outra; no caso, fornecimento de informações privilegiadas para o ganho de vantagens indevidas.

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POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra Operação Reach Stackers para combater o crime organizado no Terminal Portuário de Paranaguá

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Curitiba/PR – A Polícia Federal e a Receita Federal deflagraram hoje (28/1) a Operação Reach Stackers, que tem como objetivo desarticular grupos criminosos que atuam dentro do terminal portuário de Paranaguá/PR. O grupo operacionalizava e promovia a remessa de carregamentos de cocaína para o exterior em contêineres, sem o conhecimento do exportador, na modalidade conhecida internacionalmente como “RIP ON/RIP OFF”.

Foram expedidos 8 mandados de prisão temporária e 9 mandados de busca e apreensão, para cumprimento nas cidades de Paranaguá/PR, Matinhos/PR e Piraquara/PR. Também foram decretadas medidas patrimoniais de sequestro de imóveis e bloqueio de valores existentes em contas bancárias e de aplicações financeiras.

Trata-se de desmembramento da Operação Enterprise, deflagrada pela Polícia Federal, no dia 23/11/2020, em diversos Estados da Federação e no exterior, para combater um conglomerado de organizações criminosas especializado em tráfico internacional de drogas.

Os investigados são responsáveis por fornecer informações privilegiadas sobre posições, rotas e cargas dos contêineres, para subsidiar organizações criminosas em ações no Porto de Paranaguá, além de movimentarem os contêineres de forma a possibilitar a inserção dos carregamentos de cocaína dentro do pátio do terminal portuário. As ações criminosas ocorriam de forma dissimulada e sem o consentimento da administração do Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP), que auxiliou no desenvolvimento das investigações.

Os investigados responderão pelos crimes de tráfico transnacional de entorpecentes, com penas que podem chegar até 25 anos de reclusão para cada ação perpetrada, bem como pelos crimes de organização criminosa e de associação para o tráfico, que podem chegar a 24 anos de reclusão.

Comunicação Social da Polícia Federal no Paraná

Contato: [email protected]

(41) 3251-7810

*** A operação foi batizada Reach Stackers em alusão ao equipamento de mesmo nome utilizado em terminais portuários para o deslocamento de contêineres.

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