POLÍCIA FEDERAL

Polícia Federal deflagra 2ª fase da Operação Papagaio de Ouro

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Cuiabá/MT – A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (15/10), na região de Pontes e Lacerda/MT, a 2ª fase da Operação Papagaio de Ouro. A ação tem o objetivo de desarticular suposta associação criminosa voltada à exploração ilegal de ouro.

A PF apreendeu veículos de luxo e realizou a prisão de um dos dois investigados. Há fortes indícios de que eles, pai e filho, estariam em atividade desde o ano de 2016, extraindo ilegalmente cerca de oito quilos de ouro por mês, utilizando-se de diversas pessoas e de máquinas de grande porte.

As medidas foram determinadas pela 2ª Vara Federal de Cáceres/MT, tendo em vista que os investigados estariam ocultando o patrimônio adquirido ilegalmente. Os policiais apontam que os suspeitos estariam prejudicando as investigações e dificultando a recuperação dos valores obtidos com a prática criminosa.

No curso da investigação, já foram apreendidos diversos veículos, máquinas, imóveis, gados e valores obtidos com a exploração ilegal de ouro. Tais medidas visam descapitalizar a associação criminosa e demonstrar que o crime não compensa.

*O nome da operação é uma referência ao Córrego do Papagaio, local onde a investigação teve início. A Polícia Federal recebeu uma denúncia de que a área estava sendo poluída com os rejeitos do garimpo ilegal.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Mato Grosso

Contato: (65) 99284-8987
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POLÍCIA FEDERAL

PF investiga possível prática de estelionato previdenciário

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Manaus/AM – A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (30/7) a Operação Faces, com o objetivo de investigar a possível prática do crime de estelionato previdenciário. A ação da Polícia Federal visa cumprir mandado judicial de busca e apreensão expedido pela 4ª Vara Criminal da Justiça Federal do Amazonas, na cidade de Autazes/AM.

Segundo as investigações, um idoso possuía diversos benefícios obtidos junto ao Instituto Nacional do Seguro Social – INSS, fazendo usos de documentos falsos, tais como: um benefício de Amparo Social ao Idoso e três Aposentadorias por Idade. Em cada benefício, ele fazia uso de um nome diferente. Identificou-se que eram retiradas Certidões de Nascimento com nomes falsos. Em seguida, ele retirava os demais documentos e dava entrada nos requerimentos dos benefícios junto ao INSS.

O investigado poderá responder pelo crime de estelionato previdenciário. Se condenado, poderá cumprir pena de até 6 e 8 meses de reclusão.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amazonas

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