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Polícia Civil prende ladrão de gado

Na oportunidade, criminosos chegaram à fazenda e renderam o caseiro da propriedade. Em seguida, a vítima foi amarrada e os assaltantes colocaram os animais do curral em um caminhão. Os suspeitos ainda levaram uma motocicleta do local.

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Autor de roubo de gado em Acorizal é preso pela Polícia Civil em Cuiabá

O coautor de um roubo de 50 cabeças de gado, ocorrido em novembro do ano passado, em Acorizal, teve prisão preventiva cumprida na quinta-feira (31.01), na Capital, pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá.

 

O suspeito Raimundo Pereira da Silva, conhecido como “Baratinha”, foi identificado pela participação no crime, realizado na comunidade Aldeia, no dia 23 de novembro.

 

Na oportunidade, criminosos chegaram à fazenda e renderam o caseiro da propriedade. Em seguida, a vítima foi amarrada e os assaltantes colocaram os animais do curral em um caminhão. Os suspeitos ainda levaram uma motocicleta do local.

 

Durante as investigações, Raimundo foi identificado como o responsável por dirigir o caminhão com o produto do roubo.

 

Segundo levantamento, os animais foram inicialmente descarregados em uma fazenda da cidade de Santo Antônio do Leverger e, por fim, o gado teria sido encaminhado para Rondonópolis.

 

As diligências prosseguiram em Rondonópolis, o que possibilitou a identificação do comprador dos animais. A princípio, foi apurado que o comprador desconhecia a origem ilícita dos animais.

 

As equipes da DERF de Rondonópolis (coordenadas pelo delegado Santiago Rozendo Sanches e Silva) auxiliaram na investigação que apura a receptação ocorrida no município. Um suspeito de intermediar a transação, forjando nota fiscal e Guia de Transporte Animal (GTA), já foi identificado pela Polícia Civil.

 

Recuperação

 

Em continuidade aos trabalhos, as equipes de Rondonópolis se deslocaram até uma propriedade em que os animais foram descarregados e localizaram 05 dos animais ainda na fazenda. As investigações apontam que o restante já foi vendido pelo comprador do gado para outros criadores, por meio de lotes com outros animais.

 

Os trabalhos investigativos prosseguem no sentido de recuperar o restante dos animais, bem como capturar os demais suspeitos da empreitada criminosa. O caminhão boiadeiro utilizado no crime foi apreendido com o suspeito Raimundo.

 

*Com informações da Assessoria da PJC | MT

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TCE-MT aprova Contas de Gestão do Instituto Previdenciário de Acorizal

O conselheiro interino Luiz Carlos Pereira destacou que seu parecer pela aprovação seguiu o que dispõe o artigo 193 da Resolução Normativa n.º 14/2007

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Thiago Bergamasco | TCE-MT

Conselheiro interino ouvidor-geral - Luiz Carlos Pereira

Conselheiro interino do TCE-MT, Luiz Carlos Pereira

O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) julgou regulares com recomendações e determinações legais, na sessão ordinária realizada em 17 de fevereiro, as Contas de Gestão do Fundo Municipal de Previdência Social de Acorizal, referentes ao exercício de 2018.

 

ASSISTA AO JULGAMENTO

 

Em seu voto, o conselheiro interino Luiz Carlos Pereira destacou que seu parecer pela aprovação seguiu o que dispõe o artigo 193 da Resolução Normativa n.º 14/2007, segundo o qual as contas serão julgadas regulares, com recomendações, e/ou determinações legais, quando evidenciarem impropriedades ou quaisquer outras falhas que não resultem em dano ao erário ou à execução do programa, ato ou gestão.

 

“No caso dos autos, as irregularidades remanescentes não possuem o condão de macular gravemente a gestão e ensejar seu julgamento irregular, não obstante a necessidade de melhorias, diante das falhas detectadas no desempenho dos atos de gestão, no exercício de 2018”, argumentou o relator.

 

Dentre as determinações feitas por Luiz Carlos Pereira, por sua vez, está a de que a atual gestão realize a discriminação dos gastos administrativos, visando refletir a realidade das despesas efetuadas pelo fundo previdenciário, observando a limitação de despesa de até 2% do valor total das remunerações, proventos e pensões dos assegurados.

 

O relator determinou ainda que, em virtude da declaração de que não houve a realização do recenseamento nos últimos cinco anos, o atual gestor promova, no prazo de 90 dias, o censo previdenciário, o recadastramento, e/ou a prova de vida dos segurados do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS).

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