POLÍCIA

Polícia Civil prende integrantes de facção criminosa envolvida com tráfico em Água Boa

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Assessoria | Polícia Civil-MT

Seis pessoas, entre elas dois adolescentes e uma mulher, integrantes de uma facção criminosa, foram presas pela Polícia Civil na noite de terça-feira (22.06), no município de Água Boa (730 km a leste de Cuiabá).

Na ação foram apreendidas porções de maconha e cocaína, balanças de precisão, mais de R$ 600 em dinheiro, aparelhos eletrônicos, anotações, comprovantes de depósitos bancários, cestas básicas, arma de fogo, entre outros objetos.

Três suspeitos de 23, 19 e 18 anos, e a mulher de 19 anos, foram autuados em flagrante por promover ou constituir organização criminosa, tráfico ilícito de drogas, associação para tráfico, posse irregular de arma de fogo de uso permitido, corrupção de menores e fraude processual.

Os dois menores de 16 anos foram autuados em ato infracional análogo aos mesmos crimes. Um terceiro adolescente de 17 anos responderá por uso ilícito de drogas.

As diligências iniciaram após várias denúncias sobre  o funcionamento de um ponto de venda de droga no bairro Jardim Tropical III. Durante a investigação foi avistado quando dois suspeitos entregaram algo para um usuário.

Os policiais realizaram a abordagem do suposto consumidor de entorpecentes, sendo localizada com ele uma porção de maconha. Em seguida os policiais civis se aproximaram da casa, onde alguns rapazes ao perceberem a presença da equipe saíram correndo pulando o muro do imóvel.

No local, os investigadores encontraram seis pessoas. Durante buscas na residência foram localizadas várias porções de drogas na sala, nos quartos, no telhado da casa ao lado, diversos celulares, cadernos com anotações referentes as movimentações da organização criminosa, dinheiro, eletrônicos, comprovantes bancários, além de uma arma de fogo encontrada no forro da casa e 29 cestas básicas.

Diante do flagrante, os envolvidos foram detidos e encaminhados até a Delegacia de Polícia de Água Boa junto ao todo material apreendidos. No decorrer dos procedimentos, os policiais receberam informações de três suspeitos que fugiram e retornaram para a residência.

Então os policiais civis voltaram no endereço e ao perceberem as viaturas, eles novamente saíram pulando os muros das residências vizinhas. Um dos suspeitos foi detido no cerco policial.

Os conduzidos foram interrogados e autuados em flagrante e ato infracional respectivamente, por promover ou constituir organização criminosa, tráfico ilícito de drogas, associação para tráfico, posse irregular de arma de fogo de uso permitido, corrupção de menores e fraude processual.

Após a confecção dos autos, os presos foram colocados à disposição da Justiça. 

Fonte: PJC MT

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Justiça mantém demissão de secretários da Prefeitura de Cuiabá. Grupo é investigado por suspeita de desviar R$ 100 milhões

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A contratação de empresas fantasmas usadas para desviar mais de R$ 100 milhões da Saúde foi o motivo para a Justiça determinar  demissão dos secretários da prefeitura de Cuiabá, Célio Rodrigues da Silva, da Saúde e Alexandre Beloto Magalhães de Andrade, de Gestão,  sexta-feira (30/07). Segundo relatório técnico que o juiz da 5ª Vara Federal, Jeferson Schneider, teve acesso e se baseou para deflagrar a intitulada “Operação Curare” da Polícia Federal, só uma das empresas, Vip Serviços Médicos, foi contratada por R$ 4 milhões, de forma emergencial (sem licitação) para prestar serviços médicos na modalidade de terapia intensiva, mas investigações apontam que a empresa não prestou os serviços.

A empresa seria responsável pelo fornecimento de medicamentos, mão de obra, materiais médico-hospitalares e insumos para atender 20 leitos covid na UTI IV. “Contudo de acordo com o relatório de fiscalização, não houve qualquer mensuração sobre a referida empresa por parte do responsável técnico e das pessoas contratadas, as quais, ao prestarem esclarecimentos, informaram que trabalhavam para a empresa Hipermed Serviços Médicos & Hospitalares S.A., o que, conforme a autoridade representante, indica a subcontratação total ou mesmo a atuação como “testa de ferro” da empresa contratada”, diz parte do documento assinado por Jeferson.

O relatório ainda aponta que a empresa Vip Serviços Médicos não possui responsável técnico de UTI registrado no Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) cometendo assim uma infração e não estaria apta a assumir nenhum leito de UTI.

Ficou apurado também que os medicamentos e insumos fornecidos pela Vip eram provenientes da empresa Hipermed, aparentemente subcontratado. A empresa também não possui autorização para desenvolver atividades de compras de medicamentos e insumos farmacêuticos.

O contrato de R$ 4.008.000, 00 milhões foi firmado entre a Empresa Cuiabana de Saúde Pública e foi assinado pelo atual secretário Célio Rodrigues da Silva, Alexandre Beloto Magalhães de Andrade representante da unidade hospitalar e por Douglas Castro proprietário da Vip Serviços Médicos.

Caracterizando ainda um possível esquema de “laranja” foi investigado que a Vip foi constituída no ano de 2017, com sede na Rua Cândido Mariano, região central da capital, mas durante a fiscalização foi identificado que o imóvel está abandonado há pelo menos 3 anos.

Operação PF

A Polícia Federal continua trabalhando para desarticular a organização criminosa investigada pelo envolvimento em fraudes a contratações emergenciais e recebimento de recursos públicos a título “indenizatório”, em ambos os casos sem licitação. A atuação do grupo se concentra na prestação de serviços especializados em saúde no âmbito do Município de Cuiabá/MT, especialmente em relação ao gerenciamento de leitos de unidade de terapia intensiva exclusivos para o tratamento de pacientes acometidos pela COVID-19.

Entretanto, as contratações emergenciais e os pagamentos “indenizatórios” abarcam serviços variados como a realização de plantões médicos, disponibilização de profissionais de saúde, sobreaviso de especialidades médicas, comodato de equipamentos de diagnóstico por imagem, transporte de pacientes etc.

As empresas investigadas fornecem orçamentos de suporte em simulacros de procedimentos de compra emergencial, como se fossem concorrentes. Contudo, a investigação demonstrou a existência de subcontratações entre as pessoas jurídicas, que, em alguns casos, não passam de sociedades empresariais de fachada.

 

Com informações da Gazeta Digital

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