TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Poder Judiciário de Mato Grosso

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Quem esteve no Fórum de Cuiabá nesta terça-feira (28) para trabalhar, participar de audiências, verificar processos ou resolver pendências com a Justiça teve a oportunidade de doar sangue no local, por meio de uma parceria entre o Poder Judiciário de Mato Grosso e o serviço móvel do MT-Hemocentro, o Hemobus.
 
O ônibus do banco de sangue público estadual estacionou nas dependências do fórum às 8h e esteve lá até as 16h, atendendo o público interno e externo, a pedido do Programa Bem Viver, do Poder Judiciário. Servidores e servidoras, colaboradores e colaboradoras terceirizadas e pessoas de outros órgãos públicos doaram sangue na ocasião.
 
O servidor público Manoel Rufino, da Procuradoria Geral do Estado (PGE), soube da iniciativa pelo site do Tribunal de Justiça e foi até o fórum no horário de almoço fazer sua contribuição para o banco de sangue.
 
“Nosso dia a dia é muito corrido, geralmente não temos tempo para nos deslocarmos até o Hemocentro ou outro local onde você possa doar sangue. Trazendo o ônibus para dentro do fórum, conseguimos nos ajustar e estando mais perto, conseguimos doar numa boa”, afirma.
 
Também teve quem aproveitou para doar no próprio ambiente de trabalho, como é o caso da assessora da Diretoria do Fórum Rafaela Martins. Ela já é doadora de sangue, mas estava sem realizar a doação desde 2020.
 
“É muito bom porque dá a disponibilidade das pessoas doarem mesmo no local de trabalho. Se fosse em outro local, talvez eu não conseguiria doar. Isso também tira aquele tabu de que o acesso à doação é difícil. Assim é muito mais prático, até para alguma parte que esteja aqui consultando um processo e vê a disponibilidade de doar e ajudar”, destaca Rafaela.
 
Todos os tipos sanguíneos são bem-vindos, mas a maior demanda atual do Hemocentro é pelo tipo O, de qualquer fator Rh, por ser doador universal.
 
Uma bolsa de 400 ml de sangue pode atender até quatro pacientes, separada em diferentes componentes, como hemácias, plaquetas, plasma fresco congelado e crio precipitado.
 
Podem doar sangue pessoas de 16 a 69 anos, que estão bem de saúde, pesem pelo menos 50 quilos, não se expuseram a riscos de contaminação por doenças transmissíveis pelo sangue e estejam bem alimentadas. Quem tiver tatuagem, micropigmentação ou piercing, só pode doar sangue depois de um ano do procedimento. Já aqueles que tiveram covid-19 precisam aguardar 30 dias após o fim de todos os sintomas.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Primeira imagem – Foto horizontal colorida de uma bolsa de sangue dentro do aparelho de coleta, na cor amarela.
Segunda imagem – Foto vertical colorida do doador Manoel. Ele está sentado em uma poltrona cinza com o braço esquerdo puncionado com agulha, algodão e esparadrapo doando sangue. À esquerda está o equipamento de coleta do sangue.
Terceira imagem – Foto horizontal colorida do interior do ônibus Hemobus durante a doação da servidora Rafaela. Ela está deitada em uma poltrona cinza com o braço direito estendido e puncionado e ao lado dela uma enfermeira acompanha o procedimento, vestindo roupa hospitalar azul e máscara de proteção facial. Atrás delas, uma mulher de jaleco branco trabalha.
 
Nos links a seguir você tem acesso a outras matérias sobre doação de sangue.
 

 
Mylena Petrucelli/Fotos: Mylena Petrucelli e Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Justiça e Universidade de Rondonópolis se reúnem para formar grupo reflexivo para homens agressores

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O Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio da Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Rondonópolis, irá firmar parceria com a Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) para realizar um amplo trabalho de pesquisa e extensão com homens autores de violência contra as mulheres no âmbito doméstico e familiar.
 
O projeto “Serviço de Educação e Reflexão para homens autores de violência contra as mulheres no âmbito doméstico e familiar – 1ª Edição” foi apresentado pelo professor George Moraes de Luiz, da Faculdade de Psicologia do Instituto de Ciências Humanas e Sociais da UFR, à juíza Maria Mazarelo, titular da vara, na tarde desta terça-feira (09 de agosto), em reunião on-line.
 
George explicou toda a estrutura do projeto, desde os objetivos, operacionalização, conteúdo programático até o cronograma de execução do trabalho, que será realizado por meio de um termo de cooperação técnica que será firmado entre o Poder Judiciário e a UFR, com intermédio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher) e do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.
 
Manejo das emoções, inteligência emocional, reparação de danos, paternidade, sexualidade, relações íntimas, relações de gênero, regras de comportamento, violências vividas e praticadas, Lei Maria da Penha, mecanismos de responsabilização, relação do uso de drogas e violência, sentimentos, autocontrole emocional, aspectos emocionais e afetivos de uma relação a dois e saúde do homem são alguns dos tópicos que serão abordados no projeto.
 
A previsão é que sejam formados grupos de 20 homens, que se reunirão uma vez por semana, em encontros de uma hora e meia, com equipe técnica multidisciplinar composta por estagiários, extensionistas, pesquisadores e profissionais colaboradores das áreas de Psicologia, Serviço Social, Ciências Sociais, Direito e Educação.
 
O projeto abrange 14 encontros, sendo 11 reflexivos, dois destinados a palestras e uma oficina de construção de projeto de vida.
 
“O Tribunal de Justiça está empenhadíssimo nessa causa. Uma das bandeiras da presidente Maria Helena Póvoas é combater a violência doméstica no estado de Mato Grosso. Estamos trabalhando em vários projetos dentro do planejamento estratégico para fomentar isso. O senhor chega em um ótimo momento, estou encantada com o profissionalismo, excelência, e com o conteúdo extremamente rico”, afirmou a juíza Maria Mazarelo.
 
O professor também estruturou o projeto baseado em experiências anteriores de grupos reflexivos de homens desenvolvidos em Várzea Grande, Barra do Garças e Livramento.
 
“A violência é uma construção social. Os grupos reflexivos são uma forma de tentar não haver reincidência, oportunizar o tratamento, acolhimento e a reinserção”, pontuou o professor.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição de imagem: Print de tela horizontal da reunião virtual realizada entre a juíza e o professor. Ao centro a tela de apresentação do projeto, projetada pelo professor, e à direita dois quadrantes onde aparecem as imagens dos dois participantes em vídeo.
 
 Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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