POLÍCIA

PM orienta sobre como se proteger de golpes virtuais e clonagem de WhatsApp

Publicados

em


Devido ao isolamento social por causa da pandemia, a população passou a acessar ainda mais a internet, seja no celular ou computador. Ficar mais tempo em casa, é sinônimo de mais tempo online. A Polícia Militar por meio da Diretoria de Agência Central de Inteligência (Daci), orienta as pessoas a ficarem atentas ao receberem SMS, e-mails com links estranhos e mensagens de ajuda nos aplicativos de mensagens; pois criminosos estão se aproveitando da crise para aplicar golpes virtuais como a clonagem do aplicativo de celular WhatsApp.

De acordo com o tenente-coronel, Vitor Sakata da Diretoria de Agência Central de Inteligência da PMMT, as quadrilhas se aproveitam que o aplicativo de mensagem está sendo um grande aliado da população para evitar sair de casa para arrancar dinheiro dos contatos com a clonagem do App.

“Identificamos um aumento de crimes de estelionato e outras fraudes no estado. Neste primeiro trimestre de 2021 foram registradas mais 2.297 ocorrências de pessoas que foram vítimas destes criminosos. Neste mesmo período, em 2020, registramos 420 ocorrências de golpes virtuais. As quadrilhas tentam arrancar dinheiro das vítimas em sites de compras e clonando o aplicativo WhatsApp; se passando por familiar, amigo, conhecido para conseguir dinheiro”, relata o militar.

O militar diz ainda a polícia já identificou que os golpistas elaboram uma espécie de engenharia social para aplicar os golpes; para cada situação e vítima eles tentam aplicar uma fraude diferente. 

“Devido a pandemia, a população para seguir com o distanciamento social, passou a utilizar ainda mais o aplicativo de mensagem para trabalhar, comprar, estudar e até mesmo se divertir em grupos de conversas entre amigos online. Com mais tempo no aplicativo, vamos deixando rastros como informações pessoais e dados; o que facilita para os golpistas adotarem métodos que a vítima passa a acreditar que está ajudando um familiar, amigo ou conhecido; mas não é”, alerta Vitor Sakata.

O policial diz ainda que as quadrilhas tentam de diferentes formas ter acesso ao código do aplicativo da vítima. “Os criminosos para clonarem o WhatsApp eles enviam falsas pesquisas sobre a Covid-19, emitem notificações para a pessoa atualizar os dados cadastrais de bancos, auxílio emergencial, site de compra e venda; operadoras telefônicas e até as incluem em falsos sorteios, promoções e até brindes; tudo para obter esse código que permite que eles acessem o App”, explica o tenente-coronel Sakata. 

A primeira orientação da PM para a população é sempre desconfiar e prevenir, não deixar dados pessoais salvos (CPF, RG, endereço, números de cartão) salvos em sites, redes sociais, blocos de anotações virtuais e no histórico de conversas do aplicativo.

A PM orienta que se a pessoa percebeu que o aplicativo no seu celular foi clonado, ela deve imediatamente desinstalar o APP. Em seguida, a vítima deve aguardar alguns instantes e reinstalar a ferramenta; somente após receber um novo código de acesso, deve -se tentar restaurar o aplicativo. Se possível repita a operação até o bloqueio do aplicativo e faça a ativação em duas etapas nas configurações do WhatsApp.

Para recuperar a conta do aplicativo, a polícia orienta que a vítima deve enviar um e-mail para [email protected]; solicitando que seja desativada a conta, o número de telefone deve ser incluído no corpo do e-mail com o código do país (+55). Assim que a empresa receber a informação, ela irá desativar a conta que poderá ser acessada após sete dias.

Ao perceber o golpe, a vítima deve comunicar aos seus contatos do aplicativo através de outro número e telefone que o App foi clonado, porque os criminosos costumam se passar pela vítima com mensagem ‘preciso de ajuda, você pode depositar o valor X? quando você vai me pagar? Esse é o boleto para você pagar! Me ajuda, faz um depósito com a quantia Y?

O tenente-coronel Vitor Sakata orienta as vítimas a registrarem o boletim de ocorrência, pois através deste comunicado oficial, as forças de segurança podem identificar e elaborar ações enérgicas para combater a prática criminosa.

Quer saber mais?

Confira o oitavo episódio do PMCAST que traz relatos inéditos de vítimas da fraude e um bate papo com o policial da DACI/PMMT especialista no assunto. No Spotfy ; Google ou no site da PMMT.

Fonte: PM MT

Comentários Facebook
Propaganda

POLÍCIA

Suspeito com meia tonelada de defensivos agrícolas e R$ 13 mil é preso pela PM

Publicados

em

Neste domingo (20.06) policiais militares prenderam dois homens com 500 quilos de defensivos agrícolas contrabandeados, em Sinop. Com os suspeitos, a Polícia Militar apreendeu dois veículos, rádios comunicadores, e R$ 13 mil em cheques. O produto irregular  teria saído de Cuiabá para ser entregue no município neste fim de semana.

Por volta das 11 horas, policiais militares receberam informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de que os veículos S10 e Fiat Strada que estavam  transportando produtos ilícitos vindos de Cuiabá. Diante da denúncia, a equipe da Polícia Militar montou uma barreira policial na rodovia de acesso à cidade de Ipiranga do Norte.

Os dois veículos foram visualizados e abordados pela PM nas proximidades do aeroporto de Sinop.  No momento da checagem, o motorista do carro Fiat Strada e da camionete S10 demostraram nervosismo e repostas desconexas.

Durante  minuciosa dos dois veículos, os policiais militares encontraram na camionete 23 sacos grande de Benzoato; total de  500 quilos do defensivo agrícola, carga avaliada em aproximadamente R$ 500 mil . O motorista do veículo não tinha nota fiscal do produto.

O motorista do veículo Fiat Strada relatou à PM que foi contratado pelo condutor da camionete para fazer o serviço de ‘ batedor ’  de Cuiabá até Sinop por R$ 1,5 mil. O batedor no crime vai na frente de um  veículo que transporta algum produto ilícito para avisar o condutor  sobre possíveis  barreiras e fiscalizações policiais no trajeto. Com os suspeitos, a PM apreendeu rádios comunicadores e R$ 13 mil em cheques.

O condutor da camionete S10 relatou aos policiais que receberia R$ 10 mil para realizar o transporte do produto ilegal até Sinop, para evitar abordagem policial, a dupla disse que pegou caminhos alternativos passando pela região de Diamantino, São José do Rio Claro e Ipiranga do Norte.

O motorista da S10 já tem passagem pela polícia por crime de contrabando, ele foi preso no ano de 2017 com roupas contrabandeadas da Bolívia. Os dois homens foram presos e os sacos com os defensivos agrícolas contrabandeados foram apreendidos.

A ocorrência foi entregue à Delegacia de Polícia Judiciária Civil.

Fonte: PM MT

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana