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PM fará solenidade de troca de comando do 4º Batalhão nesta terça-feira

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Nesta terça-feira (21.09), a Polícia Militar realizará a solenidade de passagem de comando do 4º Batalhão, às 17h, no auditório do Senai, no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande. O tenente-coronel Jean Araújo de Lima deixa a sua função e passa o comando do Batalhão para o tenente-coronel Jean Klebber Britto da Silva.  

O batalhão do 4º Bravo ficou sob o comando do então tenente-coronel Januário Antônio Edwiges Batista por cinco anos. No último dia 03 de setembro o militar foi promovido ao cargo de coronel. Com a promoção do coronel Januário, a unidade do 4º BPM ficou sob a coordenação do tenente-coronel Jean Araújo de Lima até esta terça-feira (21). 

O 4º Batalhão faz parte do 2º Comando Regional de Polícia Militar de Várzea Grande. A unidade conta com 185 policiais e atua com o policiamento ostensivo e ações preventivas de segurança pública como o projeto ‘4º Bravos Lutas’ que atende 60 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.  

A solenidade de troca de comando do 4º Batalhão vai ser presidida pelo comandante-geral da Polícia Militar, coronel Jonildo José de Assis, e pelo comandante do segundo comando regional, Wankley Corrêa Rodrigues.  

Serviço 

Solenidade de troca de comando do 4º Batalhão da Polícia Militar de Várzea Grande  
Data: 21.02.2021 
Horário: 17 h 
Endereço: Senai, no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande (MT) 

Fonte: GOV MT

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Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso entram em greve pedindo 20% de reajuste

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Professores, administradores e funcionários de escolas, do governo de Mato Grosso, anunciaram paralisação de 24 horas nesta quinta-feira (28/10) – Dia dos Servidores Públicos – contra o que eles chamam de “calote do pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores da educação, o que resultaria num reajuste salarial de 20%.

O valor, segundo o Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), membro do Fórum Sindical, foi um dos signatários do movimento dos servidores, mais de 700 escolas de Mato Grosso tiveram suas atividades suspensas nesta quarta.

O presidente do Sintep, Valdeir Pereira, disse que o governo não paga o reajuste integral dos servidores desde 2018. Ele destaca que a inflamação registrada é superior a 10%, nos últimos 12 meses. Afirma que o governo deve fazer um reajuste no próximo ano, mas que não atingirá a totalidade da inflação.“Vai ficar pela metade, tivemos um aumento da alíquota previdenciária e o governo não sinaliza em pagar os valores defasados”, disse.

Fora a cobrança da RGA, os professores exigem o cumprimento da Lei 510 de 2013, que assegura a dobra do poder de compras dos salários, a convocação dos aprovados no concurso público, reforma das escolas em condições precárias e aplicação de leis que asseguram recursos para a educação.

“A lei 510 foi, inclusive, uma greve que fizemos pela exigência da parcela fixa. O governo, junto com o Ministério Público, pediu a inconstitucionalidade da lei, mas outros setores, como o Tafe e Sema, o governo fez o pagamento dos percentuais. Ou seja, pra educação a tratativa é uma, pros outros setores a tratativa é outra”, recorda.

Além disso, os profissionais aproveitam para protestar também contra a volta as aulas na pandemia, o fechamento de escolas e a falta de políticas públicas para auxiliar estudantes que foram prejudicados por conta da covid-19.

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