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Planalto vai gastar até R$ 10,2 mi com garçons pelo “bem-estar” da Presidência

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Bolsonaro jantou com CEo da Apple, da Microsoft, entre outros grandes líderes mundiais
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Bolsonaro jantou com CEo da Apple, da Microsoft, entre outros grandes líderes mundiais


O Palácio do Planalto abriu um edital que prevê gastos de até R$ 10,2 milhões com os copeiros e garçons da presidência . A medida se justificaria porque o serviço melhora o bem-estar dos servidores públicos, enquanto o café aumenta o desempenho no trabalho.

“O consumo de café faz parte da cultura brasileira e a contratação de um serviço que possibilite o consumo no ambiente de trabalho é comum na Administração Pública, em todas as esferas”, diz o edital.

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Estão inclusos gastos com pessoal, equipamentos e utensílios para atender autoridades no Palácio do Planalto e das outras dependências da Esplanada dos Três Poderes.

No total, serão 149 contratados. Entre eles, 84 garçons ou garçonetes e 52 copeiros, além de auxiliares.

Os salários de garçons será de R$ 5,4 mil e os de copeiros, R$ 4 mil.

Ainda segundo o texto, “o serviço de copeiragem coopera para que sejam criadas as condições de trabalho satisfatórias aos colaboradores do órgão, proporcionando bem-estar e, por conseguinte, melhorando a capacidade laboral dos servidores e colaboradores que atuam junto à Presidência da República”.

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Depósitos na poupança superam saques pelo quarto mês seguido, diz BC

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Captação líquida em julho foi de R$ 6,3 bilhões
Arquivo/Agência Brasil

Captação líquida em julho foi de R$ 6,3 bilhões

Impulsionada pela nova rodada de pagamentos do auxílio emergencial e pela alta recente nos juros, a aplicação financeira mais tradicional dos brasileiros registrou o quarto mês seguido de desempenho positivo. Em julho, os brasileiros depositaram R$ 6,37 bilhões a mais do que sacaram na caderneta de poupança, informou nesta quinta-feira (05) o Banco Central (BC).

Apesar do desempenho positivo, a captação é inferior à registrada em julho do ano passado. Naquele mês, os brasileiros tinham depositado R$ 28,14 bilhões a mais do que retiraram da poupança.

Com o desempenho de julho, a poupança acumula retirada líquida de R$ 10,16 bilhões nos sete primeiros meses do ano. Esta é a maior retirada acumulada para o período semestre desde 2019, quando os saques tinham superado os depósitos em R$ 16,1 bilhões.

O principal responsável pelo resultado positivo na poupança foi a retomada do pagamento do auxílio emergencial. A Caixa Econômica Federal depositou o dinheiro em contas poupança digitais, que acumulam rendimentos. Nesta rodada, o benefício paga parcelas de R$ 150, R$ 250 e R$ 375 por mês, dependendo da família do beneficiário.

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No ano passado, a poupança tinha captado R$ 166,31 bilhões em recursos, o maior valor anual da série histórica. Além do depósito do auxílio emergencial nas contas poupança digitais ao longo de oito meses em 2020, a instabilidade no mercado de títulos públicos nas fases mais agudas da pandemia de Covid-19 atraiu o interesse na poupança, mesmo com a aplicação rendendo menos que a inflação.

Rendimento

Com rendimento de 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia), a poupança rendeu apenas 1,72% nos 12 meses terminados em julho, segundo o Banco Central. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado prévia da inflação, atingiu 8,59%. O IPCA cheio de julho será divulgado na próxima terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A perda de rendimento da poupança está atrelada a dois fatores. O primeiro são os juros baixos. Atualmente a taxa Selic (juros básicos da economia) está em alta, e quarta-feira (04) foi elevada para 5,25% ao ano. O segundo fator foi a alta nos preços dos alimentos e do dólar, que impacta a inflação desde o segundo semestre do ano passado. Mesmo assim, as recentes elevações na Selic estão voltando a atrair o interesse do brasileiro na caderneta.

Para este ano, o boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, prevê inflação oficial de 6,79% pelo IPCA. Com a atual fórmula, a poupança renderia pouco menos de 3,675% este ano, caso a Selic permanecesse em 5,25% durante todo o ano. O rendimento pode ser um pouco maior caso o Banco Central continue a aumentar a taxa Selic nas próximas reuniões do Comitê de Política Monetária.

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