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PGR: Augusto Aras é diagnosticado com Covid-19

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Procurador-geral da República, Augusto Aras
Pedro França/ Agência Senado

Procurador-geral da República, Augusto Aras

O Procurador-Geral da República, Augusto Aras, foi diagnosticado com Covid-19 nesta quarta-feira (02). O órgão informou que Aras trabalhará remotamente pelos próximos cinco dias.

O exame positivou para a doença após testes de rotina. Segundo a PGR, Aras está assintomático e, por recomendação médica, ficará afastado do gabinete na Procuradoria-Geral da República ao longo desta semana.

Em nota, a PGR informa que, or conta do isolamento, o procurador não participará da sessão de reabertura do ano legislativo no Congresso Nacional marcada para esta quarta-feira (2).

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Percentual disposto a ir às ruas por política cresceu no Brasil

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Cresceu a disposição do brasileiro para sair às ruas para defender direitos democráticos e visões políticas de mundo
Guilherme Gandolfi/Fotos Públicas

Cresceu a disposição do brasileiro para sair às ruas para defender direitos democráticos e visões políticas de mundo

Os atos pela democracia organizados em todo o país nesta quinta-feira demonstram um fenômeno que vem aumentando nos últimos anos: a disposição do brasileiro para sair às ruas para defender direitos democráticos e visões políticas de mundo.

De acordo com dados do Latinobarómetro, sediado no Chile, e organizados pelo Centro de Estudos de Opinião Pública (Cesop) da Unicamp, o percentual de pessoas que estão muito dispostas a sair de suas casas em prol da democracia vem crescendo ano a ano.

Em 2013, quando ocorreram as chamadas “Jornadas de Junho”, esse grupo correspondia a 17%. Depois, passou para 27% em 2015, ano em que se iniciou o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), até chegar a 32% em 2020, último dado disponível.

A disposição para participar de mobilizações no Brasil é igual ou maior do que em países vizinhos, como Argentina, Chile e Bolívia, onde 26%, 29% e 28% iriam às ruas, respectivamente. No Brasil, a pesquisa foi feita com 3.422 entrevistas. Na Argentina, 3.409; Chile, 3.291 e Bolívia, 3.424, com margens de erro aproximadas de 3%.

Mais visibilidade de grupos que defendem o autoritarismo Entre os motivos para o crescimento da disposição em defender o regime democrático está o próprio aumento do nível de mobilização no Brasil após 2013, com as manifestações pelo impeachment de Dilma, depois os atos a favor da Operação Lava-Jato e, mais recentemente, os protestos contra o governo de Jair Bolsonaro (PL), afirma Oswaldo Amaral, cientista político e diretor do Cesop.

“Há ainda um outro fator que é o aumento da visibilidade, especialmente na opinião pública, de grupos que defendem o regime autoritário, pregam a volta dos militares e um golpe de estado”, analisa Amaral, acrescentando. “Como passou a ser mais frequente desde a metade da década passada, mas especialmente a partir de 2018, faz com que também haja uma resposta por parte importante da sociedade no sentido de estar disposta a agir em defesa do regime democrático.”

O levantamento do Latinobarómetro considera uma escala que vai de um a dez, sendo 1 “nada disposto” e dez “muito disposto”. Em 2020, somente 15% estão nada dispostos a sair às ruas.

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Fonte: IG Política

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