POLÍCIA FEDERAL

PF investiga suposto esquema de pirâmide financeira em Roraima

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Boa Vista/RR – A Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje (20/4) a Operação Loki*, com o objetivo de apurar um suposto esquema de “pirâmide financeira” em atividade desde 2018 e que teria movimentado mais de 90 milhões de reais em menos de um ano.

Policiais Federais cumprem cinco mandados de busca e apreensão, em Boa Vista/RR, expedidos pela 4ª Vara Federal Criminal de Roraima, após representação da Autoridade Policial e manifestação favorável do MPF.

De acordo com o que foi apurado nas investigações, uma empresa localizada em Boa Vista prometia rendimentos de até 20% mensais de valores recebidos das vítimas, justificando os ganhos por terem, supostamente, um alto desempenho no mercado financeiro. Além disso, os clientes também receberiam um percentual do “lucro” de outras pessoas que indicassem para o grupo.

Nem a empresa ou seus representantes possuiriam habilitação legal para operar no mercado de capitais e, conforme consta em inquérito policial, apenas uma pequena parte dos valores recebidos – aproximadamente 15% – seriam de fato aplicados. Os poucos investimentos feitos ainda seriam operacionalizados através de fundos de investimentos tradicionais, de baixo risco e retornos muito inferiores aos 20% que seriam garantidos pela empresa.

Juntamente com outros indícios, tais como a realização de saques de quantias milionárias, fracionadas de forma a dificultar a ação de órgãos de controle, a participação financeira de suspeito já investigado pela PF em crimes semelhantes no âmbito da Operação Lamanai, de 2019, bem como a forma de atuação dos envolvidos, as investigações apontam que se trataria de mais um esquema de “pirâmide financeira”.

Conforme consta nas investigações, a empresa receberia depósitos de terceiros em milhares de operações bancárias, valores que seriam repassados para os sócios e representantes da empresa.  Há evidências de que o esquema já encontraria dificuldades para realizar o pagamento aos seus clientes, indicando que começava a ruir.

Os suspeitos são investigados por crimes contra a economia popular (art. 2º, Lei nº 1.521/1951), contra o sistema financeiro (art. 16, Lei nº 7.492/1986), exercício irregular de cargo, profissão, atividade ou função (art. 27-E, Lei nº 6.385/1976), além de associação criminosa (art. 288, CP).

Comunicação Social da Polícia Federal em Roraima

Contato: (95) 3621-1522
E-mail: [email protected]

*O nome da operação faz alusão ao Deus da ilusão, na mitologia nórdica, em referência ao estado em que eram mantidos os clientes da empresa investigada.

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POLÍCIA FEDERAL

Polícia Federal investiga venda de substância controlada destinada ao preparo de drogas

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Criciúma/SC – Nesta quarta-feira, 20/10, a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão, expedido pela 2ª Vara Criminal de Criciúma/SC, em uma residência localizada no município, no interesse de investigação que apura o comércio de substância controlada destinada ao refino de entorpecentes. 

A investigação teve início em abril deste ano, quando foi identificado pela equipe policial anúncio em site de e-commerce ofertando o produto sabidamente destinado ao refino de drogas.                 

Na residência foi encontrada pequena quantia de substâncias assemelhadas a crack e cocaína, bem como insumos utilizados para o preparo da droga e artefatos relacionados com o crime de tráfico de drogas (balanças, prensa e outros). As substâncias serão submetidas a exames periciais para confirmação de sua natureza.

O casal responsável pelo local foi preso em flagrante pela prática de crime assemelhado ao tráfico (tráfico de matéria-prima, destinada ao preparo de drogas), previsto na Lei 11.343/2006, cuja pena é de 5 a 15 anos.

Comunicação Social da Polícia Federal em Criciúma/SC

[email protected]

(48)  3461 8601

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